4.7.16

O mercado é livre mas

Acho que esta rapaziada não entendeu bem como a coisa funciona... :D


21.6.16

Você que já está familiarizado com cultivo de plantas...


Já deve conhecer o famoso adubo NPK, em suas várias formulações. Mas sabia que, em vez de comprá-lo em lojas de jardinagem – ou "garden centers", a denominação chique do momento? – você pode produzi-lo em casa, sem nenhum equipamento profissional e, o melhor, com "sobras" que provavelmente você costuma jogar no lixo?

Recomendo a leitura deste artigo, do SomosVerdes.com.br.

Ter um ótimo adubo pode ser muito mais barato que imaginamos,  e com mínimos riscos de matarmos a planta por overdose (É risco provável principalmente em adubos químicos solúveis).

4.6.16

Em Israel



Futuros cidadãos passam a ser, não apenas meros consumidores (e poluidores do meio ambiente) mas também reutilizadores, cultivadores, pessoas que criam, que preservam. Tenho esperança nessas crianças.

28.5.16

Documentário: "Paisagens do Conhecimento"

Tentarei

Melhorar um pouco este canteiro perto de onde moro, com a autorização do proprietário do local. Creio que terei dificuldades, haja vista sinais de vandalismo, mas tentarei.




17.5.16

Hora de dormir!

Identificação de planta que entrou em dormência:


















Bem mais simpático que deixar o vaso aparentemente desocupado, né não?

4.5.16

Quando a natureza é mais forte

Há um tempo eu havia dito que uma tristeza me abatera, que depois iria esclarecer. Pois bem, eu havia plantado uma muda de citronela num terreno aberto, abandonado, dominado por capins onde, imperceptível em meio a semelhantes, ela poderia se desenvolver sem incomodar ninguém.

Dias se passavam e ela foi crescendo, bonita, capim no meio do capim, só eu a reconhecia ali. Discretamente a cumprimentava, quando passava por aquela ladeira. Porém, certa manhã, uma desagradável fumaça escura veio dali. Senti o cheiro, o desgraçado fedor de queimada, de coisa ruim feita por humanos. Corri pra lá e só pude avistar o barranco em brasas.

No dia seguinte –que preferi nem me envolver com os moradores que estavam lá na hora do fogo– passei lá perto e sem conseguir encontrar a citronela, dei-a como morta, em meio a cinzas, uma inocente assassinada.





Semanas se passaram.
Numa tarde parei novamente naquele local, talvez pra lamentar a estupidez humana, talvez numa boba esperança de avistar a citronela ainda viva e...

Não é que a reencontrei mesmo, valente, com brotinhos novos, forte?

 




Adorei! Foi o melhor desse dia! E, enfim, feliz permaneço, sabendo que a citronela continua lá. Discreta, imperceptível no meio dos outros capins que estão se recuperando, e nos protegendo dos mosquitos malignos, de certa forma, né? :)

26.4.16

A planta está feinha?

Dê uma olhada dentro do vaso
às vezes a coitadinha já expandiu suas raízes o quanto pode e
ficou sem espaço –e praticamente sem substrato– pra se sustentar...



Esta dracena, percebe-se pelo estado triste de suas folhas, estava implorando por um vaso maior
e depois de muito tempo finalmente ganhou um, com substrato novo e enriquecido
com o produto do trabalho das minhas minhoquinhas de estimação.
Em breve estará com uma aparência melhor, creio. :)

22.4.16

Pitaya

 Tão bom ver que a mudança de local –de um sombreado para outro de sol pleno– está agradando-a. São muitos brotos novos surgindo, crescendo rapidamente... :)







 T

13.4.16

Eu pretendia escrever sobre (esta árvore) mas



Deixa pra lá. Apenas digo seu nome: HOVENIA DULCIS. E que gosto dela!
Na imagem abaixo, os pseudofrutos que muitas crianças –eu quando fui, inclusive– adoravam.



27.3.16

Arnaldo Antunes interpretou a minha vida

Eu vejo a flor...




O passarinho...





Não tô sozinho... ♪
















E se você não entendeu, eis a canção completa:

24.3.16

Era uma vez...


Na lateral de uma calçada elevada, um punhado destas lindas flores, a desabrochar a cada manhã. Flores que eu percebera, admirara –aliás, ainda admiro e admirarei pra sempre– e identificara: Turnera. Muito graciosas, espontâneas, foram atraindo a minha atenção cada vez mais.

Por um acaso –que nunca é um acaso, diz o destino– encontrei-a, esta Turnera, num livro que adquiri tempinho depois – o Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil – e fiquei sabendo que poderia comê-la. Sim, essa flor amarela...

"Suas flores são deliciosas para consumo direto ('da mão para a boca'), bem suaves e adocicadas". Um pouco receoso e  desconfiado por jamais ter comido flores –senão as "convencionais; brócolis, couve etc– até então, aproximei-me dela, pedi licença para retirar-lhe uma flor e... comi.

Grata surpresa! São mesmo pétalas levemente adocicadas, principalmente na parte escura (do centro) e, talvez o mais importante, são flores de uma manhã apenas ou seja, se abrem apenas nesse horário do dia e depois caem, o que as tornam muito limpas por não acumularem possíveis impurezas do ar. No dia seguinte já serão outras flores, não serão as mesmas como muitos imaginam...

Assim, tão perto de mim, disponível e adorável, tornei-me "freguês": costumava ir ao encontro daquele maciço florido e, sempre a conversar com ela, com carinho e gratidão, retirava-lhe umas 3 ou 4 flores e me deliciava.







A estas alturas você deve estar tentando imaginar o porquê do título e destas conjugações verbais no passado, não? Sem delongas direi: infelizmente todo o arbusto foi dizimado pela pior espécie daninha que conheço, o homem.
Embora desenvolvida num espaço próprio, sem atrapalhar a circulação de pedestres, numa triste manhã de domingo aquele pedaço de cimento antes florido amanhecera assim...




Desserviço prestado por morador das proximidades, segundo me contaram, mas eu nem quis saber mais sobre o sujeito –até porque são coisas assim que me deixam cada dia mais desgostoso com a humanidade e prefiro evitar saber, pensar, chatear. Só cuido da natureza.

Termino este post com uma curiosidade: a Turnera é a flor símbolo da capital do Rio Grande do Norte, a cidade de (ou do) Natal, pelas seguintes características; persistência, resistência, beleza e fortaleza (conforme texto oficial, na íntegra aqui ) e...
... tais méritos já estão se comprovando, haja vista que demorei a postar sobre o fato e ela já está reagindo, o que me consola. Cá entre nós, ontem (dia 23/03) foi um dia triste pra eu que amo plantas

mas... isso fica pra outro post.

20.3.16

Dizem...

Que onde há trevos, há duendes (ou gnomos, até agora não sei o certo) cuidando do ambiente e, em especial, das plantas. Veracidade da existência desses seres à parte, só sei que na minha casa tem trevos, e muitos, de todos os tamanhos. Nenhum é de 4 folhas mas já li que o especial mesmo é o trevo normal, com três folhas, pelo significado do número 3. E desses estão espalhados por toda a parte:



Ao pé da aceroleira – que tem nos dado frutos magníficos neste ano, por sinal,








No vaso do manacá-da-serra –trevos enormes!







Discretamente, no vaso das pimentinhas (que vieram do Paraná),






Envolventes, junto à romã nascendo...






Relativamente discretas em meio às suculentas e cactos,






O que se dizer? O espaço que o trio (Amor-agarradinho, Cosmea e Artemísia) deixou...
TÁ DOMINADO! Tá tudo dominado!! :D



Até no cantinho chamado "Descanso do Buda" eles estão. A disputar o domínio do território com as vincas. As azaléias (donas da casa... digo, do vaso, que se cuidem)






E pra concluir, o Solanum lycopersicum –que a maioria dos humanos conhece como "tomate"– e neste ano está com uma produção admirável. Creio eu que graças ao eficiente trabalho de uma mandaçaia que esteve por aqui e fecundou (polinizou) mais que o tal do catra aquele.

Coincidência ou não, lá estão os trevos.

Enfim, não os arrancarei. São plantas indicadoras e fixadoras de nitrogênio (esta é a informação não-lúdica deste post! :D  )

12.3.16

Gatos que me representam

Este seria eu quando estou cuidando das minhas amadas plantas, admirando o trabalho das abelhas, alimentando as minhocas na composteira e afins...









E este, eu quando sou forçado a estar na presença de humanos arrogantes, prepotentes, que sentem necessidade de aparecer, e geralmente das formas mais irritantes e nocivas possíveis:







Créditos:

Shironeko: http://kagonekoshiro.blog86.fc2.com/
Grumpy cat: http://www.thetimes.co.uk/tto/arts/film/article3779342.ece#tab-4





27.2.16

A sobrevivente – planta para quem não sabe cuidar de plantas

Há quem não tenha aptidão pra lidar ou tempo pra se dedicar, mas ainda assim gostaria de ter uma planta em casa e a esta pessoa indico uma variedade de babosa, comercialmente conhecida como "Aloe vera"; a Aloe barbadensis. Muito conhecida por suas propriedades medicinais, mas deixo essas características à parte, pois minha intenção aqui é destacar apenas a facilidade de cultivo, ok?



Ei-la, esta coisa linda que crio no quintal. Dê-lhe bastante espaço e muito banho de sol e a terá assim saudável, com folhas gordinhas e distribuídas uniformemente, o tempo todo.

Exigências de substrato – pra quem não sabe, "substrato" é como os jardineiros chamam a terrinha que colocamos no vaso pra plantar, hehehe – praticamente inexistentes, adaptando-se com facilidade em qualquer tipo, do arenoso ao argiloso.
Adubação periódica? Só se você fizer questão disso. Evidente que ela apreciará um NPK (adubo que contém nitrogênio, fósforo e potássio) ou um biofertilizante líquido de vez em quando mas... se não tiver, viverá feliz do mesmo jeito! :)

Também não há muita preocupação com possíveis pragas. Aliás, eu não tenho nenhuma. E olha que convivo com ataques de pulgão, cochonilha, oídio (fungo), mosca branca e larva minadora em outras plantas, mas nesta babosa... nada, ela parece ser imune!

Dizem que muitos jardineiros iniciantes perdem suas criações, senão pelo esquecimento da rega, pelo seu excesso – Ah! O pensamento "antes sobrar que faltar", fatal a algumas espécies de nossas amigas verdes– e se essa for sua preocupação, tranquilize-se: esta Aloe é muito tolerante aos dois extremos.
Só lembrando: ao plantar em vaso, certifique-se de que este possua o furo no fundo, para não acumular água. Tudo bem que a babosa aguente muita água, mas não é aquática, haha...




Agora, reforçando o dito inicialmente sobre a importância da luz solar direta demonstro na imagem ao lado –de uma babosa plantada propositalmente sob a cobertura de uma árvore– os efeitos do cultivo à sombra: folhas raquíticas, prostradas, crescimento deformado e tardio
(note-se que essa babosa é "irmã" da outra da foto principal, ou seja, saiu da mesma planta-matriz e tem a mesma idade. E minha mão está nas duas fotos para referência de tamanho...)



E, embora eu tivesse dito que não mencionaria o uso medicinal desta planta, deixo aqui o vídeo de uma entrevista com o frei Romano Zago, autor do livro "Câncer tem cura":


E também esta circular técnica da ESALQ (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz - USP) onde se pode notar a grande diferença entre a babosa da receita do frei (a Aloe arborescens) e esta que apresentei neste post, a barbadensis ou "vera": a cor de suas flores! :D


24.2.16

O porquê do nome deste blog

"2016" porque não havia necessidade de um nome chamativo, marcante, nada de especial. Ficou sendo esse ano porque neste renasci, recriei-me como outra pessoa, com formas de pensar e compreender o mundo como não tivera antes; o divisor de águas.

"Ciclos" são os presentes na vida de cada um. Finitos ou não, curtos ou longos, inteligíveis ou não, sempre existirão. Cabe a nós assimilarmos a lição que estes nos fornecem, e evoluirmos. Sempre.





E chega de abstração boba. Continuemos com o que realmente (me) interessa: a flora! :)

17.2.16

Retribuições

Como costumo deixar pedaço de mamão no galho de uma árvore que tenho no quintal, para os sabiás, creio que estes estejam me agradecendo plantando mamoeiros. Pena eu não ter um grande terreno pra cultivar essas futuras árvores.

Esta na foto, que nasceu dentro do Platycerium Bifurcatum ("chifre de veado"), não poderá crescer aí, evidentemente. :P



11.2.16

Esta simpática que encontrei na calçada...




Commelina erecta



Quem diria, é mais uma PANC (Planta Alimentícia Não Convencional). Entretanto, devido a sua localização  num local aberto, praticamente abandonado e frequentemente usado como área de despejo de lixo, não estou muito animado a experimentar.

Informações sobre propriedades alimentícias aqui
E se você se interessou em tê-la em sua casa, é melhor antes dar uma lida neste artigo da Embrapa – que a define como "uma das piores plantas daninhas do mundo" (não se deixe enganar por sua frágil aparência, ela é tão indestrutível quanto aquele robô de aço líquido do filme Exterminador, hahaa!)

9.2.16

Depois de anos e anos...

Com o mesmo template (é assim que se chama?) enfim mudei, dei uma "repaginada" no visual, mudando fundo e eliminando tranqueiras que só serviam pra "encher linguiça". Gostei. :)

Hein? Comer flores???

Sim! Algumas pessoas me consideram doido por comer –e adorar– as flores da turnera (uma PANC* que cresce exuberante em plena calçada). Mas será que é doidera mesmo? Veja o vídeo... :)




7.2.16

Nomes científicos...



A maioria –senão todos– que conheço os abominam. Sim, detestam e ridicularizam os nomes científicos das plantas. Sou o contrário, agrada-me conhecê-los, há um quê de mágico nisso.
(imaginando a cena) Veja, esta não é apenas uma prosaica cebolinha, é uma autêntica Allium fistulosum! (e o coro de surpresa: "Ooooh...")

 







... tá, vocês têm razão, estou enlouquecendo. Deixa pra lá... :/

5.2.16

Pneus velhos?

Só servem como criadouros de mosquito ou para se colocar no meio das ruas e estradas e incendiar, né?


Não.

3.2.16

A Felicidade

A felicidade estará onde TU a definir e localizar.

Posto isso, pergunto-te:
– o que te faria/fará feliz?




Férias em Aruba?
Ter um harém de mulheres?
Possuir uma Ferrari?


E eu digo: o quão distante/improvável de se concretizar estiver o seu motivo de alegria, mais estarás agarrado à insatisfação, à tristeza enfim. Dessa maneira, inconscientemente, afastamo-nos da felicidade.

Em vista dessa realidade, a minha felicidade é:


Olhar pro céu e avistar uma obra-prima em nuvens;
Acompanhar o trabalho das abelhas;
Saber que a semente plantada germinou.

Sim, minha felicidade é muito próxima do meu cotidiano, é muito real, é muito frequente. Essa é a escolha que cada um pode fazer, E assim nos fazemos constantemente felizes...


... ou não.


1.2.16

O presente

No trânsito, ao volante, paro atrás de um carro com o tal adesivo e começo a pensar: e qual presente Deus me deu? E me respondo:

– A compreensão. O raciocínio.

E dou graças a Deus por não ter sido presenteado com um objeto, um mero bem material.
Material o qual pode ser roubado, ou destruído, ou inutilizado pelas circunstâncias. Sinto-me bem por ter recebido algo que me acompanhará pra sempre, será a mim útil até meu último suspiro de vida e, muito provavelmente, também depois disso.




30.1.16

Quanto tempo faz...





... que você não para para contemplar as estrelas?
Aqui na internet é isto, essa imagem mui sem graça. Lá fora, ao vivo, incomparável.











Sim, é apenas isso.
E talvez tenham estranhado, mas é "para para" mesmo, graças ao tal do acordo ortográfico...

28.1.16

Falando em camisetas...

Não teria uma com esta foto desta dupla? Se tiver, pode me mandar. Aceito de presente ou sedex a cobrar.

Sobrenomes

Aí estou assistindo a um vídeo que menciona sobrenomes japoneses: 工藤 e 

遠藤 (como um casal e ... pôrra, que sacanagem)

Isto é a minha cara! :D



Quero!
QUERO!!! :D

27.1.16

Num certo site de venda de CDs...

Você descobre que, no topo dos mais vendidos na categoria JAZZ estão:


Até perdôo terem colocado o Sinatra aí. "É uma musiquinha calminha, dizem que é chique, toca onde os bacanas frequentam, ah! Deve ser esse tal de jazz..."

Agora, Deep Purple ?!
Antes que imaginem: Não, esse álbum não é um acústico com versões interpretadas por esta lenda do rock. Não, não tem o Ritchie Blackmore tocando "I'm beginning to see the light", nem o Ian Gillan cantando "When the saints go marching in". São as clássicas mesmo. E do rock. 

26.1.16

25.1.16

E agora?

Data do casório marcada, preparativos prontos, tudo OK para o grande momento e a festança.
E aí um dos lados resolve andar pra trás. O que fazer? Sair dando tiro de fuzil dentro de um shopping? Se atirar do topo de um edifício? Ou ligar para o buffet e, explicando a situação, cancelar tudo? Que nada. Aplaudi esta atitude:




23.1.16

Um vaso custar... 100 reais?!



Não é um vaso gigantesco, não é de requintada porcelana, não é feito de nenhum material nobre, eternamente durável  ou com propriedades fantásticas para as plantas... nada. Pelo visto é feito de plástico e seu único diferencial é esse formato adaptável em corrimão de sacada.

Assim como fiz com o vaso autoirrigável quando surgiu nas lojas – considerei o valor absurdamente caro e posteriormente descobri uma maneira de produzir um praticamente de graça reutilizando garrafa pet – farei o mesmo com este caso: buscarei forma alternativa, quiçá reciclando, de ter um vaso equivalente.

Bem...
Isso se algum chinês já não estiver fabricando e vendendo a imitação, baratinho, como sempre...

19.1.16

Só eu que pensei...

...em "Zack and Miri make a porn" versão "subway"?

http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/brasil/2016/01/19/justica-manda-metro-de-sp-indenizar-mulher-por-assedio-sexual-em-r-7-mil.htm

18.1.16

Sim, Não voltarei

Às vezes penso que tenha sido falta de consideração de minha parte não ter divulgado o fim da minha existência virtual naquele site de relacionamentos. Antes que pensem no Badú ou coisa pior, já deixo claro: saí é do Feicebuque –porque nesses outros sites nem estou. Ou nem estava. E, se estive, foi momentaneamente (e possivelmente embriagado).

Mas, tornemos ao foco: o Feice. Aquilo que parece ser –ainda mais que o Tuíter– indiscreto, invasivo, indispensável. Feicebuque é o que o Orkut foi na imprensa, anos atrás, sempre onipresente sob a alcunha de "o famoso site de relacionamentos".

Saí sim, e pra não voltar. (Pra quem não sabe, existem duas opções pra dar um tempo de Feice: desativar e excluir. O primeiro é temporário, O segundo é o que optei)

Em consideração à toda minha vida virtual lá construída eu poderia (deveria?) ter anunciado mais meu fim, o fim do Ricardo Takeda no Feicebuque, Mas...




Pensei –e aposto minhas fichas e uma Itaipava latão nisso– que isso (alardear) teria sido o mesmo que dizer "ARREPENDEI-VOS, Ó MÍSEROS MORTAIS: NÃO DESTES O DEVIDO VALOR A ESTE QUE AGORA SE DESPEDE DE VÓS PELA ETERNIDADE..." quando, na verdade, intencionava dizer:

– Pôrra meu, tô maus. Ninguém vai dizer que sentirá minha ausência? Ou me dará dois tapinhas nas costas com um sonoro "Deixa de ser mimizento, bundão!" Ou resumirá dizendo: "Tudo bem, tudo bem, eu pago a rodada hoje. E pode pedir camarão ao alho e óleo" Ou dirá "Vá dormir, amanhã será outro dia..."

Outro dia de rotina, rotinas, e mais mais vida "vida" virtual.

Morri.
Morri para o mundinho virtual.
Escolhi viver a vida.
Escolhi agradar a mim,
Viver para mim –e não pelos outros.

Será –e já está sendo– uma vida sem "selfies",
com "selfs".

14.1.16

Nem bem começou o ano e já perdemos, além do David Bowie, Alan Rickman? Essa não...
Pára de matar artistas, gente que nos alegrava, 2016!

11.1.16

Ontem...

Eu estava assistindo ao Labirinto.
Hoje de manhã saibo de sua morte.
Grato por seu talento e arte, Mr. Bowie.
Mais uma estrela no céu...

1.1.16

Só se curte uma vez...



É o ruim do Youtube.
Quero dizer que já curti, continuo curtindo tanto que, agora quero curtir novamente.
Mas não dá.
A segunda curtida se traduz em "Arrependi-me da curtida inicial". Ah VSF. :/