Não escondo de ninguém que, vez ou outra, ainda "levo rasteira" da crase; quando acho que tem, não tem e vice-versa e por isso, coloco aqui um auto-post (de eu para mim mesmo) que pode ajudar a outras pessoas que porventura também tenham a mesma dificuldade que eu.
(Extraído de uma coluna de jornal que dá dicas de português)
Luiz Dulci, secretário particular do presidente Lula e também velho professor de português, conhece as regras da língua como gente grande. Ele aprendeu e depois ensinou aos alunos um senhor macete. Trata-se do versinho jeitoso:
Se, ao voltar, volto da,
crase na a.
Se, ao voltar, volto de,
crase pra quê?
Adorei! Se voltei da Paraíba, então à Paraíba fui; Se voltei de Pernambuco, então a Pernambuco fui! : D
Mas o texto segue com a exceção – Sempre tem uma exceção pra complicar:
Às vezes a cidade vem adjetivada. Volto da Brasília de JK. Vou à Brasilia de JK. Volto da São Paulo quatrocentona, Vou à São Paulo quatrocentona.
Hum. Pensando bem, não é tão complicado assim. Pena que essa dica só sirva para um dos casos da aplicação da crase...
E, aproveitando que estou na terra do frevo, bem que poderia tentar adaptar o verso acima citado no ritmo de um, heheh...
2 comentários:
E o "aquele" com crase?? Bem complicado, né?
Vou àquele jogo.
Está errado? Não, corretíssimo =D
Ah, dessa crase eu gosto : )
E do " à toa", também! ; D
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