Descobri há poucos dias – decerto não trata-se de nenhuma novidade – mas...
Sabia que o cd pode ser gravado em seus dois lados? Eu já sabia que o LD (aquele "bolachão" digital do tamanho de um vinil) era assim, mas recentemente, ao comprar um dvd duplo, me surpreendi ao encontrar dentro da embalagem um produto, à primeira vista, sem uma única identificação sequer. "Putz, comprei um 'piratex' sem saber!", pensei na hora. Conformado – "Pelo menos saiu barato" – coloquei a coisa no aparelho pra assistir. E notei que não havia menção a dois filmes, mas apenas a um deles. Então virei o cd do avesso e encontrei o outro.
E fiquei a pensar...
O que estaria certo... ou seria mais viável, comercialmente; o produto duplo com mídias independentes ou inserido num único? Em vista do custo aparentemente irrisório do cd virgem, não vejo lá muita vantagem na utilização dos dois lados de um único cd. Ainda mais pelo inconveniente de que ficamos à merce de um cd quase "anônimo" (posteriormente notei que os nomes dos filmes constam sim, num discreto anel interno do cd) e que exige precaução além do normal no manuseio (como ambos os lados são lidos...)
De alguma maneira lembrou-me o "tiro pela culatra" que foi o rendimento forçado das fitas VHS através da redução na velocidade de gravação; procedimento que era capaz de triplicar o tempo de duração-padrão da fita, mas que quase sempre acarretava uma precoce perda de qualidade dos registros...
2 comentários:
Ai que saudade das minhas dezenas de fita de áudio...A péssima qualidade da gravação, a dificuldade de localizar as músicas...
Ai. Bateu nostalgia.
Fita K7, Ni? Pô, se tem uma coisa que não me traz saudade são elas...
Alguns aparelhos tinham até um recurso de busca do intervalo entre as músicas – o que facilitava bastante a localização delas – mas mesmo assim...
Ah, nada como a praticidade da mídia digital, né.
(: )
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