Dos presidenciáveis, um vem batendo constantemente na tecla da fidelidade partidária: José Maria Eymael.
Fidelidade partidária é tão importante assim? É, pois sempre existem os espertalhões que pegam carona num dos partidos nanicos só para conseguirem se eleger e, lá dentro estando, mudam de legenda tanto quanto a mulher troca de roupa, na indecisão de qual vestido usar no baile. Ou na festa. Me refiro à mulher, embora para muitos parlamentares, a vida política seja mesmo uma festança. (vide Angela Guadagnin, por exemplo)
E aqui entra o X da questão: Eymael tenta coibir a entrada desses levianos no poder legislativo, através de maior rigor em tal fidelidade? Pois não creio. Penso eu que, Eymael nunca trocou de partido durante todos esses anos porque se fizesse isso, perderia o seu conhecidíssimo jingle.
Ou que atire a primeira pedra o eleitor brasileiro que nunca se pegou com uma musiquinha grudenta na cabeça?
" Ei...
Ei...
Eymael! Um democrata cristão... "
E ainda, sobre o mesmo assunto: Oficialmente havia um candidato do PCO, o Rui Pimenta. Por que a mídia não fala nada sobre ele? Só porque as intenções de voto nele mal chegam a 1%? Ah, não deve ser por isso. Será que ele está se movendo, fazendo campanha? Ou ele próprio descrê de suas possibilidades e já se deitou na rede? Sinceramente não sei. E enquanto isso, câmeras acompanham cada movimento – por mais insignificante que este seja – dos outros presidenciáveis: "Candidato Fulano entrou numa padaria e comeu uma coxinha de frango"; "Candidato Beltrano caminhou por uma feira"; "Candidato Ciclano pisou em fezes de cachorro e culpou o governo federal por isso"...
Evidentes exageros à parte, qual a relevância disso tudo?
Um comentário:
Hehehe, muito engraçado tudo isso. Época de eleições é mesmo uma comédia. Queria saber o que os candidatos sem chances pensam a respeito de suas... errr... chances. :S
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