E para 'aquela' hora, muitas simpatias. Creio que nunca fui adepto de nenhuma; comer lentilhas, romãs, pular ondas do mar, vestir-se de branco, aquelas coisas, sabem?
Antigamente, e mais sob influência da família mesmo, vestia-me de uma camiseta branca novinha em folha para aguardar a zero hora do ano novo. Mas agora...
Acredito que eu tenha ficado assim tô-nem-aí depois de minha vivência no Japão. Durante alguns anos morei sozinho e acabei assimilando a entrada de ano silenciosa daquele povo. Eles festejam? Claro que sim, mas nada que se pareça com o estardalhaço de explosões que o brasileiro faz. Ao menos ali, no interiorzão onde eu morava.
E então, certo ano, resolvi inovar: Em vez de me embebedar frente à televisão como sempre, dirigi-me a um balneário público. Não imaginem um Wet'n Wild porque não é nada sequer próximo a isso; é apenas um ambiente com chuveiros, sauna e banheiras de diversos tipos, com hidromassagem, com queda d'agua, com impulsos elétricos etc.
Faltando quinze minutos para a meia-noite, lá estava eu, suando um bom suor dentro da sauna. E, minutos depois, adentrava o ano novo imerso numa banheira. Desalentador? Decepcionante? Que nada, acabei gostando tanto da idéia que passei a repeti-la nos anos seguintes! Tornou-se meu ritual particular.
De volta ao Brasil, ainda tentei conservar esta minha "tradição" mas foi em vão: Sem banheira em minha casa e ouvindo as explosões de fogos ecoando sob o chuveiro, não foi a mesma sensação de jeito nenhum...
Enfim, creio que este será o meu post de encerramento do ano e aproveito para desejar a todos os amigos, explícitos ou implícitos, comentaristas ou não, presentes ou ausentes, conhecidos ou não – por que não? – uma salutar entrada de ano novo.
Brindemos a chegada de 2007, que certamente será um ano bem diferente, ao menos pra mim. Muito promissor, tenho esperança. E que igualmente assim seja, para todos vocês!
Muito obrigado pela companhia e... Boas Festas ! ; )
30.12.06
27.12.06
Ficçãozinha
Com a situação dos aeroportos do jeito que está, imaginei uma situação:
Dois rapazes numa balada, é começo da noite, ainda. Entre os primeiros drinques, um pergunta ao outro:
– E então, Jonas, cadê aquela gata loira que você disse que traria aqui?
– Calma, cara. Ela chega daqui a pouco, ainda é cedo...
– Mas você não viria junto com ela?
– Ah... é verdade, mas ela me ligou dizendo que ia se atrasar e falou pra eu esperá-la aqui mesmo. Sabe como são as mulheres, não? Deve estar até agora escolhendo o vestido...
– Hahah, entendi.
Tempos depois...
– Jonas! Você já chegou? Mas não tinha me dito que a balada só começaria às 23?
– Utz, acho que me confundi com o horário de verão; liga não, Marcinha.
Marcinha é apresentada ao amigo do Jonas que educadamente cumprimenta-a, apesar da indisfarçável estranheza. Sim, porque, ao contrário do que era esperado, a moça era morena! E, nesse ínterim, adentra o salão uma loira em seus 1.80m de corpulência, a abrir os braços espalhafatosamente e gritar: "Jôoooo!!" e abraçando-o. Os outros ficam a olhar a cena sem nada entender, até que Marcinha quebra o silêncio:
– Jonas, você tinha me dito que esta seria a nossa noite, a nossa! Eu e você! Quem é essa sirigaita?
E a loira responde:
– Tá delirando, baixinha? O Jô é apaixonado por mim e só quer saber de mim!
E então, ambas viram-se ao Jonas, inquirindo em uníssono:
– Afinal de contas, quem você deseja? Quem você convidou pra vir aqui??
Jonas, meio sem graça, é forçado a admitir:
– Eu convidei ambas, mesmo...
E a casa noturna tem seu primeiro incidente da noite: Rapaz é espancado por duas mulheres e por pouco não sofre fraturas mais graves, por ter sido salvo pelos seguranças da casa. Ainda assim, teve de ser retirado do local sobre uma maca, e sua derradeira frase antes de ser embarcado na ambulância foi:
– Se até a TAM pode fazer over booking, por que eu não posso?
Dois rapazes numa balada, é começo da noite, ainda. Entre os primeiros drinques, um pergunta ao outro:
– E então, Jonas, cadê aquela gata loira que você disse que traria aqui?
– Calma, cara. Ela chega daqui a pouco, ainda é cedo...
– Mas você não viria junto com ela?
– Ah... é verdade, mas ela me ligou dizendo que ia se atrasar e falou pra eu esperá-la aqui mesmo. Sabe como são as mulheres, não? Deve estar até agora escolhendo o vestido...
– Hahah, entendi.
Tempos depois...
– Jonas! Você já chegou? Mas não tinha me dito que a balada só começaria às 23?
– Utz, acho que me confundi com o horário de verão; liga não, Marcinha.
Marcinha é apresentada ao amigo do Jonas que educadamente cumprimenta-a, apesar da indisfarçável estranheza. Sim, porque, ao contrário do que era esperado, a moça era morena! E, nesse ínterim, adentra o salão uma loira em seus 1.80m de corpulência, a abrir os braços espalhafatosamente e gritar: "Jôoooo!!" e abraçando-o. Os outros ficam a olhar a cena sem nada entender, até que Marcinha quebra o silêncio:
– Jonas, você tinha me dito que esta seria a nossa noite, a nossa! Eu e você! Quem é essa sirigaita?
E a loira responde:
– Tá delirando, baixinha? O Jô é apaixonado por mim e só quer saber de mim!
E então, ambas viram-se ao Jonas, inquirindo em uníssono:
– Afinal de contas, quem você deseja? Quem você convidou pra vir aqui??
Jonas, meio sem graça, é forçado a admitir:
– Eu convidei ambas, mesmo...
E a casa noturna tem seu primeiro incidente da noite: Rapaz é espancado por duas mulheres e por pouco não sofre fraturas mais graves, por ter sido salvo pelos seguranças da casa. Ainda assim, teve de ser retirado do local sobre uma maca, e sua derradeira frase antes de ser embarcado na ambulância foi:
– Se até a TAM pode fazer over booking, por que eu não posso?
25.12.06
Luzes (quase tardias)
(Era pra ter escrito este antes, mas... bem, acho que ainda está em tempo)
Por aqui – e creio que em todas as cidades – as casas estão iluminadas. Repletas daquelas lampadinhas, piscantes ou não. Mas creio que aqui onde atualmente resido, especificamente, essa beleza noturna é um tanto quanto questionável. Estou numa periferia, onde nem todos tem um mínimo de bom senso estético.
Explica-se: Com a invasão dos produtos chineses a preços acessíveis – e estes conjuntos de lâmpadas "natalinas", inclusive – o povão finalmente pôde comprar algo mais que um punhadinho de luzes coloridas para a árvore de natal.
E assim, passaram a adquirir conjuntos luminosos dos mais variados tipos: Seqüenciais, graduais, combinados, um carnaval que só, enfim. Entretanto, na hora de instalar essas coisas em suas casas...
Haja mau gosto! Um grupo de luzes pisca ali, outro grupo pisca acolá, outras ainda permanecem acesas e tudo isso formando uma desarmoniosa "orquestra" de luzes. É impressionante, parece que são adeptos da máxima: "Quanto mais, melhor" e vão fundo nisso.
Se ao menos soubessem que, mesmo com poucas lâmpadas, sem depender de nenhum "show" de tecnologia conseguiriam enfeitar suas casas com muito bom gosto, ah...
Mas deixemo-os lá, felizes à moda deles.
E termino este post agradecendo – embora atrasado – os votos de feliz natal que recebi. No sincero desejo de que este Natal tenha sido fantástico para todos, inclusive aos que não acreditam em natal.
; )
Por aqui – e creio que em todas as cidades – as casas estão iluminadas. Repletas daquelas lampadinhas, piscantes ou não. Mas creio que aqui onde atualmente resido, especificamente, essa beleza noturna é um tanto quanto questionável. Estou numa periferia, onde nem todos tem um mínimo de bom senso estético.
Explica-se: Com a invasão dos produtos chineses a preços acessíveis – e estes conjuntos de lâmpadas "natalinas", inclusive – o povão finalmente pôde comprar algo mais que um punhadinho de luzes coloridas para a árvore de natal.
E assim, passaram a adquirir conjuntos luminosos dos mais variados tipos: Seqüenciais, graduais, combinados, um carnaval que só, enfim. Entretanto, na hora de instalar essas coisas em suas casas...
Haja mau gosto! Um grupo de luzes pisca ali, outro grupo pisca acolá, outras ainda permanecem acesas e tudo isso formando uma desarmoniosa "orquestra" de luzes. É impressionante, parece que são adeptos da máxima: "Quanto mais, melhor" e vão fundo nisso.
Se ao menos soubessem que, mesmo com poucas lâmpadas, sem depender de nenhum "show" de tecnologia conseguiriam enfeitar suas casas com muito bom gosto, ah...
Mas deixemo-os lá, felizes à moda deles.
E termino este post agradecendo – embora atrasado – os votos de feliz natal que recebi. No sincero desejo de que este Natal tenha sido fantástico para todos, inclusive aos que não acreditam em natal.
; )
22.12.06
...
O texto previsto para hoje era outro, entretanto, por motivo de força maior, resolvi escrever sobre a "maracujina". Alguém conhece? É um calmante fitoterápico.
Melhor nem lembrar o que me levou a, primeira vez na minha vida de 37 anos, comprar um calmante. Mas gostaria de dizer que a coisa funciona mesmo. Funcionaria ainda mais se o medicamento fosse capaz de suprimir da face da terra uma determinada pessoa, mas no que está ao alcance dele (do calmante), surtiu um bom efeito; dentre os quais destaco um: Fiquei calado.
Simplesmente perdi o ânimo de falar e isso poupou outras pessoas de me ouvirem blasfemando. E pensei em você, "Rosana"; já experimentou esses comprimidos? Hehe...
18 reais por uma caixa com 45.
Dois reais e cinqüenta centavos que evitam gritarias, e muitas vezes com pessoas que nem culpa têm. Acho que valeu a pena, embora eu ainda preferisse comprar um outro tipo de "calmante", aquele que deve ser ingerido sempre gelado e, de preferência, acompanhado de uma porção de fritas e de agradáveis convivas, também.
Melhor nem lembrar o que me levou a, primeira vez na minha vida de 37 anos, comprar um calmante. Mas gostaria de dizer que a coisa funciona mesmo. Funcionaria ainda mais se o medicamento fosse capaz de suprimir da face da terra uma determinada pessoa, mas no que está ao alcance dele (do calmante), surtiu um bom efeito; dentre os quais destaco um: Fiquei calado.
Simplesmente perdi o ânimo de falar e isso poupou outras pessoas de me ouvirem blasfemando. E pensei em você, "Rosana"; já experimentou esses comprimidos? Hehe...
18 reais por uma caixa com 45.
Dois reais e cinqüenta centavos que evitam gritarias, e muitas vezes com pessoas que nem culpa têm. Acho que valeu a pena, embora eu ainda preferisse comprar um outro tipo de "calmante", aquele que deve ser ingerido sempre gelado e, de preferência, acompanhado de uma porção de fritas e de agradáveis convivas, também.
20.12.06
Em defesa da bermuda
Hoje, como a previsão do tempo era de um tórrido – em termos paulistanos, evidentemente – calor de 32º, resolvi ir trabalhar vestindo uma bermuda velha de moleton, contrariando a minha costumeira calça comprida. Esta é uma das vantagens em ser patrão, admito.
E, francamente, me senti muito bem, mais ágil, inclusive, sem aquela sensação incômoda de amarras que uma calça faz, sobre o corpo suado.
Estava usufruindo desse bem-estar sem nenhum remorso até que fui alertado por um vizinho, proprietário de oficina automotiva também, de que algumas pessoas reprovariam tal vestimenta. Retruquei, dizendo que "os clientes me procuram pela qualidade do meu serviço, não pela forma como me visto, oras bolas!" no que ele me explicou:
– Certa vez, tive um funcionário que um dia me apareceu aqui para trabalhar vestindo uma bermuda. E vindo um casal de namorados para fazer um serviço, aconteceu que o namorado acabou se invocando com o detalhe do atendente.
Por certo deve ter justificado seu protesto com algo do tipo "é uma falta de profissionalismo" ou "é anti-ético para a imagem da empresa", mas na verdade deve ter se enciumado por presenciar sua namorada a observar exageradamente as pernas desnudas do funcionário.
E cá fiquei a refletir a respeito; é falta de respeito para com o cliente?
Se existem profissionais muito mais dignos de respeito do que eu que vestem suas bermudas e ninguém, ao menos aparentemente, fica incomodado com isso, por que eu não poderia?
Ainda se fosse uma bermuda extravagante, toda florida ou cheia de grafismos como as de esportistas até vá lá, eu concordava, mas a minha? Uma bermuda bem comportada, barra nos joelhos, sem estampa alguma, e na cor azul-marinho, tal qual a parte de cima? Ah!
E lembrei do episódio de um desses enlatados norte-americanos que vi, certa vez. Um grupo de amigos e amigas recebe um novo integrante e este tem o hábito de usar bermudas. Mas o caso tem um agravante: O sujeito também tem a péssima mania de pôr os pés sobre a mesa e, detalhe; não usava cueca. Daí é óbvio que os rapazes da turma logo se invocaram com o recém-chegado e, no decorrer do capítulo deram um jeito no sujeito. Só não me recordo como acabava a história, mas enfim...
O que importa é que minha bermuda não é indecente e não acato esse ponto-de-vista "casal neuras*!".
*Pra quem não sabe, "Casal Neuras" é uma tira criada pelo cartunista Glauco.
(Eu ia linkar aqui o site oficial do Glauco, mas como o mesmo está hospedado no UOL, evitei. É que tenho raiva dos sites que estão lá. Qualquer coisa que você pretenda clicar para ler/ver, dá de cara com um seco aviso restringindo o acesso apenas aos assinantes do provedor. PqP! )
E, francamente, me senti muito bem, mais ágil, inclusive, sem aquela sensação incômoda de amarras que uma calça faz, sobre o corpo suado.
Estava usufruindo desse bem-estar sem nenhum remorso até que fui alertado por um vizinho, proprietário de oficina automotiva também, de que algumas pessoas reprovariam tal vestimenta. Retruquei, dizendo que "os clientes me procuram pela qualidade do meu serviço, não pela forma como me visto, oras bolas!" no que ele me explicou:
– Certa vez, tive um funcionário que um dia me apareceu aqui para trabalhar vestindo uma bermuda. E vindo um casal de namorados para fazer um serviço, aconteceu que o namorado acabou se invocando com o detalhe do atendente.
Por certo deve ter justificado seu protesto com algo do tipo "é uma falta de profissionalismo" ou "é anti-ético para a imagem da empresa", mas na verdade deve ter se enciumado por presenciar sua namorada a observar exageradamente as pernas desnudas do funcionário.
E cá fiquei a refletir a respeito; é falta de respeito para com o cliente?
Se existem profissionais muito mais dignos de respeito do que eu que vestem suas bermudas e ninguém, ao menos aparentemente, fica incomodado com isso, por que eu não poderia?
Ainda se fosse uma bermuda extravagante, toda florida ou cheia de grafismos como as de esportistas até vá lá, eu concordava, mas a minha? Uma bermuda bem comportada, barra nos joelhos, sem estampa alguma, e na cor azul-marinho, tal qual a parte de cima? Ah!
E lembrei do episódio de um desses enlatados norte-americanos que vi, certa vez. Um grupo de amigos e amigas recebe um novo integrante e este tem o hábito de usar bermudas. Mas o caso tem um agravante: O sujeito também tem a péssima mania de pôr os pés sobre a mesa e, detalhe; não usava cueca. Daí é óbvio que os rapazes da turma logo se invocaram com o recém-chegado e, no decorrer do capítulo deram um jeito no sujeito. Só não me recordo como acabava a história, mas enfim...
O que importa é que minha bermuda não é indecente e não acato esse ponto-de-vista "casal neuras*!".
*Pra quem não sabe, "Casal Neuras" é uma tira criada pelo cartunista Glauco.
(Eu ia linkar aqui o site oficial do Glauco, mas como o mesmo está hospedado no UOL, evitei. É que tenho raiva dos sites que estão lá. Qualquer coisa que você pretenda clicar para ler/ver, dá de cara com um seco aviso restringindo o acesso apenas aos assinantes do provedor. PqP! )
19.12.06
Apagão
Eis um termo que parece ter caído no gosto da mídia: "Apagão". Em voga desde os tenebrosos tempos em que qualquer coisa nos deixava na escuridão absoluta por horas – tempos idos? Só Deus sabe, – veio em tempo para substituir o anglicismo "blecaute".
Porém, e estranhamente, "apagão" agora parece designar qualquer tipo de pane ou crise generalizada, tal qual o "apagão aéreo". Mesmo que nada tenha tenha se apagado de fato.
Assim sendo, aproveito o "gancho" improvisado do tema para, neste desajeitado artigo, deixá-los a par de um novo tipo de apagão: O estomacal. (Ou intestinal, sei lá; sempre fui péssimo em biológicas)
Pois foi desse "apagão" que fui acometido neste final de semana passado. Tal como um dos aeroportos durante aqueles fatídicos dias, meu estômago entrou em colapso. Ora bloqueava tudo, ora despachava tudo. É claro que não entrarei em detalhes indigestos mas posso concluir, agora que veio certa calmaria, que assim como a confusão no tráfego aéreo brasileiro, este meu apagão também terminou em um inquérito nada esclarecedor.
Lá todos eram suspeitos e ninguém assumiu a culpa; controladores de vôo, Infraero, Cindacta, Ministério da Aeronáutica etc, um jogando "a batata quente " para o outro. Aqui, todos também se inocentam; a cerveja, o hambúrguer, a lingüiça...
A Patroa crê piamente que o culpado está aí nos acima citados e eu discordo, mas como convencê-la de que não, se não faltam por aí pesquisas científicas maldizendo as comidas do tipo? Começo a achar que a briga lá na cozinha de casa vai ser brava...
: (
Porém, e estranhamente, "apagão" agora parece designar qualquer tipo de pane ou crise generalizada, tal qual o "apagão aéreo". Mesmo que nada tenha tenha se apagado de fato.
Assim sendo, aproveito o "gancho" improvisado do tema para, neste desajeitado artigo, deixá-los a par de um novo tipo de apagão: O estomacal. (Ou intestinal, sei lá; sempre fui péssimo em biológicas)
Pois foi desse "apagão" que fui acometido neste final de semana passado. Tal como um dos aeroportos durante aqueles fatídicos dias, meu estômago entrou em colapso. Ora bloqueava tudo, ora despachava tudo. É claro que não entrarei em detalhes indigestos mas posso concluir, agora que veio certa calmaria, que assim como a confusão no tráfego aéreo brasileiro, este meu apagão também terminou em um inquérito nada esclarecedor.
Lá todos eram suspeitos e ninguém assumiu a culpa; controladores de vôo, Infraero, Cindacta, Ministério da Aeronáutica etc, um jogando "a batata quente " para o outro. Aqui, todos também se inocentam; a cerveja, o hambúrguer, a lingüiça...
A Patroa crê piamente que o culpado está aí nos acima citados e eu discordo, mas como convencê-la de que não, se não faltam por aí pesquisas científicas maldizendo as comidas do tipo? Começo a achar que a briga lá na cozinha de casa vai ser brava...
: (
15.12.06
Inevitável
Eu não queria tocar neste assunto, mas sendo bombardeado com comentários a respeito por todos os meios de comunicação – inclusive rodinhas de amigos à mesa – o tempo todo, me rendo ao direito de desabafar também. É sobre o aumento de salário que os nossos parlamentares concederam a si mesmos.
Já perdi minhas esperanças quanto ao predomínio da sensatez. Estou completamente cético com esses políticos. De que adianta tanto discurso moralista, depois dessa? Não vou me alongar neste assunto tão amargo. A solução, na minha opinião, é matá-los.
Está mais do que provado que escrúpulos eles não têm. Tampouco preocupação com o que nós, otários-eleitores que os levamos para lá, pensamos deles. Arrependimento? Muito menos! O que foi a "dança da pizza" senão os cinco minutos de fama da senhora Angela Guadagnin? É claro, é claro; frente aos holofotes os parlamentares ajeitam a gravata pra dizer, com aquele tom de gravidade "Não tem cabimento"; mas longe das câmeras...
Adianta a indignação popular? Adianta xingar seu deputado? Não adianta!
Eles estão lá, a gargalhar de nossas caras feias, se divertindo à custa de nossa impotência em esboçar qualquer reação que passe além de comentários raivosos!
Vê? Pouco lhes importa a imagem que passem a nós, os títulos jocosos que neles coloquemos ou venhamos a colocar; são onipotentes. E já perceberam há muito que o povo brasileiro se revolta sim, mas eis que vem vindo as festas de fim de ano, o carnaval... e logo, logo a ira é esquecida. Tem sido assim, sempre, e cada vez mais.
Cada vez mais abusam de nossa paciência. De nossa católica tolerância que a tudo perdoa, voluntariamente ou não. Nesse ritmo, onde iremos parar?
Por isso digo que a solução é matá-los. Assim a próxima leva de políticos eleita saberá que não ficamos sentados na poltrona a blasfemar, quando somos feitos de palhaços tal qual agora e, creio eu, passará a conduzir o país com seriedade e dignidade. Não como o país dos "mamadores das tetas do governo".
Já perdi minhas esperanças quanto ao predomínio da sensatez. Estou completamente cético com esses políticos. De que adianta tanto discurso moralista, depois dessa? Não vou me alongar neste assunto tão amargo. A solução, na minha opinião, é matá-los.
Está mais do que provado que escrúpulos eles não têm. Tampouco preocupação com o que nós, otários-eleitores que os levamos para lá, pensamos deles. Arrependimento? Muito menos! O que foi a "dança da pizza" senão os cinco minutos de fama da senhora Angela Guadagnin? É claro, é claro; frente aos holofotes os parlamentares ajeitam a gravata pra dizer, com aquele tom de gravidade "Não tem cabimento"; mas longe das câmeras...
Adianta a indignação popular? Adianta xingar seu deputado? Não adianta!
Eles estão lá, a gargalhar de nossas caras feias, se divertindo à custa de nossa impotência em esboçar qualquer reação que passe além de comentários raivosos!
Vê? Pouco lhes importa a imagem que passem a nós, os títulos jocosos que neles coloquemos ou venhamos a colocar; são onipotentes. E já perceberam há muito que o povo brasileiro se revolta sim, mas eis que vem vindo as festas de fim de ano, o carnaval... e logo, logo a ira é esquecida. Tem sido assim, sempre, e cada vez mais.
Cada vez mais abusam de nossa paciência. De nossa católica tolerância que a tudo perdoa, voluntariamente ou não. Nesse ritmo, onde iremos parar?
Por isso digo que a solução é matá-los. Assim a próxima leva de políticos eleita saberá que não ficamos sentados na poltrona a blasfemar, quando somos feitos de palhaços tal qual agora e, creio eu, passará a conduzir o país com seriedade e dignidade. Não como o país dos "mamadores das tetas do governo".
Recado para a Caminhante
Não sei exatamente por qual motivo, mas ultimamente não tenho mais conseguido comentar em seu blog! Tenho grande desconfiança que seja por conta do beta. Versões beta sempre me deixaram "com um pé atrás". Vide o vitaliciamente beta Orkut, por exemplo; no mínimo uma vez por dia nos vem aborrecer com a mensagem descendente do "No donut for you", isso sem contar com as falhas no sistema que volta-e-meia vivem pipocando pra lá e pra cá e deixando os usuários com os cabelos em pé.
Já perdi a conta de quantas vezes tentei comentar em seu blog, nestes últimos dias. Até então, quando eu não conseguia fazê-lo com minha identidade Blogger, o fazia, sem outra alternativa, anonimamente. Mas agora... pô! Nem anônimo, nem não-anônimo, nem com reza brava!!
E então resolvi colocar aqui mesmo os comentários "barrados", porque não me conformo em ter lido, poder tecer um comentário e, no entanto, tê-lo sumariamente ignorado pelo servidor ou sei lá por quem. Por você é que não deve ser, né? A menos que a gente tenha... hã, "ficado de mal" (?) e nem percebi. (?!)
Pois então, lá vai. Ou melhor, vão os "barrados na porta" (ou, no log in):
Ei, mas qual era o assunto abordado por você quando dialog... digo, monologava com suas plantas? Pois penso que determinados temas devem deixar as verdinhas arrasadas. Desabafos sobre intrigas familiares, por exemplo; certa vez quase matei a minha dracena de tristeza, contando-lhe sobre discussões travadas com minha mãe. A afronta norte-americana em não assinar o Tratado de Quioto também deve ser evitado, suponho.
Já quantos aos peixes; bem, você já está careca... careca, não; de cabelos curtos de saber que sou um defensor deles, não? Pois bem, mas só gostaria de dizer que os peixinhos também ficam eufóricos quando seu tratador chega em casa, e com a vantagem de não arranhar, não babar, não soltar pêlos, não deixar os ouvidos doloridos, nem derrubar o tratador no chão (conforme o porte do cão).
Mas não pense que não gosto de cães; eu gosto. Só acho que não teria paciência e dedicação suficientes para criar um. (E confesso que me divirto com a pastora e a vira que tem aqui em casa, quando elas vêm me abraçar e lamber)
"50 mil reais"? Haja dinheiro à toa. E tonto que pague tanto por aquilo.
Mas o Japão é mesmo contrastante: Na terra de avançada tecnologia, cultura milenar e esmero na educação, ainda hoje existe um certo tipo de tarado que chega ao extremo de apelar ao crime para obter seu intento: Cheirar calcinha! E mesmo que lavada. Explica-se: Tem sujeito que furta essas peças íntimas, enquanto estão estendidas no varal. Dá pra acreditar?
(: p
O video eu pulo porque não o(s) vejo(s). O motivo é o de sempre, meu micro é velho e blablabla...
Mas se for pra falar mal de argentino eu falo. E não é sobre o futebol, é sobre a parte mercosulística da coisa, no que tange à área automobilística. Agora...
Se não era pra falar mal... ups. Faz-de-conta que não estive aqui.
; )
Já perdi a conta de quantas vezes tentei comentar em seu blog, nestes últimos dias. Até então, quando eu não conseguia fazê-lo com minha identidade Blogger, o fazia, sem outra alternativa, anonimamente. Mas agora... pô! Nem anônimo, nem não-anônimo, nem com reza brava!!
E então resolvi colocar aqui mesmo os comentários "barrados", porque não me conformo em ter lido, poder tecer um comentário e, no entanto, tê-lo sumariamente ignorado pelo servidor ou sei lá por quem. Por você é que não deve ser, né? A menos que a gente tenha... hã, "ficado de mal" (?) e nem percebi. (?!)
Pois então, lá vai. Ou melhor, vão os "barrados na porta" (ou, no log in):
Ei, mas qual era o assunto abordado por você quando dialog... digo, monologava com suas plantas? Pois penso que determinados temas devem deixar as verdinhas arrasadas. Desabafos sobre intrigas familiares, por exemplo; certa vez quase matei a minha dracena de tristeza, contando-lhe sobre discussões travadas com minha mãe. A afronta norte-americana em não assinar o Tratado de Quioto também deve ser evitado, suponho.
Já quantos aos peixes; bem, você já está careca... careca, não; de cabelos curtos de saber que sou um defensor deles, não? Pois bem, mas só gostaria de dizer que os peixinhos também ficam eufóricos quando seu tratador chega em casa, e com a vantagem de não arranhar, não babar, não soltar pêlos, não deixar os ouvidos doloridos, nem derrubar o tratador no chão (conforme o porte do cão).
Mas não pense que não gosto de cães; eu gosto. Só acho que não teria paciência e dedicação suficientes para criar um. (E confesso que me divirto com a pastora e a vira que tem aqui em casa, quando elas vêm me abraçar e lamber)
"50 mil reais"? Haja dinheiro à toa. E tonto que pague tanto por aquilo.
Mas o Japão é mesmo contrastante: Na terra de avançada tecnologia, cultura milenar e esmero na educação, ainda hoje existe um certo tipo de tarado que chega ao extremo de apelar ao crime para obter seu intento: Cheirar calcinha! E mesmo que lavada. Explica-se: Tem sujeito que furta essas peças íntimas, enquanto estão estendidas no varal. Dá pra acreditar?
(: p
O video eu pulo porque não o(s) vejo(s). O motivo é o de sempre, meu micro é velho e blablabla...
Mas se for pra falar mal de argentino eu falo. E não é sobre o futebol, é sobre a parte mercosulística da coisa, no que tange à área automobilística. Agora...
Se não era pra falar mal... ups. Faz-de-conta que não estive aqui.
; )
14.12.06
14 de dezembro
Final de ano, temporada da entrega de calendários do ano vindouro. Principalmente para quem trabalha no comércio; é folhinha do contador, é vinho do fornecedor, é calendário de mesa do outro fornecedor. E foi justamente num desses calendários que, observando datas comemorativas, descobri que hoje, 14 de dezembro, é uma data muito estranha, pelo menos ao meu ver.
Embora em minha agenda este dia só conste como "Dia do Ministério Público" e "Dia do Engenheiro de pesca" (Hein? Engenheiro de... pesca?), esse calendário recebido nos últimos dias afirma que 14/12 nada mais é que... O Dia do Concorrente !!
Alguém entendeu essa? Pelo que sei, as datas são marcadas para comemoração, para presentear o homenageado (mães, filhos, avós, síndicos, parteiras, auxiliares de pedreiro etc) e tal. E quem comemora a existência de um concorrente? Ou ainda, quem se dará ao gasto de presentear o concorrente??
Concordo que existem concorrentes que chegam a se aliar, tirando proveito da aglomeração de produtos e serviços semelhantes num mesmo local – vide ruas especializadas em eletrônica, em vestidos de noiva etc, – o que atrai o consumidor justamente por isso, mas daí a instituir-se um "dia do concorrente"?!
Pior é imaginar que este tenha sido o trabalho de algum vereador que não tinha coisa melhor a fazer ou em quê pensar, bah!
): P
Embora em minha agenda este dia só conste como "Dia do Ministério Público" e "Dia do Engenheiro de pesca" (Hein? Engenheiro de... pesca?), esse calendário recebido nos últimos dias afirma que 14/12 nada mais é que... O Dia do Concorrente !!
Alguém entendeu essa? Pelo que sei, as datas são marcadas para comemoração, para presentear o homenageado (mães, filhos, avós, síndicos, parteiras, auxiliares de pedreiro etc) e tal. E quem comemora a existência de um concorrente? Ou ainda, quem se dará ao gasto de presentear o concorrente??
Concordo que existem concorrentes que chegam a se aliar, tirando proveito da aglomeração de produtos e serviços semelhantes num mesmo local – vide ruas especializadas em eletrônica, em vestidos de noiva etc, – o que atrai o consumidor justamente por isso, mas daí a instituir-se um "dia do concorrente"?!
Pior é imaginar que este tenha sido o trabalho de algum vereador que não tinha coisa melhor a fazer ou em quê pensar, bah!
): P
Diversificar pra faturar?
Através de um vizinho que passou a sintonizar a 89FM que vim a saber em quê se tornou a antiga rádio do rock. Talvez alguém se lembre – afinal, não faz tanto tempo assim, creio – do slogan "89, a rádio rock!".
Houve um tempo em que eu era ouvinte assíduo dessa emissora. Quando ela tocava desde os "dinossauros" até as bandas mais recentes. Só abandonei-a quando começaram a misturar Deep Purple com Bob Marley, Legião Urbana com Tribo de Jah porque eu não suportava reagge. E desde então eu fiquei sem saber por quais caminhos sinuosos aquela rádio continuou a trilhar...
Até recentemente, quando me espantei ao ouvir sua atual programação musical. Tornou-se uma emissora popular (por "popular", entenda-se: "Voltada ao povão"; aquela turma que ama a trilha sonora da novela das oito, sabe?), perdeu oficialmente seu foco no nicho dos roqueiros e agora toca de tudo, praticamente. Só não ouvi samba, axé ou breganejo. Ao menos por enquanto...
Perdeu a personalidade, enfim.
E fico a pensar em tantos outros casos semelhantes. A Scala, por exemplo, já teve seus dias de suave BGM trocadas por desagradáveis – para quem não se interessa em apostas, claro – transmissões de corridas de cavalo. Em outro ramo, o Rock in Rio já teve a presença da Elba Ramalho (ou estou equivocado?).
Efeito da globalização? Ou da escassez de recursos mesmo? Ou da falta de caráter dos promotores de eventos, programadores musicais e afins? (ou seus respectivos patrões?) Não arrisco uma opinião.
Houve um tempo em que eu era ouvinte assíduo dessa emissora. Quando ela tocava desde os "dinossauros" até as bandas mais recentes. Só abandonei-a quando começaram a misturar Deep Purple com Bob Marley, Legião Urbana com Tribo de Jah porque eu não suportava reagge. E desde então eu fiquei sem saber por quais caminhos sinuosos aquela rádio continuou a trilhar...
Até recentemente, quando me espantei ao ouvir sua atual programação musical. Tornou-se uma emissora popular (por "popular", entenda-se: "Voltada ao povão"; aquela turma que ama a trilha sonora da novela das oito, sabe?), perdeu oficialmente seu foco no nicho dos roqueiros e agora toca de tudo, praticamente. Só não ouvi samba, axé ou breganejo. Ao menos por enquanto...
Perdeu a personalidade, enfim.
E fico a pensar em tantos outros casos semelhantes. A Scala, por exemplo, já teve seus dias de suave BGM trocadas por desagradáveis – para quem não se interessa em apostas, claro – transmissões de corridas de cavalo. Em outro ramo, o Rock in Rio já teve a presença da Elba Ramalho (ou estou equivocado?).
Efeito da globalização? Ou da escassez de recursos mesmo? Ou da falta de caráter dos promotores de eventos, programadores musicais e afins? (ou seus respectivos patrões?) Não arrisco uma opinião.
11.12.06
Deficiência crônica do solteiro?
Dificilmente consigo acertar nas compras de frutas. Quando penso que é doce, está azeda; quando acho que está polpuda, seca está. E elejo a fruta que mais me engana: O maracujá.
Não no quesito acidez, haja visto que prefiro o maracujá azedo sempre, mas na quantidade de polpa. Já me ensinaram a sacudir o fruto para sentir o "peso" do... do núcleo (?) balançando em seu interior, mas isso quase sempre me leva a comprar maracujás com um punhadinho só de polpa. (É claro, justamente por isso ela balançava ali dentro...)
Ou quando tento contrariar a sabedoria popular comprando um maracujá que não faz barulho, mas é pesado, trago pra casa mais casca do que polpa... : (
Tudo bem que a casca também é aproveitável para fazer doces, mas o que me interessa é só a polpa, pôxa! E volta-e-meia me arrisco na "loteria" do maracujá, saindo quase sempre frustrado nessa empreitada.
Tomara que minha futura patroa tenha esse know-how de/para escolher frutas...
Puxa vida, bem que as plantas frutíferas poderiam seguir um padrão de fabri... de produção. Assim como a lichia, que é sempre igual. Umas menores, outras maiores, mas o sabor é sempre o mesmo, a quantidade de polpa também...
Enfim, eu como 'dono-de-casa' ainda sou um principiante. Já relatei aqui minhas desventuras com as senhoras "pilotas" de carrinhos de mercado. Sangüinárias!! E já estou me habituando a essa batalha palmo-a-palmo pelas melhores ofertas. Agora só me falta aprender a escolher certas coisas.
Como o danadinho do maracujá – que eu adoro, por sinal – por exemplo.
Não no quesito acidez, haja visto que prefiro o maracujá azedo sempre, mas na quantidade de polpa. Já me ensinaram a sacudir o fruto para sentir o "peso" do... do núcleo (?) balançando em seu interior, mas isso quase sempre me leva a comprar maracujás com um punhadinho só de polpa. (É claro, justamente por isso ela balançava ali dentro...)
Ou quando tento contrariar a sabedoria popular comprando um maracujá que não faz barulho, mas é pesado, trago pra casa mais casca do que polpa... : (
Tudo bem que a casca também é aproveitável para fazer doces, mas o que me interessa é só a polpa, pôxa! E volta-e-meia me arrisco na "loteria" do maracujá, saindo quase sempre frustrado nessa empreitada.
Tomara que minha futura patroa tenha esse know-how de/para escolher frutas...
Puxa vida, bem que as plantas frutíferas poderiam seguir um padrão de fabri... de produção. Assim como a lichia, que é sempre igual. Umas menores, outras maiores, mas o sabor é sempre o mesmo, a quantidade de polpa também...
Enfim, eu como 'dono-de-casa' ainda sou um principiante. Já relatei aqui minhas desventuras com as senhoras "pilotas" de carrinhos de mercado. Sangüinárias!! E já estou me habituando a essa batalha palmo-a-palmo pelas melhores ofertas. Agora só me falta aprender a escolher certas coisas.
Como o danadinho do maracujá – que eu adoro, por sinal – por exemplo.
7.12.06
Saudosismo às avessas
Inúmeros objetos e ações do nosso cotidiano vêm desaparecendo aos poucos, graças à modernização constante deste mundo cada vez mais tecnológico. Algumas que talvez tenham deixado alguém com saudade, outras das quais ninguém sente a menor falta e, inclusive, agradece aos céus por não existir mais. Falemos sobre estas últimas, pois.
Ficha telefônica: A "moedinha" feita de uma liga semelhante ao chumbo, com 3, às vezes 4 ranhuras. Um peso em nossos bolsos e, não raro, uma porqueira que encardia nossos dedos.
Programas em K7: Quem viveu a era do MSX conheceu - e sofreu - isso; os programas vinham gravados em fita cassete e, através de um toca-fitas, era transferido para o computador. Só que esse processo, além de extremamente demorado, freqüentemente resultava numa maldita mensagem de erro, e isso após aguardar por minutos, horas...
Telefone de disco: A cada número discado, precisávamos esperar o retorno do disco "tlec-tlec-tlec..."
Lembro que quando apressado, eu retornava o disco na marra. E o tempo gasto só para discar um interurbano então? Mas aqui a atual comodidade digital da chamada a um toque tem seu lado... eu não diria negativo, mas "não tão positivo": Como não precisamos mais digitar os números - que ficam armazenados na memória do aparelho - acontece de esquecê-los. Ou quem nunca ouviu uma frase assim, antes:
- O telefone do Fulano? Claro que sei, converso com ele diariamente! Espere só um momentinho que vou ver aqui no celular o número dele...
Sintonia de rádio analógica: Num aparelho de boa marca e qualidade idem, esse detalhe passava despercebido, mas nos demais... era um tal de gira pra cá, gira pra lá, e dá um toquinho pra cá, depois outro toquinho pra lá, mais um toquinho...
Creio eu que muitos acidentes de trânsito foram evitados graças ao rádio digital e suas estações (novamente) memorizáveis a um toque.
Maquineta manual de cartão de crédito: Aquela na qual colocava-se o cartão, sobre este o documento de venda e "vapt-vupt". Sim, esta parte do processo era de fato "vapt-vupt", ligeira assim. O problema vinha depois, para obter o código de autorização (ou de recusa, conforme o caso); ligar para a operadora do cartão, aguardar o atendimento automatizado, digitar um monte de números, - pausadamente, senão a "atendente robô" mandava repetir tudo de novo - às vezes depois disso ainda éramos transferidos para um atendente "não-tão-robô" que solicitava toooodos os dados que já havíamos digitado antes... para enfim, nos fornecer o tal código, af!
(Obs: Estas maquinetas manuais existem até hoje, mas são mantidas apenas para o caso de uma queda de energia na loja)
Dentre muitas outras coisas que progrediram e não nos deixaram nenhuma saudade.
Ficha telefônica: A "moedinha" feita de uma liga semelhante ao chumbo, com 3, às vezes 4 ranhuras. Um peso em nossos bolsos e, não raro, uma porqueira que encardia nossos dedos.
Programas em K7: Quem viveu a era do MSX conheceu - e sofreu - isso; os programas vinham gravados em fita cassete e, através de um toca-fitas, era transferido para o computador. Só que esse processo, além de extremamente demorado, freqüentemente resultava numa maldita mensagem de erro, e isso após aguardar por minutos, horas...
Telefone de disco: A cada número discado, precisávamos esperar o retorno do disco "tlec-tlec-tlec..."
Lembro que quando apressado, eu retornava o disco na marra. E o tempo gasto só para discar um interurbano então? Mas aqui a atual comodidade digital da chamada a um toque tem seu lado... eu não diria negativo, mas "não tão positivo": Como não precisamos mais digitar os números - que ficam armazenados na memória do aparelho - acontece de esquecê-los. Ou quem nunca ouviu uma frase assim, antes:
- O telefone do Fulano? Claro que sei, converso com ele diariamente! Espere só um momentinho que vou ver aqui no celular o número dele...
Sintonia de rádio analógica: Num aparelho de boa marca e qualidade idem, esse detalhe passava despercebido, mas nos demais... era um tal de gira pra cá, gira pra lá, e dá um toquinho pra cá, depois outro toquinho pra lá, mais um toquinho...
Creio eu que muitos acidentes de trânsito foram evitados graças ao rádio digital e suas estações (novamente) memorizáveis a um toque.
Maquineta manual de cartão de crédito: Aquela na qual colocava-se o cartão, sobre este o documento de venda e "vapt-vupt". Sim, esta parte do processo era de fato "vapt-vupt", ligeira assim. O problema vinha depois, para obter o código de autorização (ou de recusa, conforme o caso); ligar para a operadora do cartão, aguardar o atendimento automatizado, digitar um monte de números, - pausadamente, senão a "atendente robô" mandava repetir tudo de novo - às vezes depois disso ainda éramos transferidos para um atendente "não-tão-robô" que solicitava toooodos os dados que já havíamos digitado antes... para enfim, nos fornecer o tal código, af!
(Obs: Estas maquinetas manuais existem até hoje, mas são mantidas apenas para o caso de uma queda de energia na loja)
Dentre muitas outras coisas que progrediram e não nos deixaram nenhuma saudade.
5.12.06
Je ne comprends pas
Uma das coisas sobre a qual eu deveria manter-me calado é minha aversão à língua francesa.
Porque sempre que me declaro a respeito, perco simpatizantes. Mas... tudo bem, assumo minha franqueza.
( E minha tagarelice, também.)
Creio que a primeira vez em que tive contato (auditivo) com essa língua foi numa fila de cinema, onde um casal proseava animadamente à minha frente. Com tantos "ui ui ui's" só pude mesmo considerar a linguagem um tanto quanto afrescalhada. Pra agravar meu trauma, o casal supostamente francês fazia questão de responder à minha expressão de asco com risadas em tom de desprezo, bah!
Desde então passei a ter alergia do francês falado.
Por que eles precisam fazer biquiiiiiiii~nho pra falar? Parece coisa de viado, pô! Lembro-me de quando ouvi o nome de certa montadora de carros, em sua pronúncia original, era algo próximo a "renyãã". Credo. Eu, se caso vier a comprá-lo um dia, não terei dúvidas em como chamá-lo: "Renô!". E com ênfase no " ô ".
E ainda tem minha dificuldade em ler alguns termos. Recentemente descobri como se diz o (vinho) beaujolais: "Bojolé" ! E teve também o (licor) "coantrô". Para minha sorte, minhas bebidas preferidas não são francesas...
Pra não dizer que deploro completamente os franceses, digo-lhes que perdôo a Catherine Deneuve e o Charles Aznavour, interpretando ou cantando em suas línguas nativas. E perdôo também uma palavra, que vim a conhecer no filme "Delicatessen": La Merde.
Tive - e ainda tenho, aliás - a impressão de que a merda francesa extravasa muito mais uma possível ira indignada do que a merda inglesa. A norte-americana, sei lá, tem um quê de conformismo "Oooh, shit!".
Porém, e apesar de tudo, os franceses são indispensáveis. Do contrário, como eu iria chamar hoje um sutiã? "Porta-seios"? "Guarda-mamas"? Ah, tinha que ser mesmo sutiã, tinha!
: D
* A propósito, o carro que ilustra o post anterior é um Peugeot "Pour que l'automobile soit toujours un plaisir", dizem eles em seu site. Blargh! Não quero nem saber o que significa isso. E, quer saber? Não é Peugeot, é Pejô! PEJÔ!!
Porque sempre que me declaro a respeito, perco simpatizantes. Mas... tudo bem, assumo minha franqueza.
( E minha tagarelice, também.)
Creio que a primeira vez em que tive contato (auditivo) com essa língua foi numa fila de cinema, onde um casal proseava animadamente à minha frente. Com tantos "ui ui ui's" só pude mesmo considerar a linguagem um tanto quanto afrescalhada. Pra agravar meu trauma, o casal supostamente francês fazia questão de responder à minha expressão de asco com risadas em tom de desprezo, bah!
Desde então passei a ter alergia do francês falado.
Por que eles precisam fazer biquiiiiiiii~nho pra falar? Parece coisa de viado, pô! Lembro-me de quando ouvi o nome de certa montadora de carros, em sua pronúncia original, era algo próximo a "renyãã". Credo. Eu, se caso vier a comprá-lo um dia, não terei dúvidas em como chamá-lo: "Renô!". E com ênfase no " ô ".
E ainda tem minha dificuldade em ler alguns termos. Recentemente descobri como se diz o (vinho) beaujolais: "Bojolé" ! E teve também o (licor) "coantrô". Para minha sorte, minhas bebidas preferidas não são francesas...
Pra não dizer que deploro completamente os franceses, digo-lhes que perdôo a Catherine Deneuve e o Charles Aznavour, interpretando ou cantando em suas línguas nativas. E perdôo também uma palavra, que vim a conhecer no filme "Delicatessen": La Merde.
Tive - e ainda tenho, aliás - a impressão de que a merda francesa extravasa muito mais uma possível ira indignada do que a merda inglesa. A norte-americana, sei lá, tem um quê de conformismo "Oooh, shit!".
Porém, e apesar de tudo, os franceses são indispensáveis. Do contrário, como eu iria chamar hoje um sutiã? "Porta-seios"? "Guarda-mamas"? Ah, tinha que ser mesmo sutiã, tinha!
: D
* A propósito, o carro que ilustra o post anterior é um Peugeot "Pour que l'automobile soit toujours un plaisir", dizem eles em seu site. Blargh! Não quero nem saber o que significa isso. E, quer saber? Não é Peugeot, é Pejô! PEJÔ!!
3.12.06
Férias

A imagem acima foi usada por mim, enquanto dono da comunidade orkutiana "Manutenção Automotiva", sempre em épocas precedentes a viagens.
Chegou dezembro. Enquanto uns terão festividades mais caseiras, evitando as estradas, outros procurarão ares diferentes para comemorar o natal e a passagem de ano. Litoral, montanha, interior... tanto faz o destino, o que importa é que, além dos preparativos de praxe – roupas, comida, bebida, loção de bronzear, etc – é imprescindível preparar o seu carro para a jornada também.
Digo-lhes que me entristeço a cada período festivo, com a quantidade de acidentes, fatais ou não. Infelizmente não conseguimos ter um feriado sem mortes nas estradas...
A bem da verdade, a maioria destes infelizes incidentes parecem ocorrer por conta do abuso de bebidas alcoólicas e falta de precaução ao volante, nem tanto por falhas elétricas ou mecânicas. Mas mesmo assim, se você vai pegar a estrada, leve seu veículo a um bom profissional, antes. Peça que se faça uma verificação dos itens de segurança.
Você mesmo pode auxiliar o trabalho de seu eletricista e/ou mecânico descrevendo sintomas que porventura esteja estranhando: Ruídos, vibrações, odores; são indícios que devem ser verificados, pois tanto podem ser detalhes sem grande importância, quanto sinais de desgaste excessivo ou defeito em componentes vitais.
Fazendo assim você estará mais garantido quanto a uma viagem segura, sem grandes percalços – à exceção de congestionamentos, mas nesse caso o coitado do carro não tem culpa, né – e se divertirá como merecido, assim que chegar ao seu destino.
Igualmente, descansado e tranqüilo retornará ao seu lar. São e salvo.
Por menos mortos e feridos em nossas rodovias, por menos famílias a chorar a perda de seus entes nesta época que deveria ser só de alegria é que humildemente lhes dou este conselho.
E viva a Vida!
2.12.06
Os indianos é que 'do it better' ? : D
Embora conhecida como mero catálogo de posições sexuais, o Kama Sutra é um guia muito além disso. Ele ensina desde a iniciação do adulto na sociedade até o casamento - passando, logicamente, pelos atos mais explícitos - e detalhes que geralmente passariam despercebidos pelo leitor mais afoito.
Como por exemplo: Sons emitidos durante o aquilo-naquilo, que são descritos num capítulo do qual destaco o verso abaixo.
" Rudita é o soluço gutural da mulher
que o orgasmo alcança.
Sutkrita é o ofego áspero.
Dutkrita é o abafado chocalhar.
Phutkrita é o morango que cai na água. "
Entendi, ao menos imaginando, o que são o soluço gutural (que se pronuncia com a garganta), o ofego (respiração difícil ou ruidosa) áspero e também o chocalhar abafado, mas... "morango que cai na água" ?
Ei! Alguém aí já ouviu a parceira (ou parceiro) gemendo ou, talvez, berrando um 'morango cadente na água' ?! Hum, berrar deve ser "a melancia que cai na água..."
(Obs: Nada consta que o morango em questão possa ser uma metáfora, mesmo dentro do contexto geral da obra.)
Mas tem mais! Tem mais!!
Você se acha feio? Pois tem receita para se fazer bonito! Anote aí:
" Ungüento faça das folhas de loendro,
o fragrante costus e a ameixeira-anã,
a beleza cem vezes aumentando.
Se uma mecha de algodão mergulha
no pó das folhas dessas plantas
e queima em óleo de mirabólano
dentro de um crânio humano,
tem sombra de olhos fascinante.
Óleo de acanto, salsaparrilha, serralha, paina
e lótus azul, uma grinalda de suas pétalas,
seu charme aumentará.
Um pequeno osso de pavão ou hiena,
fechado por astrólogo em amuleto de ouro puro
e no pulso direito usado,
terá o mesmo efeito misterioso.
O mesmo acontece com bago de jujuba
no pulso amarrado ou concha em ouro
incrustada e consagrada com
os dharana-yogas de Atharva Veda*. "
* Exercícios meditativos de yoga do livro sagrado dos arianos.
Dureza deve ser encontrar os ingredientes da receita, não é mesmo? (Crânio humano? Como?? Violando um túmulo durante a madrugada? Furtando do laboratório de medicina de alguma faculdade? Eu hein).
Concluindo, entende-se claramente por quê deste milenar livro indiano só ter se tornado célebre por suas partes... hã, praticáveis. Pelo menos estas conseguimos – nem todas, mas a maioria – praticar.
; )
Como por exemplo: Sons emitidos durante o aquilo-naquilo, que são descritos num capítulo do qual destaco o verso abaixo.
" Rudita é o soluço gutural da mulher
que o orgasmo alcança.
Sutkrita é o ofego áspero.
Dutkrita é o abafado chocalhar.
Phutkrita é o morango que cai na água. "
Entendi, ao menos imaginando, o que são o soluço gutural (que se pronuncia com a garganta), o ofego (respiração difícil ou ruidosa) áspero e também o chocalhar abafado, mas... "morango que cai na água" ?
Ei! Alguém aí já ouviu a parceira (ou parceiro) gemendo ou, talvez, berrando um 'morango cadente na água' ?! Hum, berrar deve ser "a melancia que cai na água..."
(Obs: Nada consta que o morango em questão possa ser uma metáfora, mesmo dentro do contexto geral da obra.)
Mas tem mais! Tem mais!!
Você se acha feio? Pois tem receita para se fazer bonito! Anote aí:
" Ungüento faça das folhas de loendro,
o fragrante costus e a ameixeira-anã,
a beleza cem vezes aumentando.
Se uma mecha de algodão mergulha
no pó das folhas dessas plantas
e queima em óleo de mirabólano
dentro de um crânio humano,
tem sombra de olhos fascinante.
Óleo de acanto, salsaparrilha, serralha, paina
e lótus azul, uma grinalda de suas pétalas,
seu charme aumentará.
Um pequeno osso de pavão ou hiena,
fechado por astrólogo em amuleto de ouro puro
e no pulso direito usado,
terá o mesmo efeito misterioso.
O mesmo acontece com bago de jujuba
no pulso amarrado ou concha em ouro
incrustada e consagrada com
os dharana-yogas de Atharva Veda*. "
* Exercícios meditativos de yoga do livro sagrado dos arianos.
Dureza deve ser encontrar os ingredientes da receita, não é mesmo? (Crânio humano? Como?? Violando um túmulo durante a madrugada? Furtando do laboratório de medicina de alguma faculdade? Eu hein).
Concluindo, entende-se claramente por quê deste milenar livro indiano só ter se tornado célebre por suas partes... hã, praticáveis. Pelo menos estas conseguimos – nem todas, mas a maioria – praticar.
; )
1.12.06
Falta um verbo
Para que eu consiga terminar de escrever um post. Sabe quando a palavra está na ponta da língüa mas não sai de jeito nenhum? Pois é a minha situação. Já tentei substituir o ansiado e misterioso verbo por outro, mas foi em vão. Quero aquele. Só aquele encaixa-se com perfeição no que estou a escrever. Ó raios.
Desconfio que comece com a letra D...
Desconfio que comece com a letra D...
28.11.06
Disparates
Acontece quase sempre: Ao realizarmos uma pesquisa online, surgem resultados disparatados. No início eu me irritava, mas já me habituei a isso. Creio, inclusive, que todos os internautas do mundo também.
E desta vez não foi diferente; estava eu a procurar uma imagem d'O Burro do filme "Shrek" quando deparo-me com esta autêntica bizarrice abaixo.

Pra começo de conversa, o que se vê aí não é um burro e sim uma vaca. Maaaas...
Em vista do inusitado da imagem, não resisti a compartilhá-la com vocês, meus caros e diletos leitores e leitoras.
Eu ousaria intitular esse... essa... hã, "invenção" como:
" O Caminhão mais ecologicamente correto do mundo! "
: D
E desta vez não foi diferente; estava eu a procurar uma imagem d'O Burro do filme "Shrek" quando deparo-me com esta autêntica bizarrice abaixo.

Pra começo de conversa, o que se vê aí não é um burro e sim uma vaca. Maaaas...
Em vista do inusitado da imagem, não resisti a compartilhá-la com vocês, meus caros e diletos leitores e leitoras.
Eu ousaria intitular esse... essa... hã, "invenção" como:
" O Caminhão mais ecologicamente correto do mundo! "
: D
27.11.06
Aversão a...
Bem que eu digo que tenho um certo "pé atrás" com advogados. Depois do caso da advogada namorada do coronel (aquele) que sustentou até o fim a inocência (apesar de todas as evidências) no caso do assassinato do militar aposentado, vem este outro caso, do advogado que assassinou o promotor em pleno fórum e encontrava mil justificativas para o ato.
Reafirmo o "trauma" com advogados. Não que eu tenha sofrido nas e/ou pelas mãos de algum, mas... alguns destes profissionais parecem viver não para sustentarem a Lei, mas para sobrepujá-la.
Ah, e não teve aquela vez em que uma amiga convidou-me para sua apresentação num grupo de canto? E lá fui, sem nada desconfiar. Somente quando cheguei no teatro onde seria a apresentação é que fui descobrir: Era um encontro de corais... jurídicos!! E assim, sem escapatória, fui obrigado a acompanhar o evento numa platéia repleta de advogados, promotores de justiça e semelhantes. Ugh!
Dizem que todo e qualquer tipo de medo tem um nome técnico. Medo de escuro, medo de aranhas, etc; será que existe um nome para designar o medo de advogados?! (Se bem que não seria exatamente um medo, mas um... sei lá, acho que o "pé atrás" escrito ali no início diz tudo...)
E aproveito o "gancho" para colocar aqui algumas piadas de advogado, também remanescentes da faxina citada no post anterior. Caso interesse a alguém posso enviar o 'pacote', que contém umas 30 piadas, todas sobre o mesmo tema.
O advogado, no leito da morte, pede uma Bíblia e começa a lê-la avidamente. Todos se surpreendem com a conversão daquele homem e uma pessoa pergunta o motivo. O advogado doente responde:
- "Estou procurando brechas na lei".
Dois amigos bebendo num barzinho:
-Pô, Carlos, você parece abatido. Algo o atormenta?
- Nem te conto, Xavier. Estou com uma dor insuportável no testículo esquerdo.
- Não te preocupes com isso. Tive um problema semelhante e meu médico curou num piscar de olhos.
- Então me dá o endereço desse médico.
O amigo sacou um cartão de visitas do bolso e, passando ao amigo, acrescentou: - "Você tem que se tratar com que entende! Pode procurar este Doutor que ele é especialista!"
Mas, efeito da bebedeira, por engano passou o cartão do advogado dele. Dia seguinte, Xavier procurou o endereço do cartão. Encontra a sala, a atendente pede para aguardar e, ao adentrar na sala do Doutor, encontrando um senhor bem vestido atrás de uma mesa, começa a descrever seu problema:
- Doutor, estou com uma dor incrível no testículo esquerdo.
- Sinto muito, meu amigo, mas sou especialista em Direito.
- Pô, vá ser especialista assim no diabo que o carregue.
O filho, advogado recém-formado, chega todo sorridente para contar a novidade para o pai, advogado titular do escritório: - "Papai! Papai! Em um dia, resolvi aquele processo em que você esteve trabalhando por dez anos!" O pai aplica um safanão na orelha do filho e berra:
- Idiota! Este processo é que nos sustentou nos últimos dez anos!
Um homem entra num escritório de advocacia e pergunta sobre os honorários para consultoria. - "50 dólares por três perguntas", responde o advogado.
- "Mas não é um pouco caro?", pergunta o homem.
-"Realmente é", responde o advogado, e acrescenta: - "Qual é sua terceira pergunta?"
Será que tem algum advogado ou advogada no meio de meus leitores? Oh Ouh.
: P ...
Reafirmo o "trauma" com advogados. Não que eu tenha sofrido nas e/ou pelas mãos de algum, mas... alguns destes profissionais parecem viver não para sustentarem a Lei, mas para sobrepujá-la.
Ah, e não teve aquela vez em que uma amiga convidou-me para sua apresentação num grupo de canto? E lá fui, sem nada desconfiar. Somente quando cheguei no teatro onde seria a apresentação é que fui descobrir: Era um encontro de corais... jurídicos!! E assim, sem escapatória, fui obrigado a acompanhar o evento numa platéia repleta de advogados, promotores de justiça e semelhantes. Ugh!
Dizem que todo e qualquer tipo de medo tem um nome técnico. Medo de escuro, medo de aranhas, etc; será que existe um nome para designar o medo de advogados?! (Se bem que não seria exatamente um medo, mas um... sei lá, acho que o "pé atrás" escrito ali no início diz tudo...)
E aproveito o "gancho" para colocar aqui algumas piadas de advogado, também remanescentes da faxina citada no post anterior. Caso interesse a alguém posso enviar o 'pacote', que contém umas 30 piadas, todas sobre o mesmo tema.
O advogado, no leito da morte, pede uma Bíblia e começa a lê-la avidamente. Todos se surpreendem com a conversão daquele homem e uma pessoa pergunta o motivo. O advogado doente responde:
- "Estou procurando brechas na lei".
Dois amigos bebendo num barzinho:
-Pô, Carlos, você parece abatido. Algo o atormenta?
- Nem te conto, Xavier. Estou com uma dor insuportável no testículo esquerdo.
- Não te preocupes com isso. Tive um problema semelhante e meu médico curou num piscar de olhos.
- Então me dá o endereço desse médico.
O amigo sacou um cartão de visitas do bolso e, passando ao amigo, acrescentou: - "Você tem que se tratar com que entende! Pode procurar este Doutor que ele é especialista!"
Mas, efeito da bebedeira, por engano passou o cartão do advogado dele. Dia seguinte, Xavier procurou o endereço do cartão. Encontra a sala, a atendente pede para aguardar e, ao adentrar na sala do Doutor, encontrando um senhor bem vestido atrás de uma mesa, começa a descrever seu problema:
- Doutor, estou com uma dor incrível no testículo esquerdo.
- Sinto muito, meu amigo, mas sou especialista em Direito.
- Pô, vá ser especialista assim no diabo que o carregue.
O filho, advogado recém-formado, chega todo sorridente para contar a novidade para o pai, advogado titular do escritório: - "Papai! Papai! Em um dia, resolvi aquele processo em que você esteve trabalhando por dez anos!" O pai aplica um safanão na orelha do filho e berra:
- Idiota! Este processo é que nos sustentou nos últimos dez anos!
Um homem entra num escritório de advocacia e pergunta sobre os honorários para consultoria. - "50 dólares por três perguntas", responde o advogado.
- "Mas não é um pouco caro?", pergunta o homem.
-"Realmente é", responde o advogado, e acrescenta: - "Qual é sua terceira pergunta?"
Será que tem algum advogado ou advogada no meio de meus leitores? Oh Ouh.
: P ...
25.11.06
Pra aliviar um pouco o clima...
... tenso que ficou com o artigo anterior, colocarei uma piadinha:
Sabe o que uma noiva judia costuma falar durante a noite de núpcias?
- Ai, meu amor! Põe tudo... põe tudo... põe tudo no meu nome!
A propósito, esta piadinha foi encontrada graças à faxina que estive realizando por aqui, de um monte de quinquilharias que a gente vai deixando ali, deixando lá, a tal ponto que perdemos a noção do tanto de velharias guardadas.
Estava num disquete, numa coletânea de piadas que eu recebia de uma amiga de chat. Agosto de 2000, nem recordo mais qual era o chat que eu ia àquela época. Mas lembro bem desta amiga, dona Lúcia. Nossa afinidade surgiu entre comentários ironicamente ácidos. Não que fossemos adeptos da maledicência, mas vivíamos quase sempre incomodados com os "estrupadores" da Língua Portuguesa e, com bom e sutil humor, satirizávamos a trupe do "afim' de tc com migo". E por conta disso, eu recebia quase que diariamente textos hilariantes (re)enviados por ela.
Tenho saudade dessa época. Da boa amizade que se perdeu com o tempo e das piadinhas via e-mail. Parece-me que hoje em dia não se escreve mais, só se enviam aquelas famosas animações em PowerPoint – que nem vejo, por sinal – ou vídeos, ah...
Sabe o que uma noiva judia costuma falar durante a noite de núpcias?
- Ai, meu amor! Põe tudo... põe tudo... põe tudo no meu nome!
A propósito, esta piadinha foi encontrada graças à faxina que estive realizando por aqui, de um monte de quinquilharias que a gente vai deixando ali, deixando lá, a tal ponto que perdemos a noção do tanto de velharias guardadas.
Estava num disquete, numa coletânea de piadas que eu recebia de uma amiga de chat. Agosto de 2000, nem recordo mais qual era o chat que eu ia àquela época. Mas lembro bem desta amiga, dona Lúcia. Nossa afinidade surgiu entre comentários ironicamente ácidos. Não que fossemos adeptos da maledicência, mas vivíamos quase sempre incomodados com os "estrupadores" da Língua Portuguesa e, com bom e sutil humor, satirizávamos a trupe do "afim' de tc com migo". E por conta disso, eu recebia quase que diariamente textos hilariantes (re)enviados por ela.
Tenho saudade dessa época. Da boa amizade que se perdeu com o tempo e das piadinhas via e-mail. Parece-me que hoje em dia não se escreve mais, só se enviam aquelas famosas animações em PowerPoint – que nem vejo, por sinal – ou vídeos, ah...
21.11.06
O "drama"de um (um?) menino
Coisas de Orkut, assustadoras, por sinal; notar a precocidade de nossas crianças, em seus relatos e dramas, tal qual este abaixo:
" Oi gente tenho 10 anos to carente pensei que minha vida tava o paraiso quando a menina que eu amava namoro comigo mas fois so por 1 dia ela termino sem motivo e ta se beijando com meu melhor amigo que zica né? " (sic)
"Namorar por um dia", hehe... que meigo. No entanto, beijando-se? Epa. Tem algo de errado aqui. Ou sou retrógrado demais ou é prematuro beijar aos 10 anos de idade, não? Ou... são apenas beijinhos no rosto? Que seja, porque se for o beijo na boca... temo pelo pior: Do beijo aos toques mais ousados, da inocência à descoberta (precoce) da sexualidade...
Será inveja de minha parte? Só porque, com essa idade, eu só pensava em colecionar figurinhas e não via a mínima graça nas meninas? Ah... talvez.
Enfim, você que é pai ou mãe; fique de olho em seus pimpolhos. Pode ser que seja bonitinho ver os miúdos caminhando de mãos dadas e se beijando, mas não vá reclamar depois se um deles te transformar em avô ou avó, antes do previsto...
(Tsc! Não vou negar, sou careta mesmo. Acho o cúmulo ver crianças imitando dançarinas de estilos descaradamente sensuais, por exemplo)
" Oi gente tenho 10 anos to carente pensei que minha vida tava o paraiso quando a menina que eu amava namoro comigo mas fois so por 1 dia ela termino sem motivo e ta se beijando com meu melhor amigo que zica né? " (sic)
"Namorar por um dia", hehe... que meigo. No entanto, beijando-se? Epa. Tem algo de errado aqui. Ou sou retrógrado demais ou é prematuro beijar aos 10 anos de idade, não? Ou... são apenas beijinhos no rosto? Que seja, porque se for o beijo na boca... temo pelo pior: Do beijo aos toques mais ousados, da inocência à descoberta (precoce) da sexualidade...
Será inveja de minha parte? Só porque, com essa idade, eu só pensava em colecionar figurinhas e não via a mínima graça nas meninas? Ah... talvez.
Enfim, você que é pai ou mãe; fique de olho em seus pimpolhos. Pode ser que seja bonitinho ver os miúdos caminhando de mãos dadas e se beijando, mas não vá reclamar depois se um deles te transformar em avô ou avó, antes do previsto...
(Tsc! Não vou negar, sou careta mesmo. Acho o cúmulo ver crianças imitando dançarinas de estilos descaradamente sensuais, por exemplo)
20.11.06
Consciência Negra, O dia da
É hoje, 20 de novembro. Data escolhida por ter sido neste dia em que Zumbi, último líder do Quilombo dos Palmares, foi assassinado. Mas ainda assim discordo com a denominação da data: "Consciência"? Pelo que entendo, o propósito é eliminar o preconceito racial e isso eu apóio. Sendo assim, consciência* de quê, seria? De que somos discriminados? Ou de que discriminamos? Hum, sei não. E fico com o Nelson.
Ícone da luta contra a segregação racial na África do Sul, é para Nelson Mandela que tiro o meu chapéu, hoje. Mas... como faço questão de injetar alguma descontração num tema de gravidade, destaco não seu histórico político, mas seu estilo em se vestir. Eu adoro as camisas do Mandela!

Ícone da luta contra a segregação racial na África do Sul, é para Nelson Mandela que tiro o meu chapéu, hoje. Mas... como faço questão de injetar alguma descontração num tema de gravidade, destaco não seu histórico político, mas seu estilo em se vestir. Eu adoro as camisas do Mandela!






Eu seria capaz de comprar uma delas e... ei, será que já existe a griffe Nelson Mandela nas vitrines? Apesar de uma ou outra camisa ser a cara do Falcão, acho que venderiam bem.
* Mandela e Anistia Internacional; creio que descobri de onde originou-se a nossa consciência...
http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,AA1334723-5602,00.html
: )
17.11.06
Ouvinte além da audição
Falando em rádios; o bom ouvinte é o que presta atenção em, além do que está sendo anunciado, na forma como este é feito? Não, não estou falando sobre erros e/ou vícios de linguagem – embora estes influenciem muito – mas sobre um detalhe que, na maioria das vezes, passa despercebido pelos contumazes ouvintes: O dono (ou dona) da voz.
Como tenho o hábito de acompanhar emissoras de notícias diariamente, ouço diversas vozes o tempo todo. Em geral, nenhuma desperta-me a atenção por serem... como eu poderia definir, comuns? Mas vez ou outra "apaixono-me" por alguma voz. Uma bela voz. E minha imaginação começa a desenhá-la "Hum, deve ser morena, alta, ombros largos como o de uma jogadora de basquete... "
E já ocorreu-me de passar meses sonhando com uma suposta voz morena jambo, na esbeltez de seus trinta e poucos anos, longos e negros cabelos cacheados a orná-la ao microfone do estúdio. Até que um dia, através do intermédio de uma repórter que à época trabalhava na mesma emissora, pude ver a "morena" que eu admirava tanto no noticiário: Uma senhora quarentona, um pouco acima do peso, loira e de cabelos curtos!! Acho que foi um dos maiores "baldes de água fria" que já tomei em minha vida.
Atualmente, já sintonizado em outra emissora – não por causa desse "trauma", mas para variar mesmo – comecei a simpatizar com outra voz, a de uma repórter de Belo Horizonte. Uma voz gostosa de se ouvir; sem cacoetes, com boa entonação, nítida sem que para isso seja preciso ser irritante ou seca, não tão formal quanto aquela que anuncia as chegadas e partidas no aeroporto enfim, uma voz macia e, de certa forma, sedutora.
Antes que minha imaginação levantasse vôo novamente, fui procurar a imagem da portadora dessa voz.
Missão difícil, pois ela tem nome e sobrenome comuns, bem comuns. De infindáveis resultados errados na pesquisa geral, parti decidido para o site da emissora. Clica ali, clica lá, finalmente descubro a página da filial mineira da rede e fico sabendo que... não exibem foto nenhuma de seu quadro de repórteres! Pior ainda, sequer citam os nomes deles lá, coitados. Mas que raio de site é esse? – pensei.
E concluo não sabendo como é a repórter Luciana Viana, fisicamente. Caso alguém a conheça, transmita-lhe o meu elogio e os parabéns por possuir a voz mais deliciosa da Band News FM!
(... pelo menos na minha opinião, né )
: )
Como tenho o hábito de acompanhar emissoras de notícias diariamente, ouço diversas vozes o tempo todo. Em geral, nenhuma desperta-me a atenção por serem... como eu poderia definir, comuns? Mas vez ou outra "apaixono-me" por alguma voz. Uma bela voz. E minha imaginação começa a desenhá-la "Hum, deve ser morena, alta, ombros largos como o de uma jogadora de basquete... "
E já ocorreu-me de passar meses sonhando com uma suposta voz morena jambo, na esbeltez de seus trinta e poucos anos, longos e negros cabelos cacheados a orná-la ao microfone do estúdio. Até que um dia, através do intermédio de uma repórter que à época trabalhava na mesma emissora, pude ver a "morena" que eu admirava tanto no noticiário: Uma senhora quarentona, um pouco acima do peso, loira e de cabelos curtos!! Acho que foi um dos maiores "baldes de água fria" que já tomei em minha vida.
Atualmente, já sintonizado em outra emissora – não por causa desse "trauma", mas para variar mesmo – comecei a simpatizar com outra voz, a de uma repórter de Belo Horizonte. Uma voz gostosa de se ouvir; sem cacoetes, com boa entonação, nítida sem que para isso seja preciso ser irritante ou seca, não tão formal quanto aquela que anuncia as chegadas e partidas no aeroporto enfim, uma voz macia e, de certa forma, sedutora.
Antes que minha imaginação levantasse vôo novamente, fui procurar a imagem da portadora dessa voz.
Missão difícil, pois ela tem nome e sobrenome comuns, bem comuns. De infindáveis resultados errados na pesquisa geral, parti decidido para o site da emissora. Clica ali, clica lá, finalmente descubro a página da filial mineira da rede e fico sabendo que... não exibem foto nenhuma de seu quadro de repórteres! Pior ainda, sequer citam os nomes deles lá, coitados. Mas que raio de site é esse? – pensei.
E concluo não sabendo como é a repórter Luciana Viana, fisicamente. Caso alguém a conheça, transmita-lhe o meu elogio e os parabéns por possuir a voz mais deliciosa da Band News FM!
(... pelo menos na minha opinião, né )
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Curtas
• Mate a moda antes que a moda mate você. Não é à toa que repudio propagandas, principalmente em publicações voltadas ao público feminino jovem, onde estampam-se modelos magérrimas, às vezes incluindo nesse "pacote" uma maquiagem que soaria exagerada até mesmo para Mortícia, da Família Adams. Pois são essas merdas de propagandas surreais que contribuem para incutir na mente de nossas jovens o (des)gosto pela magreza mórbida.
• Meu homônimo, o jornalista Ricardo Boechat, deu um fora horrível hoje, e ao vivo. Anunciando uma notícia, pôs-se a questionar "É 'ibero' ou ' íbero '? "; pelo amor de Deus, não dê outras dessa em plena transmissão ao vivo, meu caro, famoso e premiado xará. A gente que está aqui na platéia pode, mas você não...
• Passaram as eleições, agora aguenta: Prefeito de São Paulo autoriza aumento (superior ao índice de inflação no perído) da tarifa de ônibus e governador do Estado também define aumento no preço da passagem de metrô. Ainda sobre o Sr. Lembo; declarou que passará o Rodoanel para a iniciativa privada.
(Ou vocês achavam que a "mamata" de não pagar pedágio fosse continuar após a saída do Alckmin? )
Top-top (fazendo aquele infâme gesto) para nós, paulistanos!!
• O Corinthians, time de futebol paulista, é mesmo uma piada: Depois de um mês de "greve de entrevistas", jogadores anunciam que irão voltar a falar com os jornalistas. E voltam mesmo, mas para declarar que continuarão com a tal greve. É mole ou quer mais?
Fico a imaginar a ossada do Vicente Matheus, antológico presidente do citado time, chacoalhando dentro do caixão. Dentre suas famosas pérolas, posso destacar algumas:
"O difícil, como vocês sabem,não é fácil."
"Quero agradecer a Antarctica pelas brahmas que nos enviou..."
"O Sócrates é invendável e imprestável."
: D
• Meu homônimo, o jornalista Ricardo Boechat, deu um fora horrível hoje, e ao vivo. Anunciando uma notícia, pôs-se a questionar "É 'ibero' ou ' íbero '? "; pelo amor de Deus, não dê outras dessa em plena transmissão ao vivo, meu caro, famoso e premiado xará. A gente que está aqui na platéia pode, mas você não...
• Passaram as eleições, agora aguenta: Prefeito de São Paulo autoriza aumento (superior ao índice de inflação no perído) da tarifa de ônibus e governador do Estado também define aumento no preço da passagem de metrô. Ainda sobre o Sr. Lembo; declarou que passará o Rodoanel para a iniciativa privada.
(Ou vocês achavam que a "mamata" de não pagar pedágio fosse continuar após a saída do Alckmin? )
Top-top (fazendo aquele infâme gesto) para nós, paulistanos!!
• O Corinthians, time de futebol paulista, é mesmo uma piada: Depois de um mês de "greve de entrevistas", jogadores anunciam que irão voltar a falar com os jornalistas. E voltam mesmo, mas para declarar que continuarão com a tal greve. É mole ou quer mais?
Fico a imaginar a ossada do Vicente Matheus, antológico presidente do citado time, chacoalhando dentro do caixão. Dentre suas famosas pérolas, posso destacar algumas:
"O difícil, como vocês sabem,não é fácil."
"Quero agradecer a Antarctica pelas brahmas que nos enviou..."
"O Sócrates é invendável e imprestável."
: D
13.11.06
Melhor prevenir do que...

Aproveito a campanha promovida pela Sociedade Brasileira de Urologia para escrever um pouco a respeito. É claro que não pretendo abordar os pontos sérios da questão, pois estes já estão apresentados no site da entidade, que é www.sbu.org.br. (recomendo a visita, caros companheiros)
E falar-se em câncer é sempre assustador, preocupante. Mas quanto a este específico, o de próstata, algo tão temível quando o câncer propriamente dito, é seu exame para diagnóstico, o toque retal. Ou, em outras palavras, a infâme "dedada".
Assunto tão polêmico e desagradável que raramente está presente nas rodas de amigos. Também não é para menos: Haveria algo mais indiscreto que ter seu... hã, "buraquinho" observado de perto e, pior ainda, invadido por um dedo (geralmente masculino) ?! Não, não deve haver... humilhação maior.
E então pensei, o que leva alguém a especializar-se nessa área médica? Que gosto sádico as leva a querer exercer essa profissão tão... eu não diria ingrata, mas... sei lá, incomum? O sujeito poderia formar-se otorrinolaringologista ou cardiologista mas não, torna-se o médico "dali". Sei que devemos ser gratos a existência deste especialista, mas...
"Mas", não. Eu não sabia de uma coisa, existe câncer de pênis também! Segundo entrevista concedida por um urologista a uma emissora de notícias, este mal sujeita a vítima a, em caso extremo, amputação do membro (ai!). Portanto, rapaziada, não devemos ter aversão a esse especialista médico para nosso próprio bem, inclusive sexual. Temer é aceitável, tal qual o pavor que alguns de nós temos de dentista, por exemplo...
E uma "piadinha de gosto duvidoso" pra concluir: Homossexual vai ao urologista fazer o tal exame pela primeira vez e nota que a mão do médico é fina. Pede para que seja feito com o dedão. E ainda pede bis:
– Já terminou? Dá pra repetir, doutor?
Que asco...
(: (
10.11.06
The bumper car

Aparentemente, um velho conhecido nosso de infância, o carrinho bate-bate, presença obrigatória em qualquer parquinho de diversões que se prezasse. Essa lembrança e a foto ao lado não teriam nada demais, não fosse pelo fato que encontrei-a (a foto) em um lugar muito estranho.
Explico: Estava a pesquisar sobre motéis japoneses quando encontrei um que, dentre seus recursos, oferecia o bumper car. Note-se que não é o tipo de motel original, cuja única finalidade era acolher viajantes na estrada para um repouso e nada mais, mas o tipo que nós brasileiros conhecemos muito bem e sabemos que ele tem uma finalidade bem diferente de nos proporcionar uma boa noite de sono.
Assim sendo, o que justificaria a presença do tal brinquedo? Para distrair nossos filhos enquanto... ahn, enquanto estivéssemos 'ocupados'? Não pode – e nem deve – ser, porque nunca ouvi falar em alguém que carregasse consigo seus filhos ao motel. Seria mesmo um absurdo.
E então, restou-me a dúvida: Como um (suposto casal) adulto poderia se utlizar do brinquedo?
Simplesmente montando nele e batendo pra lá e pra cá, divertindo-se nostalgicamente? Bah!
Ou seria este uma variante móvel da cadeira erótica? Será que vibra?
Ou talvez, em vez de mover-se horizontalmente ele pule? Ah, mas aí não seria bumper car e sim "jumper car", não ? E não cheguei a conclusão alguma. Que meus leitores recorram às suas próprias imaginações, hehe...
E ainda, sobre motel japonês: Também encontrei outra bizarrice, inacreditável. "Hello Kitty SM Room"; Sim, é um quarto preparado para praticantes do sadomasô, com pontos para amarrar, acessórios para tortura e... decorado com o famoso bonequinho (ou é bonequinha? Hello Kitty tem sexo?) nipônico!!! (gargalhada) Não sei se aplaudo a ousadia desse povo, ou sua falta de bom senso!!
: D
2.11.06
Finados
Neste dia para se lembrar dos que já se foram, presto homenagem a algumas pessoas que, embora não fossem parentes, nem ao menos amigos conhecidos, me fazem grande falta: os humoristas.
Mazzaropi, por exemplo. O caipira que um dia já foi o mais adorado do Brasil e não deixou substituto. (O tal de "Nerso da Capetinga"? Bah! Não chega nem aos pés do Jeca, ainda mais com o atual "humor" de uma nota só que vem apresentando... insuportável)
Costinha e seu estilo caricato, quase pastelão. O palhaço sem a maquiagem e os adereços, mas cumprindo sua principal função, que era de nos provocar o riso. Tal qual Ronald Golias e suas inseparáveis caretas, o eterno moleque brincalhão.
Walter D'Ávila e seu estilo bonachão. Lembro bem de seus últimos dias na Escolinha do professor Raimundo, onde ficava quase sempre calado, sorria às vezes e sempre tinha uma 'tirada' hilariante no final do programa. Ele era o personagem "Baltazar da Rocha".
E também, do elenco do mesmo programa: Rogério Cardoso, imortalizado no personagem do "escorregadio" Rolando Lero. Igualmente imortal em sua interpretação do padre da paróquia da pequena Itaperoá, no "Auto da Compadecida". Ah, aquela lábia, hahah...
Francisco Milani, o carrancudo chefe da repórter Zelda (vivida por Andréa Beltrão) em "Armação Ilimitada"? Eu adorava aquele humor ranzinza que sempre o marcou, desdea década de 80 até seu último trabalho na tv, na pele do irritadiço Seu Saraiva e sua tolerância zero para com as perguntas idiotas.
E o Bussunda, por que não? Muito repudiado pelo humor apelativo, de conotação descaradamente sexual – resquício de seu trabalho com o grupo, quando ainda viviam no meio impresso – mas que me agradava demais, apesar do regionalismo inicial. Também não posso mais esquecê-lo por outra razão: Ele foi a voz do Shrek e eu, como fã de carteirinha do ogro da DreamWorks...
Por certo estão lá no céu, a proporcionar gostosas gargalhadas aos nossos entes queridos que lá estão, também.
(Dentre tantos outros, não menos marcantes...)
Mazzaropi, por exemplo. O caipira que um dia já foi o mais adorado do Brasil e não deixou substituto. (O tal de "Nerso da Capetinga"? Bah! Não chega nem aos pés do Jeca, ainda mais com o atual "humor" de uma nota só que vem apresentando... insuportável)
Costinha e seu estilo caricato, quase pastelão. O palhaço sem a maquiagem e os adereços, mas cumprindo sua principal função, que era de nos provocar o riso. Tal qual Ronald Golias e suas inseparáveis caretas, o eterno moleque brincalhão.
Walter D'Ávila e seu estilo bonachão. Lembro bem de seus últimos dias na Escolinha do professor Raimundo, onde ficava quase sempre calado, sorria às vezes e sempre tinha uma 'tirada' hilariante no final do programa. Ele era o personagem "Baltazar da Rocha".
E também, do elenco do mesmo programa: Rogério Cardoso, imortalizado no personagem do "escorregadio" Rolando Lero. Igualmente imortal em sua interpretação do padre da paróquia da pequena Itaperoá, no "Auto da Compadecida". Ah, aquela lábia, hahah...
Francisco Milani, o carrancudo chefe da repórter Zelda (vivida por Andréa Beltrão) em "Armação Ilimitada"? Eu adorava aquele humor ranzinza que sempre o marcou, desdea década de 80 até seu último trabalho na tv, na pele do irritadiço Seu Saraiva e sua tolerância zero para com as perguntas idiotas.
E o Bussunda, por que não? Muito repudiado pelo humor apelativo, de conotação descaradamente sexual – resquício de seu trabalho com o grupo, quando ainda viviam no meio impresso – mas que me agradava demais, apesar do regionalismo inicial. Também não posso mais esquecê-lo por outra razão: Ele foi a voz do Shrek e eu, como fã de carteirinha do ogro da DreamWorks...
Por certo estão lá no céu, a proporcionar gostosas gargalhadas aos nossos entes queridos que lá estão, também.
(Dentre tantos outros, não menos marcantes...)
29.10.06
Astúcia chinesa
Quem esteve no Salão Internacional do Automóvel deste ano, por certo não passou despercebido do primeiro lançamento chinês em solo brasileiro de um quatro rodas. Se não viu o veículo, ao menos incólume do burburinho causado pelo mesmo não saiu. Nem tanto pelo carro em si, mas pelo seu nome: Chana!
Antes mesmo do evento eu já havia conhecido o – ao menos para nós, brasileiros – polêmico nome, em uma publicação especializada e não conseguia conter a minha estranheza com a falta de tato (pra não dizer mau gosto mesmo) dos asiáticos para batizarem suas criações; como se não bastasse a Besta da KIA (não confundir com Kia Joorabchian, ex-dono da grana enquanto esteve no alvinegro paulista, hehe) agora teríamos uma chana?
Pra quem nunca embarcou em uma lotação/perua ou não havia reparado o nome do veículo, eis aqui uma imagem da tal Besta, já atualmente nem tão "bestial" assim...)
E pensava: "Será que ninguém teve dó dos chineses para avisá-los sobre o significado da chana, antes?"
Só que, durante a exposição no Salão é que comecei a deduzir a estratégia deles: Imagine se o carro fosse um
Chiang Yi ou então um Hong Qi ?
Possivelmente passaria em branco pelo evento; primeiro pela sonoridade pouco familiar aos nossos ouvidos e segundo por ser nomes de difícil assimilação. Muito ao contrário de "chana", que já começa sua incursão em solo verde-amarelo caindo na boca do povo! "Chana?!" E muitos riem, outros, mais acanhados, apenas se enrubecem num acanhado sorriso, mas todos ficam com esse registro na mente. Afinal de contas, não é sempre que nos surge um automóvel com um nome que significa... ahn, significa... bem, pra quem porventura não saiba, "chana" (Ou "xana") é um... "apelido" dado a genitália feminina.
E assim, entre piadinhas do tipo "Agora vc pode ter o Picasso e a Chana juntos em sua casa!" ou "Se você tinha um Picasso e sentia que faltava alguma coisa...", os chineses conseguiram realizar uma divulgação extremamente eficaz, marcante e, ainda por cima, gratuita!! Espertos demais, esses sujeitos. Sou forçado a tirar o meu boné, para eles.
: T
Antes mesmo do evento eu já havia conhecido o – ao menos para nós, brasileiros – polêmico nome, em uma publicação especializada e não conseguia conter a minha estranheza com a falta de tato (pra não dizer mau gosto mesmo) dos asiáticos para batizarem suas criações; como se não bastasse a Besta da KIA (não confundir com Kia Joorabchian, ex-dono da grana enquanto esteve no alvinegro paulista, hehe) agora teríamos uma chana?
Pra quem nunca embarcou em uma lotação/perua ou não havia reparado o nome do veículo, eis aqui uma imagem da tal Besta, já atualmente nem tão "bestial" assim...)
E pensava: "Será que ninguém teve dó dos chineses para avisá-los sobre o significado da chana, antes?"
Só que, durante a exposição no Salão é que comecei a deduzir a estratégia deles: Imagine se o carro fosse um
Chiang Yi ou então um Hong Qi ?
Possivelmente passaria em branco pelo evento; primeiro pela sonoridade pouco familiar aos nossos ouvidos e segundo por ser nomes de difícil assimilação. Muito ao contrário de "chana", que já começa sua incursão em solo verde-amarelo caindo na boca do povo! "Chana?!" E muitos riem, outros, mais acanhados, apenas se enrubecem num acanhado sorriso, mas todos ficam com esse registro na mente. Afinal de contas, não é sempre que nos surge um automóvel com um nome que significa... ahn, significa... bem, pra quem porventura não saiba, "chana" (Ou "xana") é um... "apelido" dado a genitália feminina.
E assim, entre piadinhas do tipo "Agora vc pode ter o Picasso e a Chana juntos em sua casa!" ou "Se você tinha um Picasso e sentia que faltava alguma coisa...", os chineses conseguiram realizar uma divulgação extremamente eficaz, marcante e, ainda por cima, gratuita!! Espertos demais, esses sujeitos. Sou forçado a tirar o meu boné, para eles.
: T
24.10.06
E falou em pesquisa...
Não sou internauta tão antigo assim, mas lembro-me da primeira vez que me indicaram um site muito estranho para pesquisas online; retruquei: "Hein? Como é que é? Gúgo??" E comecei a usá-lo e a gostar.
E hoje o tal do "gúgo" predomina. Tamanha é a hegemonia deste buscador que cheguei a imaginar que seus concorrentes nem existissem mais. Engano meu. Talvez um ou outro tenha sucumbido ao ostracismo, mas eles ainda estão aí, no páreo. Se alguém recorre a eles ou não, é uma questão à parte...
E penso nas marcas que se tornaram sinônimo de produto ou serviço...
Ou por acaso vc nunca ouviu por aí alguém dizer: "Preciso xerocar um documento" ou "cortaram a minha bolsa com um gilete"? Pois é, a Xerox (fabricante de fotocopiadoras) e a Gilette (fabricante de lâminas de barbear) conhecem bem esse processo de assimilação. Fosse "google" um nome mais "aplicável", por certo já teríamos o verbo "googlear", o substantivo "googleado" e também a "googleagem" ou "googleação"...
A título de curiosidade, coloco abaixo alguns concorrentes ativos do Google:
www.altavista.com (tão famoso outrora, coitado...)
http://www.hotbot.com
www.metacrawler.com
www.webcrawler.com
www.search.com
www.mamma.com (nada modesto, este; autodenomina-se "A mãe dos mecanismos de busca", hehe)
E, como não poderia deixar de ser, essa pequena listinha acima foi encontrada invariavelmente via... Google!
( envergonhado )
(: z
E hoje o tal do "gúgo" predomina. Tamanha é a hegemonia deste buscador que cheguei a imaginar que seus concorrentes nem existissem mais. Engano meu. Talvez um ou outro tenha sucumbido ao ostracismo, mas eles ainda estão aí, no páreo. Se alguém recorre a eles ou não, é uma questão à parte...
E penso nas marcas que se tornaram sinônimo de produto ou serviço...
Ou por acaso vc nunca ouviu por aí alguém dizer: "Preciso xerocar um documento" ou "cortaram a minha bolsa com um gilete"? Pois é, a Xerox (fabricante de fotocopiadoras) e a Gilette (fabricante de lâminas de barbear) conhecem bem esse processo de assimilação. Fosse "google" um nome mais "aplicável", por certo já teríamos o verbo "googlear", o substantivo "googleado" e também a "googleagem" ou "googleação"...
A título de curiosidade, coloco abaixo alguns concorrentes ativos do Google:
www.altavista.com (tão famoso outrora, coitado...)
http://www.hotbot.com
www.metacrawler.com
www.webcrawler.com
www.search.com
www.mamma.com (nada modesto, este; autodenomina-se "A mãe dos mecanismos de busca", hehe)
E, como não poderia deixar de ser, essa pequena listinha acima foi encontrada invariavelmente via... Google!
( envergonhado )
(: z
Demita já o seu marketeiro, Alckmin!
Antes que seja tarde demais...
A menos de uma semana do pleito decisivo, ouço incrédulo o trecho da propaganda do candidato tucano: "Das dez melhores estradas do país, 9 estão em São Paulo e graças aos investimentos do Estado..."
Quais são essas 9 estradas? São estatais? Temo, com uma quase certeza, de que não; devem ser as privatizadas. Assim sendo, que investimento o governador fez, senão transferir as estradas para a iniciativa privada e estas sim, melhorarem as estradas?!
É possível, meu Deus, que o marketeiro resolveu "cutucar o vespeiro" da privatização tentando demonstrar ao eleitorado que esse processo tem lá seus benefícios? E com essa "esperteza" abriu uma brecha para que o Lula ataque os preços cobrados pelos pedágios, Hah. E pôr fogo na discussão sobre o tema, de novo.
Sei não, viu. Mas acho que o marketeiro do PSDB está "comprado". (Ainda mais do jeito que, para o PT, dinheiro é o que não falta, né...)
A menos de uma semana do pleito decisivo, ouço incrédulo o trecho da propaganda do candidato tucano: "Das dez melhores estradas do país, 9 estão em São Paulo e graças aos investimentos do Estado..."
Quais são essas 9 estradas? São estatais? Temo, com uma quase certeza, de que não; devem ser as privatizadas. Assim sendo, que investimento o governador fez, senão transferir as estradas para a iniciativa privada e estas sim, melhorarem as estradas?!
É possível, meu Deus, que o marketeiro resolveu "cutucar o vespeiro" da privatização tentando demonstrar ao eleitorado que esse processo tem lá seus benefícios? E com essa "esperteza" abriu uma brecha para que o Lula ataque os preços cobrados pelos pedágios, Hah. E pôr fogo na discussão sobre o tema, de novo.
Sei não, viu. Mas acho que o marketeiro do PSDB está "comprado". (Ainda mais do jeito que, para o PT, dinheiro é o que não falta, né...)
17.10.06
Privatizar?
Em meio a essa discussão entre Lula e Alckmin sobre privatizações pensei:
Por que não privatizar o INSS ?
Sem mais delongas, vou "pôr o dedo em cima da(s) ferida(s)": Freqüentes greves, fraudes, atendimento incapaz de atender a demanda. E vamos esmiuçar:
Com todo o respeito que tenho aos servidores públicos; o funcionário do INSS ganha mal? Eu realmente não sei quanto ganham atualmente, mas peguemos como referencial este trecho de um edital do concurso público que o instituto realizou em 2005. A menor remuneração ali ofertada é de R$ 853,70. Pouco? Sim, é pouco, mas se levarmos em consideração a data do concurso e que esse valor é um 'piso'... ?
Também não desmereço o trabalho destes servidores – certamente deve ser árduo – mas teriam eles mais direito a protesto do que, igualmente funcionários públicos, professores, policiais ou mesmo o humilde lixeiro que derrama seu esforçado suor pelas ruas diariamente (embora este não seja da esfera federal) ? Ou será que eles aproveitam-se das conseqüências de suas greves para obter benefícios?
"O povo? O povo que se dane! Idosos passando mal em filas intermináveis? Se o Governo não der o que exigimos, que se danem!"
E o dinheiro desviado...
Quem não se lembra do Caso Georgina de Freitas e outros? Defuntos recebendo aposentadoria e outros absurdos! E quando o problema não é de fora, vem de dentro! A úlcera da corrupção e ganância a qualquer custo levando envolvidos e coniventes (pra não dizer-se 'comparsas') a embolsar aquela parte do dinheiro que teríamos acumulado por anos e anos de labuta, não nos fosse tomada à força de nossas 'contribuintes' mãos pela Previdência Social...
Sim, eu sei que a privatização não é nenhum "toque de Midas no tomate putrefato" – vide certas rodovias paulistas que, não obstante a privatização, continuaram sendo precárias – mas... privatizada a previdência não funcionaria? Ao menos combatendo as duas "chagas" acima citadas?
* Mais um link ilustrativo: http://www1.transparencia.gov.br/TransparenciaCliente/eo_extrato_des.jsp?CodigoOrgao=33000&TipoOrgao=1&CodigoUO=33101&NomeUO=MINISTERIO%20DA%20PREVIDENCIA%20SOCIAL%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20&Ano=2005
(Gigantesco, mas funciona. Só não boto a minha mão no fogo por essa transparência. Ainda mais que trata-se de um site estatal...)
Por que não privatizar o INSS ?
Sem mais delongas, vou "pôr o dedo em cima da(s) ferida(s)": Freqüentes greves, fraudes, atendimento incapaz de atender a demanda. E vamos esmiuçar:
Com todo o respeito que tenho aos servidores públicos; o funcionário do INSS ganha mal? Eu realmente não sei quanto ganham atualmente, mas peguemos como referencial este trecho de um edital do concurso público que o instituto realizou em 2005. A menor remuneração ali ofertada é de R$ 853,70. Pouco? Sim, é pouco, mas se levarmos em consideração a data do concurso e que esse valor é um 'piso'... ?
Também não desmereço o trabalho destes servidores – certamente deve ser árduo – mas teriam eles mais direito a protesto do que, igualmente funcionários públicos, professores, policiais ou mesmo o humilde lixeiro que derrama seu esforçado suor pelas ruas diariamente (embora este não seja da esfera federal) ? Ou será que eles aproveitam-se das conseqüências de suas greves para obter benefícios?
"O povo? O povo que se dane! Idosos passando mal em filas intermináveis? Se o Governo não der o que exigimos, que se danem!"
E o dinheiro desviado...
Quem não se lembra do Caso Georgina de Freitas e outros? Defuntos recebendo aposentadoria e outros absurdos! E quando o problema não é de fora, vem de dentro! A úlcera da corrupção e ganância a qualquer custo levando envolvidos e coniventes (pra não dizer-se 'comparsas') a embolsar aquela parte do dinheiro que teríamos acumulado por anos e anos de labuta, não nos fosse tomada à força de nossas 'contribuintes' mãos pela Previdência Social...
Sim, eu sei que a privatização não é nenhum "toque de Midas no tomate putrefato" – vide certas rodovias paulistas que, não obstante a privatização, continuaram sendo precárias – mas... privatizada a previdência não funcionaria? Ao menos combatendo as duas "chagas" acima citadas?
* Mais um link ilustrativo: http://www1.transparencia.gov.br/TransparenciaCliente/eo_extrato_des.jsp?CodigoOrgao=33000&TipoOrgao=1&CodigoUO=33101&NomeUO=MINISTERIO%20DA%20PREVIDENCIA%20SOCIAL%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20&Ano=2005
(Gigantesco, mas funciona. Só não boto a minha mão no fogo por essa transparência. Ainda mais que trata-se de um site estatal...)
14.10.06
Tudo em prol de uma boa causa
Passeando pela internet deparei-me com algo inusitado (ao menos pra mim) : Um casal de alemães criou uma ONG para defender a nossa tão sofrida natureza. Até aí, tudo bem, só que eles têm uma maneira... ahn, não tão agressiva e incisiva quanto o do Greenpeace de se manifestar, tampouco ortodoxa: Eles... hum, eles são adeptos da "fornicação ecológica", poderia se dizer.
Fazem o que fazemos para a procriação – não somente para essa finalidade, mas evitarei detalhes quanto as outras – em locais públicos, e onde haja público. A propósito de chamar a atenção da mídia para as questões ecológicas e angariar fundos (sem trocadilhos) para serem doados a entidades que reconhecidamente cuidam de nossa fauna e flora.
E eu penso; não obstante o suposto atentado ao pudor, que mal haveria nesse tipo de ativismo? Pois vejo-o com bons olhos. Senão, repare: Eles não prejudicam ninguém (interditando rodovias, por exemplo), nada destroem (como alguns sem-terra brasileiros), sequer estragam casacos-de-pele com tinta vermelha ou entram em conflito com barcos pesqueiros! Eles são da paz, enfim!
"Fazem" em prol da natureza. E fazem o que nossos ancestrais já faziam desde que foram expulsos do paraíso! Que mal haveria, enfim? Até pensei que isso fosse apenas uma "arapuca online" para a venda de imagens eróticas na grande rede, mas em vista da recusa do WWF em receber as doações (financeiras!) dessa ONG – por discordar de seus métodos naturais e/ou naturistas de batalhar pela causa – concluí que a coisa é real: Não desmate, faça amor! (plagiando o slogan dos hippies da década de 70)
Até eu adoraria a idéia, não fosse contrário à idéia de "fazer" em público...
Obs: Como este é um blog declaradamente 'familiar', evitei tocar no assunto explicitamente. Caso alguém (maior de 18 anos) tenha se interessado pelo assunto e queira maiores detalhes, posso informar o endereço do site reservadamente.
Fazem o que fazemos para a procriação – não somente para essa finalidade, mas evitarei detalhes quanto as outras – em locais públicos, e onde haja público. A propósito de chamar a atenção da mídia para as questões ecológicas e angariar fundos (sem trocadilhos) para serem doados a entidades que reconhecidamente cuidam de nossa fauna e flora.
E eu penso; não obstante o suposto atentado ao pudor, que mal haveria nesse tipo de ativismo? Pois vejo-o com bons olhos. Senão, repare: Eles não prejudicam ninguém (interditando rodovias, por exemplo), nada destroem (como alguns sem-terra brasileiros), sequer estragam casacos-de-pele com tinta vermelha ou entram em conflito com barcos pesqueiros! Eles são da paz, enfim!
"Fazem" em prol da natureza. E fazem o que nossos ancestrais já faziam desde que foram expulsos do paraíso! Que mal haveria, enfim? Até pensei que isso fosse apenas uma "arapuca online" para a venda de imagens eróticas na grande rede, mas em vista da recusa do WWF em receber as doações (financeiras!) dessa ONG – por discordar de seus métodos naturais e/ou naturistas de batalhar pela causa – concluí que a coisa é real: Não desmate, faça amor! (plagiando o slogan dos hippies da década de 70)
Até eu adoraria a idéia, não fosse contrário à idéia de "fazer" em público...
Obs: Como este é um blog declaradamente 'familiar', evitei tocar no assunto explicitamente. Caso alguém (maior de 18 anos) tenha se interessado pelo assunto e queira maiores detalhes, posso informar o endereço do site reservadamente.
9.10.06
Perseverança ou maturidade?
Que a idade nos traz o aperfeiçoamento eu não discordo; mais para uns, menos para outros, mas sempre traz. O que tenho notado em mim mesmo é que estou mais paciente. Ao menos com certas coisas, como por exemplo...
Dia destes, manuseando o painel de instrumentos de um carro (relativamente antigo) o relógio analógico simplesmente desmantelou-se na minha mão. Além de velha, a peça estava precariamente remendada. E fiquei olhando estarrecido para as 5 engrenagens e outras miudezas espalhadas sobre a bancada.
Fosse em outras épocas, eu teria praguejado horrores, esmurrado o painel e desistido de tudo. Mas não. Resolvi estudar minuciosamente as peças. Foram horas (literalmente!) contemplando as pequenas peças e tentando encaixá-las. Até que, aos poucos, com muita paciência e uma boa dose de dedução, consegui finalmente remontá-lo.
Liguei na alimentação e, pasmem! Funcionou !!
Depois dessa fiquei impressionado comigo mesmo. E nem foi com a intenção de me gabar. Não acreditava que havia conseguido... justamente eu, um sujeito que não tinha a mínima paciência para lidar com coisas menos delicadas e complexas que um relógio ?!
Por isso que digo; será o efeito da idade?
: o
Dia destes, manuseando o painel de instrumentos de um carro (relativamente antigo) o relógio analógico simplesmente desmantelou-se na minha mão. Além de velha, a peça estava precariamente remendada. E fiquei olhando estarrecido para as 5 engrenagens e outras miudezas espalhadas sobre a bancada.
Fosse em outras épocas, eu teria praguejado horrores, esmurrado o painel e desistido de tudo. Mas não. Resolvi estudar minuciosamente as peças. Foram horas (literalmente!) contemplando as pequenas peças e tentando encaixá-las. Até que, aos poucos, com muita paciência e uma boa dose de dedução, consegui finalmente remontá-lo.
Liguei na alimentação e, pasmem! Funcionou !!
Depois dessa fiquei impressionado comigo mesmo. E nem foi com a intenção de me gabar. Não acreditava que havia conseguido... justamente eu, um sujeito que não tinha a mínima paciência para lidar com coisas menos delicadas e complexas que um relógio ?!
Por isso que digo; será o efeito da idade?
: o
6.10.06
Não basta sonhar, tem que pagar : p
(Obs: Este post era o de ontem, mas devido a algumas dificuldades técnicas, estou postando agora, com um dia de atraso)
Mega-sena acumulando, acumulando... até que ontem decidi arriscar a sorte. Mas não seria com um joguinho de apenas 6 números não, eu investiria pesado. Quem já fez a sua "fézinha" um dia, sabe que quanto mais números marcados no cartão, maior o valor pago na aposta. Evidente, pois crescem as chances. E eu pretendia fazer um de 8 números, pagando 42 reais para tanto.
Mas surgiu um "levante"de apostadores (Dizer "levante" é ironia, pois era apenas um grupo de 4 ou 5 pessoas) e resolvemos fazer um bolão. Eu queria uma aposta só com dez números (R$315,00), mas definiu-se que seriam duas com 9 números (R$126,00 X 2) e assim foi feito. 252 reais entre 7 pessoas, cada um investiu 36 reais. Pra mim foi ótimo, já que ia, a princípio, pagar mais e apostar menos, não é mesmo? E nessa noite nem dormi direito, só ouvindo o rádio e esperando alguém anunciar "O prêmio da mega-sena saiu para um paulistano..."
E hoje de manhã – meu despertador é o radio-relógio sintonizado numa emissora de notícias – ouço a notícia: "Um apostador de São Paulo ganhou sozinho o prêmio acumulado da mega-sena, as dezenas sorteadas foram..." Me arrepiei e arregalei os olhos na hora! "Ganhamos?!" – pensei.
Minutos depois, conferindo os resultados, a decepção: Não havíamos sido nós, os ganhadores. Aliás, muito pelo contrário, sequer conseguimos acertar uma mísera quadra (4 números) que nem teria "indenizado" o nosso investimento; nos dois jogos, pegamos apenas UM número em cada...
Ai, ai...
Tivessemos acertado os números, hoje eu estaria com 5 milhões de reais na mão (o que me caberia da partilha). 5 milhões... acho que nem saberia o que fazer primeiro...
Mas quem deve estar atordoado e com um abobalhado sorriso de orelha a orelha deve ser esse sujeito que ganhou. Será que foi um bolão? Ou alguém que, com uma humilde aposta de R$ 1,50 embolsou 35 milhões de reais? Já pensou?
Mega-sena acumulando, acumulando... até que ontem decidi arriscar a sorte. Mas não seria com um joguinho de apenas 6 números não, eu investiria pesado. Quem já fez a sua "fézinha" um dia, sabe que quanto mais números marcados no cartão, maior o valor pago na aposta. Evidente, pois crescem as chances. E eu pretendia fazer um de 8 números, pagando 42 reais para tanto.
Mas surgiu um "levante"de apostadores (Dizer "levante" é ironia, pois era apenas um grupo de 4 ou 5 pessoas) e resolvemos fazer um bolão. Eu queria uma aposta só com dez números (R$315,00), mas definiu-se que seriam duas com 9 números (R$126,00 X 2) e assim foi feito. 252 reais entre 7 pessoas, cada um investiu 36 reais. Pra mim foi ótimo, já que ia, a princípio, pagar mais e apostar menos, não é mesmo? E nessa noite nem dormi direito, só ouvindo o rádio e esperando alguém anunciar "O prêmio da mega-sena saiu para um paulistano..."
E hoje de manhã – meu despertador é o radio-relógio sintonizado numa emissora de notícias – ouço a notícia: "Um apostador de São Paulo ganhou sozinho o prêmio acumulado da mega-sena, as dezenas sorteadas foram..." Me arrepiei e arregalei os olhos na hora! "Ganhamos?!" – pensei.
Minutos depois, conferindo os resultados, a decepção: Não havíamos sido nós, os ganhadores. Aliás, muito pelo contrário, sequer conseguimos acertar uma mísera quadra (4 números) que nem teria "indenizado" o nosso investimento; nos dois jogos, pegamos apenas UM número em cada...
Ai, ai...
Tivessemos acertado os números, hoje eu estaria com 5 milhões de reais na mão (o que me caberia da partilha). 5 milhões... acho que nem saberia o que fazer primeiro...
Mas quem deve estar atordoado e com um abobalhado sorriso de orelha a orelha deve ser esse sujeito que ganhou. Será que foi um bolão? Ou alguém que, com uma humilde aposta de R$ 1,50 embolsou 35 milhões de reais? Já pensou?
27.9.06
Blogueiros
Existem dos mais variados tipos: Desde o que escreve freneticamente, todos os dias, várias vezes ao dia até, ao que só movimenta o seu espaço "bienalmente"; Desde o mais ingênuo que só sabe fazer o relatório a là "meu querido diário" ao que é capaz de criar um autêntico portal de variedades; Desde o mais analfabeto (intencional ou não) ao mais catedrático; Desde o mais monótono ao mais divertido e por aí vai.
Então pensei – numa bobagem, óbvio: Se existem órgãos regulamentadores das categorias (tais quais a OAB e o CRM, por exemplo) por que não então, existir um para os blogueiros? Tudo bem que escrever num blog não é profissão, mas não seria interessante? Teríamos uma OBB (Ordem dos Blogueiros do Brasil) ou um CRB (Conselho Regional de Blogs) que verificaria a qualidade dos blogueiros e os certificaria! Determinaria o código de ética dos blogueiros, o qual orientaria seus membros às linhas de escrita e postagem a serem seguidas – como por exemplos: "Não usurpe/omita a autoria alheia" ou "Se não sabe o que escrever e/ou sobre o que escrever, nada escreva" ...
Daí um blog que valesse a pena ser lido/visto ostentaria em seu cabeçalho: "OBB nºtal" ou "CRB nºtal" e assim os internautas teríam assim uma (teórica) garantia de qualidade em alguns momentos de leitura online. Por outro lado, os blogs mais fúteis e nem ao menos engraçados não conseguiriam a aprovação da entidade e mergulhariam no limbo cibernético, extingüindo-se depois de certo tempo, sucumbindo ao mais absoluto desprezo da platéia.
Enfim, conseguiríamos gerar uma blogosfera pensante: Cultural, protestatória, romântica, erótica, informativa, divertida!
( pausa )
... acho que delirei demais, nesta!
(: /
Então pensei – numa bobagem, óbvio: Se existem órgãos regulamentadores das categorias (tais quais a OAB e o CRM, por exemplo) por que não então, existir um para os blogueiros? Tudo bem que escrever num blog não é profissão, mas não seria interessante? Teríamos uma OBB (Ordem dos Blogueiros do Brasil) ou um CRB (Conselho Regional de Blogs) que verificaria a qualidade dos blogueiros e os certificaria! Determinaria o código de ética dos blogueiros, o qual orientaria seus membros às linhas de escrita e postagem a serem seguidas – como por exemplos: "Não usurpe/omita a autoria alheia" ou "Se não sabe o que escrever e/ou sobre o que escrever, nada escreva" ...
Daí um blog que valesse a pena ser lido/visto ostentaria em seu cabeçalho: "OBB nºtal" ou "CRB nºtal" e assim os internautas teríam assim uma (teórica) garantia de qualidade em alguns momentos de leitura online. Por outro lado, os blogs mais fúteis e nem ao menos engraçados não conseguiriam a aprovação da entidade e mergulhariam no limbo cibernético, extingüindo-se depois de certo tempo, sucumbindo ao mais absoluto desprezo da platéia.
Enfim, conseguiríamos gerar uma blogosfera pensante: Cultural, protestatória, romântica, erótica, informativa, divertida!
( pausa )
... acho que delirei demais, nesta!
(: /
24.9.06
Por penas racionais
"Marido que agredir a esposa será preso"
Aplaudo a lei do ponto de vista que protege a esposa da impunidade dominante até então, mas... por outro lado, por que ninguém questiona a validade em encarcerar-se um marido agressor?
Como se a população não soubesse que presídios pouco – ou praticamente nada – corrigem o infrator! Precisamos de mais provas de que as cadeias têm tornado-se autênticos "quartéis-generais" do crime organizado? De que o sistema prisional não presta para ressocializar o indivíduo?
E assim, passaremos a colocar pessoas (teoricamente honestas) com tendências violentas junto com marginais, criminosos de toda a espécie. Algo de benéfico pode resultar dessa mistura? Pouco creio.
Que se lembre da pena alternativa! Que tal fazer o marido raivoso descarregar sua energia com uma enxada, carpindo um dos tantos terrenos públicos abandonados? Ou varrendo ruas, ou pintando muros pichados? Talvez não o melhore em nada, mas pelo menos não irá piorá-lo, penso .
Aplaudo a lei do ponto de vista que protege a esposa da impunidade dominante até então, mas... por outro lado, por que ninguém questiona a validade em encarcerar-se um marido agressor?
Como se a população não soubesse que presídios pouco – ou praticamente nada – corrigem o infrator! Precisamos de mais provas de que as cadeias têm tornado-se autênticos "quartéis-generais" do crime organizado? De que o sistema prisional não presta para ressocializar o indivíduo?
E assim, passaremos a colocar pessoas (teoricamente honestas) com tendências violentas junto com marginais, criminosos de toda a espécie. Algo de benéfico pode resultar dessa mistura? Pouco creio.
Que se lembre da pena alternativa! Que tal fazer o marido raivoso descarregar sua energia com uma enxada, carpindo um dos tantos terrenos públicos abandonados? Ou varrendo ruas, ou pintando muros pichados? Talvez não o melhore em nada, mas pelo menos não irá piorá-lo, penso .
17.9.06
Tem pra todos os (des)gostos
Relevante? Sabe-se lá. Mas tive a curiosidade em saber quantos partidos políticos existem no Brasil e, vejam só: Temos aqui apenas 26 partidos! Bom ou ruim? Nem Deus sabe!
Só sei que eu entendia melhor as posições quando só havia esquerda e direita, oposição e situação, com o punhado de partidos que dava para contar nos dedos de uma mão.
Hoje, com este verdadeiro festival de siglas ( Sim, meras siglas, pois ideais partidários de fato... acho que alguns ficam a dever) temos esquerda, temos direita, temos frente, temos centro. Temos os que são de um lado mas tendem a outro. Só não temos traseira. Ao menos oficialmente.
E aqui, algumas curiosidades:
Você sabe o que significa PRONA? Partido da Reedificação da Ordem Nacional (eu nem sabia)
"Reedificação da ordem"? Mais apropriado talvez fosse PHN; Partido da Histeria Nacional, que talvez se confundisse com o PHS (Partido Humanista da Solidariedade).
... ei, o PHS existe de fato. Por incrível que pareça...
O da Heloísa Helena é o Partido Socialismo e Liberdade. E falando em socialismo, social, essas são definições bem freqüentes, nos partidos. Parece-me que a criatividade não é um dos méritos dos criadores de partidos políticos; a maioria dos nomes é parecida.
Do time dos nanicos-patéticos temos o PRTB (do infâme Collor de Melo); Partido Renovador Trabalhista Brasileiro, também conhecido como o partido do eterno "homem do aerotrem" e o PAN; Partido dos Aposentados da Nação, do "Sr. Peroba-neles".
E talvez eu volte a tocar neste assunto, para comentar sobre as propagandas eleitorais – as gratuitas – mais bizarras. (pra não dizer ridículas mesmo)
Ah sim, caso interesse a alguém, a lista completa dos partidos encontra-se aqui:
http://www.camara.gov.br/internet/infdoc/HTML/partidos.htm
Só sei que eu entendia melhor as posições quando só havia esquerda e direita, oposição e situação, com o punhado de partidos que dava para contar nos dedos de uma mão.
Hoje, com este verdadeiro festival de siglas ( Sim, meras siglas, pois ideais partidários de fato... acho que alguns ficam a dever) temos esquerda, temos direita, temos frente, temos centro. Temos os que são de um lado mas tendem a outro. Só não temos traseira. Ao menos oficialmente.
E aqui, algumas curiosidades:
Você sabe o que significa PRONA? Partido da Reedificação da Ordem Nacional (eu nem sabia)
"Reedificação da ordem"? Mais apropriado talvez fosse PHN; Partido da Histeria Nacional, que talvez se confundisse com o PHS (Partido Humanista da Solidariedade).
... ei, o PHS existe de fato. Por incrível que pareça...
O da Heloísa Helena é o Partido Socialismo e Liberdade. E falando em socialismo, social, essas são definições bem freqüentes, nos partidos. Parece-me que a criatividade não é um dos méritos dos criadores de partidos políticos; a maioria dos nomes é parecida.
Do time dos nanicos-patéticos temos o PRTB (do infâme Collor de Melo); Partido Renovador Trabalhista Brasileiro, também conhecido como o partido do eterno "homem do aerotrem" e o PAN; Partido dos Aposentados da Nação, do "Sr. Peroba-neles".
E talvez eu volte a tocar neste assunto, para comentar sobre as propagandas eleitorais – as gratuitas – mais bizarras. (pra não dizer ridículas mesmo)
Ah sim, caso interesse a alguém, a lista completa dos partidos encontra-se aqui:
http://www.camara.gov.br/internet/infdoc/HTML/partidos.htm
11.9.06
Estatística irrelevante
Numa comunidade do Orkut chamada "Quem eu quero não me quer" (com 400 mil e poucos membros) existe um tópico aberto no começo de março deste ano, que tenta descobrir qual é o signo predominante, lá. Hoje totalizei as participações e cheguei a um resultado que pode ser, ao menos, interessante:
– O signo mais desencontrado no amor é o de Leão, com 18 pessoas;
– No outro extremo, temos o Gêmeos, com apenas 3 pessoas.
(131 pessoas participaram do tópico)
O que me leva a pensar...
Leoninos, devido a sua possessividade agressiva, espantam seus desejados?
E os geminianos, como são aéreos, não se apegam a um amor fadado ao fracasso e logo partem para a próxima? Que me respondam os especialistas nessa área...
(: )
– O signo mais desencontrado no amor é o de Leão, com 18 pessoas;
– No outro extremo, temos o Gêmeos, com apenas 3 pessoas.
(131 pessoas participaram do tópico)
O que me leva a pensar...
Leoninos, devido a sua possessividade agressiva, espantam seus desejados?
E os geminianos, como são aéreos, não se apegam a um amor fadado ao fracasso e logo partem para a próxima? Que me respondam os especialistas nessa área...
(: )
4.9.06
Ao menos alguma coisa...
Não sei bem graças a quem, se ao TSE ou a outro órgão governamental, mas devo uma "tirada de chapéu" pela considerável limpeza que está sendo esta campanha eleitoral. Não falo, claro, sobre a limpeza da corrupção – haja visto que considero a laia política corrupta e corruptível uma praga mais indestrutível que as baratas – mas sim de nossos postes, nossos logradouros públicos.
Fosse como nas eleições anteriores, a pouco menos de um mês do dia decisivo, nossas ruas e avenidas já estariam abarrotadas de sorridentes candidatos, a amontoarem-se em postes, muros, viadutos, árvores ou qualquer outro objeto no qual fosse possível afixar-se uma faixa, um cartaz. E ficava aquele duplo lixo (poluição visual e residual, conforme deterioração do material) ali e acolá, a nos incomodar a vista e, principalmente, a paciência.
Ao menos aqui onde moro, a propaganda tem sido civilizada: Distribuição de panfletos de mão em mão e carros de som tocando muquisinhas 'eleitoreiras'. Lógico que tais canções incomodam, mas elas vêm e passam. E não deixam detritos para entupir as chamadas "bocas-de-lobo". Quanto aos panfletos, já prevejo o triste fim: Serão devidamente distribuídas até as vésperas da votação, quando sem mais utilidade, serão lançadas ao vento. Lixo eleitoral que tornará-se, enfim, pleno lixo.
E aqui, um toque de nostalgia...
Ah, que saudade daqueles tempos em que colavam cartazes (de papel) nos postes com o rosto do sujeito e eu ia ali, munido de lápis e canetinhas coloridas e transfigurava o sujeito! De um sóbrio senhor à uma desvairada drag queen! De uma respeitável senhora à uma coelhinha-da-páscoa!
Era tão bom ver a reação dos pedestres, ao depararem-se com minhas "obras de arte"... de um discreto sorriso ao riso desmoderado... Ai, ai. Era a minha doce vingança dos porcalhões eleitorais...
(: )
Fosse como nas eleições anteriores, a pouco menos de um mês do dia decisivo, nossas ruas e avenidas já estariam abarrotadas de sorridentes candidatos, a amontoarem-se em postes, muros, viadutos, árvores ou qualquer outro objeto no qual fosse possível afixar-se uma faixa, um cartaz. E ficava aquele duplo lixo (poluição visual e residual, conforme deterioração do material) ali e acolá, a nos incomodar a vista e, principalmente, a paciência.
Ao menos aqui onde moro, a propaganda tem sido civilizada: Distribuição de panfletos de mão em mão e carros de som tocando muquisinhas 'eleitoreiras'. Lógico que tais canções incomodam, mas elas vêm e passam. E não deixam detritos para entupir as chamadas "bocas-de-lobo". Quanto aos panfletos, já prevejo o triste fim: Serão devidamente distribuídas até as vésperas da votação, quando sem mais utilidade, serão lançadas ao vento. Lixo eleitoral que tornará-se, enfim, pleno lixo.
E aqui, um toque de nostalgia...
Ah, que saudade daqueles tempos em que colavam cartazes (de papel) nos postes com o rosto do sujeito e eu ia ali, munido de lápis e canetinhas coloridas e transfigurava o sujeito! De um sóbrio senhor à uma desvairada drag queen! De uma respeitável senhora à uma coelhinha-da-páscoa!
Era tão bom ver a reação dos pedestres, ao depararem-se com minhas "obras de arte"... de um discreto sorriso ao riso desmoderado... Ai, ai. Era a minha doce vingança dos porcalhões eleitorais...
(: )
3.9.06
"Sou linda e sarada"

Para uns, o chat (também conhecido como "sala de bate-papo"virtual) é uma tremenda babaquice; para outros, um antro de psicopatas. Há os que têm a sorte de encontrar um chat realmente agradável onde todas as conversas sejam frutíferas - sejam lá em que sentido forem - mas estes casos são raros. Eu gostaria então, de falar um pouco a respeito desse ambiente exótico que, estranhamente, tanto me atrai.
Tenho uma teoria que, embora sem embasamento científico algum, sustento com considerável convicção: As "lindas", "gatinhas" e congêneres ali presentes são feias!
Evidente que, como toda "regra", esta também pode e deve ter suas exceções; vez ou outra é possível que uma "linda" seja linda de fato. Mas em geral...
Vejo a maioria das salas de chat como bailes à fantasia, onde a pessoa experimenta 'viver' o que ela realmente gostaria de ser, na vida real. Ali têm-se a oportunidade de ser o que não é; o homem que gostaria de ser mulher ou vice-versa, o covarde que gostaria de ser valentão, o feio que gostaria de ser bonito, o tímido que gostaria de ser extrovertido... eu me encaixo nesse último, mas não desviemos do foco principal do texto de hoje, que é a aparência física.
Falo sobre as mulheres. Ou supostas mulheres do chat. Ou ainda, das meninas.
Se há realidade na beleza destas figuras, por que haveriam estas de alardear a característica? Para "vender seu melhor peixe"? Pois não creio. Nem belas são. Vendem a imagem que gostariam de ter, auto-afagando-se o ego.
Pelo que pude comprovar durante todos estes anos de 'pesquisa' em chats, descobri que as que se definem como feias são, na verdade, bonitas. Assim sendo, por que não a recíproca ser verdadeira, em seu inverso?
Detalhe à parte: As "lindas" costumam escrever mal, o que reforça ainda mais a minha tese de que elas sejam feias; pois mesmo que a 'embalagem' seja atraente, um conteúdo insosso ou deteriorado destoa completamente o quadro geral. E a feiúra predomina, ao menos na minha opinião.
Enfim, nada prova, mas acredito que estas pessoas sejam meninas recém-moças. Por mais que afirmem possuir uma idade... ahn, digamos, adulta. E adoro 'rasgar'-lhes a fantasia, só pra ver a reação. A maioria não sabe dar outra resposta senão um pesado impropério. Coisa típica da molecada mesmo.
: )
31.8.06
Ao vencedor, as batatas
O supermercado que costumo freqüentar realiza semanalmente grandes promoções na área dos hortifruti e, nestes dias, o volume de clientes aumenta absurdamente, como é de se prever. Os preços são realmente atraentes e, vez ou outra, me arrisco a entrar no meio daquele "formigueiro" humano.
Quem já esteve num desses locais, e justamente nesses dias, sabe o desafio que é pilotar o carrinho de compras em meio à multidão. Somos empurrados, acabamos empurrando outrem inocentemente. E nessas horas noto – embora ciente de que isso não é nenhuma regra geral – que os homens são mais educados no trânsito. Naquele trânsito, pra ser mais exato. Muitos chegam a se desculpar por uma trombadinha inadvertida ou o enrosco num corredor superlotado. Por outro lado...
As donas-de-casa – não todas, lógico! Mas muitas – são "carniceiras" ali. Empurram e enfim seus carrinhos onde bem entendem, tal qual motoristas de lotação que, aparentemente, dirigem seus bólidos numa terra-sem-lei, onde vence o mais forte. Ou o mais ignorante, na acepção mais troglodita da palavra.
Estas senhoras, creiam-me, só têm olhos para as plaquetas com preços e seus respectivos produtos. Para mais nada têm olhos. Você estava na frente? Elas não vêem! Seu pé estava distraidamente no meio do caminho delas? Pois passam por cima e nem olham na sua cara, pois – segundo o que elas devem pensar, suponho – é preciso escolher logo aquelas batatas naquele preço fantástico e a educação é o que pouco parece importar. Seu pé? Menos ainda.
E acotovelam-se, empurrando-nos. Às vezes imagino que essa agressividade é um resquício do Homo sapiens ("Homo sapiens fêmea"... ?) que perdura até os dias atuais; é preciso providenciar alimento para prole, seja a custa do que for. Mais desesperadamente ainda, se o custo for convenientemente baixo e a concorrência grande. A gentileza? Esta também custa pouco. Mas tão pouco, que em alguns locais já não está valendo mais praticamente nada. Como nestes mercados...
Deus nos livre, pois, das donas-de-casa trogloditas.
Amém.
: /
Quem já esteve num desses locais, e justamente nesses dias, sabe o desafio que é pilotar o carrinho de compras em meio à multidão. Somos empurrados, acabamos empurrando outrem inocentemente. E nessas horas noto – embora ciente de que isso não é nenhuma regra geral – que os homens são mais educados no trânsito. Naquele trânsito, pra ser mais exato. Muitos chegam a se desculpar por uma trombadinha inadvertida ou o enrosco num corredor superlotado. Por outro lado...
As donas-de-casa – não todas, lógico! Mas muitas – são "carniceiras" ali. Empurram e enfim seus carrinhos onde bem entendem, tal qual motoristas de lotação que, aparentemente, dirigem seus bólidos numa terra-sem-lei, onde vence o mais forte. Ou o mais ignorante, na acepção mais troglodita da palavra.
Estas senhoras, creiam-me, só têm olhos para as plaquetas com preços e seus respectivos produtos. Para mais nada têm olhos. Você estava na frente? Elas não vêem! Seu pé estava distraidamente no meio do caminho delas? Pois passam por cima e nem olham na sua cara, pois – segundo o que elas devem pensar, suponho – é preciso escolher logo aquelas batatas naquele preço fantástico e a educação é o que pouco parece importar. Seu pé? Menos ainda.
E acotovelam-se, empurrando-nos. Às vezes imagino que essa agressividade é um resquício do Homo sapiens ("Homo sapiens fêmea"... ?) que perdura até os dias atuais; é preciso providenciar alimento para prole, seja a custa do que for. Mais desesperadamente ainda, se o custo for convenientemente baixo e a concorrência grande. A gentileza? Esta também custa pouco. Mas tão pouco, que em alguns locais já não está valendo mais praticamente nada. Como nestes mercados...
Deus nos livre, pois, das donas-de-casa trogloditas.
Amém.
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26.8.06
Mea culpa
Às vezes paramos de escrever – involuntariamente ou não – e parece que "empacamos"; desaparece o ânimo da escrita. Nem é por falta de assunto, mas... sei lá, perde-se momentaneamente o hábito? Mas sei que é preciso escrever algo. Não para manter aquela insâna mania de alguns blogueiros que se sentem na obrigação de manter atualizações diárias – mesmo que à custa de mensagens completamente vazias – mas porque já me incomoda abrir minha própria página e ver no texto mais 'recente' algo referente a um jogo de futebol que já aconteceu, já foi festejado (ou lamentado) e até mesmo, esquecido.
Deixando de lado o 'pseudo' e partindo para o lado mais blog da coisa; digo-lhes que um chat é um dos principais culpados – depois que perdi meu "bode expiatório" oficial, o Orkut – por minha ausência no universo bloguístico. Fico na sala de bate-papo, algumas vezes a rir, muitas outras vezes a me aborrecer, mas sempre... quase sempre acabo não resistindo a tentação de ali adentrar, para encontrar pouquíssimas pessoas que me valem um bom colóquio. E nisso...
Acabo me esquecendo de escrever aqui, de acompanhar a minha rede de favoritos. E por isso peço desculpas aos meus escassos e valiosos leitores/escritores por esta tremenda falta de consideração.
Que eu retome o meu ritmo de cronista e/ou escrevinhador de futilidades, amém.
(: )
Deixando de lado o 'pseudo' e partindo para o lado mais blog da coisa; digo-lhes que um chat é um dos principais culpados – depois que perdi meu "bode expiatório" oficial, o Orkut – por minha ausência no universo bloguístico. Fico na sala de bate-papo, algumas vezes a rir, muitas outras vezes a me aborrecer, mas sempre... quase sempre acabo não resistindo a tentação de ali adentrar, para encontrar pouquíssimas pessoas que me valem um bom colóquio. E nisso...
Acabo me esquecendo de escrever aqui, de acompanhar a minha rede de favoritos. E por isso peço desculpas aos meus escassos e valiosos leitores/escritores por esta tremenda falta de consideração.
Que eu retome o meu ritmo de cronista e/ou escrevinhador de futilidades, amém.
(: )
16.8.06
Miscelânea
E nesta noite teremos a final da Libertadores da América, entre dois brasileiros: O gaúcho e o paulista. O que tenho a ver com isso, se não torço pra time de futebol nenhum? Simples: Como o jogo terá início às 22 horas, deduzo de antemão que hoje não conseguirei dormir cedo.
Se o São Paulo vencer, explodirão fogos da torcida tricolor. E se perder, outros fogos quebrarão o silêncio de uma noite de quarta-feira: Colorados que moram aqui na capital paulista? Não! Os da torcida adversária! Por certo corintianos e palmeirenses não perderão a oportunidade de zombar com o rival. Ai, ai. Tô ferrado.
* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *
E como questionei sobre a atuação do Rui Pimenta na corrida eleitoral, é justo que eu abra aqui o espaço para a defesa do mesmo. Não que ele venha a surgir aqui neste humilde e insignificante blog, mas que coloco abaixo o link de uma página do partido a que ele pertence (coisa oficial, portanto), relatando sua atual situação.
Diz que o Rui, além de não ser convidado para nenhum debate ou entrevista, ainda teve sua candidatura indeferida pelo TSE, é mole?
http://www.pco.org.br/conoticias/eleicoes_2006/15ago_cassacao.htm
Coitado, tão apagado, o sujeito. Bem que ele poderia usar a tática eneasiana: "Meu nome é RUI! RUI !!!"
Pelo menos assim talvez a mídia lhe prestasse alguma atenção. Acho...
Se o São Paulo vencer, explodirão fogos da torcida tricolor. E se perder, outros fogos quebrarão o silêncio de uma noite de quarta-feira: Colorados que moram aqui na capital paulista? Não! Os da torcida adversária! Por certo corintianos e palmeirenses não perderão a oportunidade de zombar com o rival. Ai, ai. Tô ferrado.
* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *
E como questionei sobre a atuação do Rui Pimenta na corrida eleitoral, é justo que eu abra aqui o espaço para a defesa do mesmo. Não que ele venha a surgir aqui neste humilde e insignificante blog, mas que coloco abaixo o link de uma página do partido a que ele pertence (coisa oficial, portanto), relatando sua atual situação.
Diz que o Rui, além de não ser convidado para nenhum debate ou entrevista, ainda teve sua candidatura indeferida pelo TSE, é mole?
http://www.pco.org.br/conoticias/eleicoes_2006/15ago_cassacao.htm
Coitado, tão apagado, o sujeito. Bem que ele poderia usar a tática eneasiana: "Meu nome é RUI! RUI !!!"
Pelo menos assim talvez a mídia lhe prestasse alguma atenção. Acho...
15.8.06
Meu título de eleitor foi cancelado, eba!


... que nada, é só mais uma das inúmeras arapucas online que rondam a grande rede e, vez ou outra, surgem à nossa porta. Qualquer internauta, por mais iniciante que seja, já deve ter recebido diversas do gênero e suas variantes e até aí, nenhuma novidade. Mas fiz questão de colar aqui o e-mail que recebi, pois é de tamanha ingenuidade (de certo ponto de vista) que chega mesmo a ser hilário, reparem:
• O e-mail veio do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que estranhamente se auto-denomina "Supremo Tribunal Eleitoral (?!)"! E, acreditem, meus caros leitores, o tal TSE (ou STE?) usa um servidor de e-mail ESPANHOL! Será que até o "gov.br" já foi privatizado e não fiquei sabendo? (gargalhada)
• Sem que eu jamais houvesse posto meus pés virtuais no site do TSE, recebo dele um e-mail que, não obstante ser um aviso de cancelamento, inicia-se com um "Bem-vindo" !
• E depois da superficial justificativa, fica patente a ânsia do mal intencionado em capturar seu trouxa com uma "click-onda": "Clicando, clicar, clicada, clique, clicar e clique"!
( Detalhe interessante: A tal irregularidade sublinhada não se trata de um link, sendo links apenas os dois "clique aqui" no final do corpo da mensagem. E sabem para onde apontam?
http://stebrasil.com.sapo.pt/tse http://tsebrasildois.com.sapo.pt/tse
É, minha gente, novamente está provada a globalização de nosso poder público, heheheh... ou será que o hacker quis demonstrar autenticidade com o 'pt', porque nosso governo é petista? (outra gargalhada )
• Entretanto, o fim-da-picada foi mesmo o "caso não consega".
Pois é, eu não 'consegui', e certamente ninguém consegará, também.
E tudo isso, claro, acompanhado da maior evidência de falcatrua online: Onde está a identificação do destinatário (no caso, eu)? Não há! Nenhum dado pessoal meu, sequer meu nome consta em parte alguma da mensagem. E a mesma nem foi enviada diretamente a mim. Ora, ora. : )
Ai, ai... Adoro rir com as coisas tapadas que esses moleques escrevem, heheheh.
: D
14.8.06
Sopa de letrinhas
Antigamente, quando nossa frota automobilística era constituída de uma grande maioria de carros sem grandes recursos (acessórios), o anúncio impresso de um carro era compreensível, pois poucos possuíam algo além de faróis de milha e vidros elétricos. Hoje, com o perceptível aumento dos acessórios, veio a necessidade de transformar itens em sumárias siglas. Culpa do método de cobrança de anúncio (por caractere) ou dos lojistas que não se preocupam em criar um anúncio de fácil compreensão (mesmo que tenham que investir um pouco mais para e por isso) ?
Deixando o blablabla de lado, passemos ao exemplo prático, que desta forma entenderão melhor o que estou tentando dizer. Vocês interessariam-se em comprar um carro com:
" 4PTS, VE, TE, VV, AQ, TT, LT " ... ?
Hum, vejamos...
"4PTS" está fácil: É um carro com quatro portas. "VE"? Vidros elétricos. "TE"? Travas elétricas. "VV"? Vidros verdes. "AQ"? Ar quente. "TT"? Ahn... teto tampado? temporizador do turbo? tapeçaria tropical? Utz, não sei. Enfim o "LT" que é... ah sim, Limpador de párabrisa traseiro.
Vê como a coisa não é tão simples assim? E isso porque lido com carros diariamente...
E que tal este outro exemplo, também real:
" AC, DH, VTE, CD, EE, Film, RLL, Milha " ?
Descobriu com facilidade? Confira a (minha suposta) resposta, no final deste texto.
Porque ainda tem mais, muito mais!
RD: Rádio digital. Ou relógio digital. Ou também pode ser a mera redução de "rodas", subsentendendo-se que são rodas esportivas, evidentemente.
RDS: Este sim, significaria "rodas" ou poderia ser algum "Rádio Digital c/ Surround"?
LLT: Luz de leitura traseira?
CM: Capota marítima (em picapes)
PC: Protetor de capô. Ou de cárter. Ou será que tem mesmo um computador a bordo?
FN: Farol de neblina? Ou "frente nova"? Ou quem sabe, "fabricação nacional" ?
UD: Único dono.
DT: Dt... dt... "desenho no teto" ?!! Ah! Sei lá !!
Af. Isto me dá é dor-de-cabeça.
Pra concluir: Meu carro não tem VE, TE, EL, LLT, LT, RDL, AC, CD e nem DH, mas em compensação é MBC; RQ, ME e RC.
; )
Entendo (ou suponho) que: Este carro possui: Ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricas, cd player, espelho elétrico, insulfilme, rodas de liga-leve e faróis de milha. Será que acertei? Ou acertamos? Ou sua resposta divergiu da minha? Caso positivo, bem-vindo ao confundível universo dos anúncios de usados!!
: D
Deixando o blablabla de lado, passemos ao exemplo prático, que desta forma entenderão melhor o que estou tentando dizer. Vocês interessariam-se em comprar um carro com:
" 4PTS, VE, TE, VV, AQ, TT, LT " ... ?
Hum, vejamos...
"4PTS" está fácil: É um carro com quatro portas. "VE"? Vidros elétricos. "TE"? Travas elétricas. "VV"? Vidros verdes. "AQ"? Ar quente. "TT"? Ahn... teto tampado? temporizador do turbo? tapeçaria tropical? Utz, não sei. Enfim o "LT" que é... ah sim, Limpador de párabrisa traseiro.
Vê como a coisa não é tão simples assim? E isso porque lido com carros diariamente...
E que tal este outro exemplo, também real:
" AC, DH, VTE, CD, EE, Film, RLL, Milha " ?
Descobriu com facilidade? Confira a (minha suposta) resposta, no final deste texto.
Porque ainda tem mais, muito mais!
RD: Rádio digital. Ou relógio digital. Ou também pode ser a mera redução de "rodas", subsentendendo-se que são rodas esportivas, evidentemente.
RDS: Este sim, significaria "rodas" ou poderia ser algum "Rádio Digital c/ Surround"?
LLT: Luz de leitura traseira?
CM: Capota marítima (em picapes)
PC: Protetor de capô. Ou de cárter. Ou será que tem mesmo um computador a bordo?
FN: Farol de neblina? Ou "frente nova"? Ou quem sabe, "fabricação nacional" ?
UD: Único dono.
DT: Dt... dt... "desenho no teto" ?!! Ah! Sei lá !!
Af. Isto me dá é dor-de-cabeça.
Pra concluir: Meu carro não tem VE, TE, EL, LLT, LT, RDL, AC, CD e nem DH, mas em compensação é MBC; RQ, ME e RC.
; )
Entendo (ou suponho) que: Este carro possui: Ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricas, cd player, espelho elétrico, insulfilme, rodas de liga-leve e faróis de milha. Será que acertei? Ou acertamos? Ou sua resposta divergiu da minha? Caso positivo, bem-vindo ao confundível universo dos anúncios de usados!!
: D
11.8.06
E lá vêm as eleições...
Dos presidenciáveis, um vem batendo constantemente na tecla da fidelidade partidária: José Maria Eymael.
Fidelidade partidária é tão importante assim? É, pois sempre existem os espertalhões que pegam carona num dos partidos nanicos só para conseguirem se eleger e, lá dentro estando, mudam de legenda tanto quanto a mulher troca de roupa, na indecisão de qual vestido usar no baile. Ou na festa. Me refiro à mulher, embora para muitos parlamentares, a vida política seja mesmo uma festança. (vide Angela Guadagnin, por exemplo)
E aqui entra o X da questão: Eymael tenta coibir a entrada desses levianos no poder legislativo, através de maior rigor em tal fidelidade? Pois não creio. Penso eu que, Eymael nunca trocou de partido durante todos esses anos porque se fizesse isso, perderia o seu conhecidíssimo jingle.
Ou que atire a primeira pedra o eleitor brasileiro que nunca se pegou com uma musiquinha grudenta na cabeça?
" Ei...
Ei...
Eymael! Um democrata cristão... "
E ainda, sobre o mesmo assunto: Oficialmente havia um candidato do PCO, o Rui Pimenta. Por que a mídia não fala nada sobre ele? Só porque as intenções de voto nele mal chegam a 1%? Ah, não deve ser por isso. Será que ele está se movendo, fazendo campanha? Ou ele próprio descrê de suas possibilidades e já se deitou na rede? Sinceramente não sei. E enquanto isso, câmeras acompanham cada movimento – por mais insignificante que este seja – dos outros presidenciáveis: "Candidato Fulano entrou numa padaria e comeu uma coxinha de frango"; "Candidato Beltrano caminhou por uma feira"; "Candidato Ciclano pisou em fezes de cachorro e culpou o governo federal por isso"...
Evidentes exageros à parte, qual a relevância disso tudo?
Fidelidade partidária é tão importante assim? É, pois sempre existem os espertalhões que pegam carona num dos partidos nanicos só para conseguirem se eleger e, lá dentro estando, mudam de legenda tanto quanto a mulher troca de roupa, na indecisão de qual vestido usar no baile. Ou na festa. Me refiro à mulher, embora para muitos parlamentares, a vida política seja mesmo uma festança. (vide Angela Guadagnin, por exemplo)
E aqui entra o X da questão: Eymael tenta coibir a entrada desses levianos no poder legislativo, através de maior rigor em tal fidelidade? Pois não creio. Penso eu que, Eymael nunca trocou de partido durante todos esses anos porque se fizesse isso, perderia o seu conhecidíssimo jingle.
Ou que atire a primeira pedra o eleitor brasileiro que nunca se pegou com uma musiquinha grudenta na cabeça?
" Ei...
Ei...
Eymael! Um democrata cristão... "
E ainda, sobre o mesmo assunto: Oficialmente havia um candidato do PCO, o Rui Pimenta. Por que a mídia não fala nada sobre ele? Só porque as intenções de voto nele mal chegam a 1%? Ah, não deve ser por isso. Será que ele está se movendo, fazendo campanha? Ou ele próprio descrê de suas possibilidades e já se deitou na rede? Sinceramente não sei. E enquanto isso, câmeras acompanham cada movimento – por mais insignificante que este seja – dos outros presidenciáveis: "Candidato Fulano entrou numa padaria e comeu uma coxinha de frango"; "Candidato Beltrano caminhou por uma feira"; "Candidato Ciclano pisou em fezes de cachorro e culpou o governo federal por isso"...
Evidentes exageros à parte, qual a relevância disso tudo?
9.8.06
Portas cadentes
E enquanto o avião da TAM está caindo os pedaços, literalmente, fico a pensar... não no pânico em que ficaram os passageiros do vôo ou nos apavorados funcionários e clientes do supermercado sobre o qual caiu a porta do avião – provocando estrondo que levou muitos a pensarem que se tratava de uma bomba – pois estes foram fartamente divulgados pelos jornais, mas na situação do vizinho desse estabelecimento, que também recebeu a "visita" inesperada de outro pedaço – este, bem menor – da aeronave; o motel.
Motéis, motéis. Sei bem que a discrição é a alma desse negócio. E justamente por isso pouco se falou a respeito. Certamente não houve danos, nem feridos, mas... e o susto? Evidente que nenhum cliente que porventura se encontrasse lá naquele momento iria prestar depoimento frente às câmeras e por isso, fico eu a imaginar a situação...
Que inusitadas situações – assustadoras na hora e patéticas depois – teriam acontecido numa suíte sobre a qual caísse um objeto do céu? Ou, imaginando ainda mais, se a tal porta de 250 quilos invadisse o teto e se estatelasse na piscina, transbordando sua água (Por sorte, justamente quando o casal se encontrasse na cama) ?
Deus do céu, acho que eu teria um troço...
E, pensando bem, deve ser recomendável escolher melhor os motéis aonde vou, evitando os que ficam próximos ao aeroporto ou sob a rota de aviões. (Principalmente se forem dos temíveis Fokker 100 da TAM... )
E é de enorme mau gosto fazer piadinha com o assunto, eu sei. Quem não se lembra dos quase cem corpos enfileirados pelas ruas do bairro de Jabaquara, mortos naquela terrível queda? Mas é que não resisti a fantasiar sobre a quebra da rotina de um motel, me perdoem...
(: T
Motéis, motéis. Sei bem que a discrição é a alma desse negócio. E justamente por isso pouco se falou a respeito. Certamente não houve danos, nem feridos, mas... e o susto? Evidente que nenhum cliente que porventura se encontrasse lá naquele momento iria prestar depoimento frente às câmeras e por isso, fico eu a imaginar a situação...
Que inusitadas situações – assustadoras na hora e patéticas depois – teriam acontecido numa suíte sobre a qual caísse um objeto do céu? Ou, imaginando ainda mais, se a tal porta de 250 quilos invadisse o teto e se estatelasse na piscina, transbordando sua água (Por sorte, justamente quando o casal se encontrasse na cama) ?
Deus do céu, acho que eu teria um troço...
E, pensando bem, deve ser recomendável escolher melhor os motéis aonde vou, evitando os que ficam próximos ao aeroporto ou sob a rota de aviões. (Principalmente se forem dos temíveis Fokker 100 da TAM... )
E é de enorme mau gosto fazer piadinha com o assunto, eu sei. Quem não se lembra dos quase cem corpos enfileirados pelas ruas do bairro de Jabaquara, mortos naquela terrível queda? Mas é que não resisti a fantasiar sobre a quebra da rotina de um motel, me perdoem...
(: T
7.8.06
27.7.06
Plim, plim !
Atrasado, mas quero deixar registrado o meu inconformismo com o final da novela global "Belíssima". Puxa vida, ao menos na ficção poderíamos ter uma válvula de escape para a revoltante impunidade que muitas vezes se vê, na vida real. Mas não; Bia Falcão terminou como princesa de um conto de fadas.
E, continuando no mesmo canal, vieram as Páginas da vida.
Novela curiosa, pois nunca vi tantos "cariocas" sem sotaque, juntos. Talvez seja a vingança dos paulistanos, que foram obrigados a acompanhar "paulistas" com um carioquêshhh para Romário nenhum botar defeito...
Poucos são os que falam o devido carioquês, à exceção do elenco infantil. E isso é um caso típico: Chego a imaginar que só existam escolas cênicas infanto-juvenis no Rio de Janeiro, pois de cada dez crianças, nove "chiam" mais que a Suzana Vieira pra falar.
(E vou mudar o foco do assunto antes que meus amigos do outro lado da ponte-aérea comecem a me atirar tomates podres, heheh)
E alguém teve a infelicidade de assistir ao lastimável depoimento (daqueles que surgem ao final de cada capítulo) de uma distinta senhora que declarou, sem o menor pudor, que depois de certo dia ao ouvir uma canção do Roberto Carlos – e terminar por ficar sem calcinha e toda molhada (sic) – descobriu que não precisava mais dos homens?
Pois eu fiquei com pena do cantor.
E minha mulher, pasma com o absurdo.
Horário nobre, novela das 8, Rede Globo ?!
Eu hein...
Apologia à masturbação até vá lá, mas que ao menos seja de uma maneira mais discreta, mais sutil, mais elegante... mais condizente com o horário... e a emissora. (acho)
E, continuando no mesmo canal, vieram as Páginas da vida.
Novela curiosa, pois nunca vi tantos "cariocas" sem sotaque, juntos. Talvez seja a vingança dos paulistanos, que foram obrigados a acompanhar "paulistas" com um carioquêshhh para Romário nenhum botar defeito...
Poucos são os que falam o devido carioquês, à exceção do elenco infantil. E isso é um caso típico: Chego a imaginar que só existam escolas cênicas infanto-juvenis no Rio de Janeiro, pois de cada dez crianças, nove "chiam" mais que a Suzana Vieira pra falar.
(E vou mudar o foco do assunto antes que meus amigos do outro lado da ponte-aérea comecem a me atirar tomates podres, heheh)
E alguém teve a infelicidade de assistir ao lastimável depoimento (daqueles que surgem ao final de cada capítulo) de uma distinta senhora que declarou, sem o menor pudor, que depois de certo dia ao ouvir uma canção do Roberto Carlos – e terminar por ficar sem calcinha e toda molhada (sic) – descobriu que não precisava mais dos homens?
Pois eu fiquei com pena do cantor.
E minha mulher, pasma com o absurdo.
Horário nobre, novela das 8, Rede Globo ?!
Eu hein...
Apologia à masturbação até vá lá, mas que ao menos seja de uma maneira mais discreta, mais sutil, mais elegante... mais condizente com o horário... e a emissora. (acho)
26.7.06
A moça do meio-fio
Nós que temos comércio aberto na avenida às vezes presenciamos cenas curiosas. Algumas inéditas, outras que nos chamam a atenção por sua freqüência. E hoje quero escrever sobre o segundo caso.
Quase que diariamente avistamos – sempre no final da tarde – uma garota loira que sempre anda no meio-fio. Sempre! Ela jamais anda sobre a calçada. Nas primeiras vezes em que começamos a notá-la, até imaginamos que havia alguma sujeira no caminho de pedestres; "Os (por aqui) inevitáveis 'detritos' caninos?" ou até mesmo que ela fizesse aquilo intencionalmente, a fim de atrair olhares masculinos? (As mulheres negam com veemência, mas que isso é um belo afago no ego delas, ah, isso é! E não duvido nada que, por trás da aparência de completa repugnância ante os olhares "salivosos", muitas mulheres devem estar regozijando-se, por dentro )
A insistente repetição da cena nos provou que ela não fugia da área minada pelos cachorros, tanto pelos de 4, quanto pelos de 2 patas (hehe), pois era impossível existir tanta merda e tanta platéia assim, para assistir ao "desfile" dela. Às vezes, ninguém.
E tendo alguém a notá-la ou não, sempre passava – e passa – incólume. A passos ligeiros, sem nem ao menos olhar para os lados. Em trechos onde há carros estacionados – e por aqui sempre há, ao longo destes quarteirões todos – caminha entre eles e os veículos que transitam pela avenida em suas frenéticas velocidades. Passar para a calçada? Nunca! Nem mesmo sob a iminência de ser atropelada por um ônibus ao parar em frente ao seu ponto de passageiros.
Talvez algum leitor levante a hipótese de ela calçar saltos altos e estar fugindo da irregularidade do piso urbano, mas descarto desde já: Ela usa tênis.
Não fosse eu um ser tão acanhado, já teria abordado-a para elucidar este mistério. No entanto... seguirei meus dias a vê-la desafiando os carros na avenida, sem nada entender. Talvez, já velhinho, eu conte esta aos meus netos, sob o título de "Lendas da periferia"...
: T
Quase que diariamente avistamos – sempre no final da tarde – uma garota loira que sempre anda no meio-fio. Sempre! Ela jamais anda sobre a calçada. Nas primeiras vezes em que começamos a notá-la, até imaginamos que havia alguma sujeira no caminho de pedestres; "Os (por aqui) inevitáveis 'detritos' caninos?" ou até mesmo que ela fizesse aquilo intencionalmente, a fim de atrair olhares masculinos? (As mulheres negam com veemência, mas que isso é um belo afago no ego delas, ah, isso é! E não duvido nada que, por trás da aparência de completa repugnância ante os olhares "salivosos", muitas mulheres devem estar regozijando-se, por dentro )
A insistente repetição da cena nos provou que ela não fugia da área minada pelos cachorros, tanto pelos de 4, quanto pelos de 2 patas (hehe), pois era impossível existir tanta merda e tanta platéia assim, para assistir ao "desfile" dela. Às vezes, ninguém.
E tendo alguém a notá-la ou não, sempre passava – e passa – incólume. A passos ligeiros, sem nem ao menos olhar para os lados. Em trechos onde há carros estacionados – e por aqui sempre há, ao longo destes quarteirões todos – caminha entre eles e os veículos que transitam pela avenida em suas frenéticas velocidades. Passar para a calçada? Nunca! Nem mesmo sob a iminência de ser atropelada por um ônibus ao parar em frente ao seu ponto de passageiros.
Talvez algum leitor levante a hipótese de ela calçar saltos altos e estar fugindo da irregularidade do piso urbano, mas descarto desde já: Ela usa tênis.
Não fosse eu um ser tão acanhado, já teria abordado-a para elucidar este mistério. No entanto... seguirei meus dias a vê-la desafiando os carros na avenida, sem nada entender. Talvez, já velhinho, eu conte esta aos meus netos, sob o título de "Lendas da periferia"...
: T
24.7.06
Pequenas curiosidades da terra "frevente"
1) Coincidentemente existe uma cerveja chamada Frevo, mas não foi encontrada nas prateleiras dos mercados. Deduz-se que: O sabor é tão ruim que até a (argh) Schin vende mais; O preço é tão salgado que mais compensa comprar uma Skol; ou o recifense só aprecia o frevo 'dançável', em detrimento ao frevo potável?
Por falta de opção – e também, por via das dúvidas – fiquei com a Brahma mesmo.
2) O que para nós paulistanos é conhecido como "gato", lá é chamado de "macaco"; As ligações elétricas clandestinas, sabem? Interessante notar que a alcunha parece ser tão difundida – praticamente oficializada, – que é utilizada até mesmo na propaganda institucional da companhia elétrica do Estado.
3) A despeito de seu nome, o bairro de Prazeres não é dos que proporcionam tantos prazeres assim. Segundo o que notei, o nome correto poderia ser "Desprazeres". E falando em desprazeres, eu teria desprazer em residir em certos bairros com nomes... ahn, não muito agradáveis, tais como "Aflitos", "Afogados" e "Barro".
Imagine-se respondendo a alguém: "Eu? Eu moro... no Barro... "
4) Já esta não sei se é só do pernambucano ou abrange outros estados: O "Urso".
Estava eu em um grupo que ouvia rádio quando, num programa humorístico, surgiu a expressão "Disque-urso" e todos – à exceção de mim – riram. Posteriormente vim a descobrir de que se tratava o "animal"; Bem diferente de um autêntico urso ou mesmo de um similar de pelúcia, o bicho em questão é... o Amante!!
Af...
Por falta de opção – e também, por via das dúvidas – fiquei com a Brahma mesmo.
2) O que para nós paulistanos é conhecido como "gato", lá é chamado de "macaco"; As ligações elétricas clandestinas, sabem? Interessante notar que a alcunha parece ser tão difundida – praticamente oficializada, – que é utilizada até mesmo na propaganda institucional da companhia elétrica do Estado.
3) A despeito de seu nome, o bairro de Prazeres não é dos que proporcionam tantos prazeres assim. Segundo o que notei, o nome correto poderia ser "Desprazeres". E falando em desprazeres, eu teria desprazer em residir em certos bairros com nomes... ahn, não muito agradáveis, tais como "Aflitos", "Afogados" e "Barro".
Imagine-se respondendo a alguém: "Eu? Eu moro... no Barro... "
4) Já esta não sei se é só do pernambucano ou abrange outros estados: O "Urso".
Estava eu em um grupo que ouvia rádio quando, num programa humorístico, surgiu a expressão "Disque-urso" e todos – à exceção de mim – riram. Posteriormente vim a descobrir de que se tratava o "animal"; Bem diferente de um autêntico urso ou mesmo de um similar de pelúcia, o bicho em questão é... o Amante!!
Af...
23.7.06
Verde-amarelo?
A estas alturas, falar sobre a malfadada Copa do Mundo da Alemanha seria chorar sobre o leite derramado e evaporado, até. Enfim, concluo este meu pré-aquecimento de escritas online com uma declaração:
De verde e amarelo agora, só o periquito de estimação da minha muié!
E, como diria o Cardinot : Acabou essa porcaria !!
Hunf! ): T
De verde e amarelo agora, só o periquito de estimação da minha muié!
E, como diria o Cardinot : Acabou essa porcaria !!
Hunf! ): T
5.7.06
Fora da área de cobertura
Escrevendo em caráter temporário (ou seria emergencial?) da capital pernambucana. Ou, para ser mais preciso, da RMR: Jaboatão. Eu devia ter deixado este aviso aqui antes, mas desorganizado como sou... já viu, né.
A propósito, não é nada confortável escrever em pleno meio do corredor de um shopping, mas como estou sem computador à mão e tampouco acesso à internet, a única solução foi vir ao shopping e recorrer às chamadas lan houses.
E por ora é só. Ou, como diria Looney Toones: "That's all, Folks!"
Assim que puder, coloco outras – e devidas – atualizações.
; )
A propósito, não é nada confortável escrever em pleno meio do corredor de um shopping, mas como estou sem computador à mão e tampouco acesso à internet, a única solução foi vir ao shopping e recorrer às chamadas lan houses.
E por ora é só. Ou, como diria Looney Toones: "That's all, Folks!"
Assim que puder, coloco outras – e devidas – atualizações.
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