Aproveito a data de hoje para prestar minha homenagem aos pais, mas não indistintamente a todos. Não. Tiro o chapéu e faço reverência aos pais que fazem jus ao título. Explicando...
Assim como diferencio mães – autênticas mães que cuidam de seus filhos – de meras parideiras, considero pais somente os que cumprem com seu papel perante a família gerada. Quanto aos outros, aqueles que abandonam seus próprios filhos à própria sorte, os denominaria de "réles 'fazedores' de bebê", nada além disso e estes, somente meu desprezo e lástima merecem, pois pouco se diferem de uma ameba, procriando por instinto, sem consciência alguma. Mas deixêmo-los (os pseudopais) de lado e vamos aos merecedores da homenagem...
Os pais, ah! Os Pais.
Pai de verdade é aquele que nos ensina com seu próprio exemplo; com seus atos, atitudes, com sua personalidade irretocável. Digno é, de admiração. Não se impõe por palavras ditas em tom severo ou chineladas –embora muitas vezes possa ter sido necessário e, hoje posso dizer, tenha sido mesmo merecido– mas tão somente por seu caráter, que pode se traduzir em um olhar de repreensão ou no silêncio que consente, embora preocupado e, no fundo, extremamente amoroso.
O pai não é, de forma alguma, alguém a ser esquecido. Quer seja abandonado num asilo, insalubre ou não, ou mesmo após sua morte. O pai é, sempre foi e será, aquele que nos criou, por fora e por dentro também.
E acho que não tenho mais nada a acrescentar, pois a emoção me abate...
Um Feliz Dia dos Verdadeiros Pais !!!
14.8.11
21.5.11
O tempo passa...

Você reconhece esta sexagenária? Não? É a atriz Maria Antonieta de Las Nieves.
Continuou na mesma? Então veja este bordão:
– "Ai, Chaves, o que você tem de burro, você tem de burro!"
Se você continuou na mesma –sem entender absolutamente nada– é porque nunca assistiu ao seriado eternamente reprisado pelo SBT, Chaves. Mas se você reconheceu a célebre frase acima...
É, esta é a Chiquinha.
Cada vez que paro pra pesquisar sobre assuntos nostálgicos e me deparo com verdades assim me sinto mais velho.
Isso sem contar com os personagens que já são falecidos...
:/
17.5.11
Adianta gritar?
Existem certos locais aonde vou "por obrigação" ou por absoluta falta de opção e o mercado Bompreço é um deles. Eu tinha pontos remanescentes de um extinto cartão de fidelidade –que, a propósito, foi encerrado por sua administradora sem justificativa alguma– e precisava gastá-los, com um vale-compra. E isso só poderia ser feito naquela loja.
Peguei alguns produtos no valor correspondente ao do vale e me dirigi à fila do caixa. Como de costume, lá estava aquela grande fila que sempre me desmotivava a fazer compras ali. Contudo, e conforme já dito no início, eu não tinha escolha. Resignado, enfileirei-me e aguardei.
Havia ali, na fila única do chamado "caixa rápido" –ou caixa para poucos volumes, para ser mais condizente com a realidade– vinte pessoas, aproximadamente. Na área dos caixas, de uns dez, apenas dois estavam funcionando. E nada da fila andar...
Repentinamente uma cliente, que estava pouco atrás de mim, começa a reclamar: "Mas isto é um absurdo! É uma falta de respeito! Só dois caixas e toda esta gente aqui esperando! Quem é o responsável por isso aqui?" Guardou seu lugar na fila e foi atrás de alguém que desse um jeito naquela morosidade.
Minutos depois retorna e continua seu discurso, em alto e bom som: "É por isso que essa porcaria não melhora; ninguém fala nada, ninguém faz nada, todo mundo fica aqui quietinho, só esperando..."
Sim, todo mundo. Eu inclusive. E me recordei da primeira vez em que entrei num Bompreço, aqui em solo pernambucano, há mais de 4 anos...
Era uma fila de poucas pessoas. Mas não avançava. Passava 5, 10, 20 minutos... e nada de eu conseguir passar minhas compras. Perdi a paciência e, tal qual aquela senhora de hoje, comecei a resmungar sem pudor algum. Falei, pra quem quisesse ou não ouvir, que "em São Paulo é que tinha um mercado decente, com atendimento eficaz" e tal...
Pois é, há mais de 4 anos.
E o que mudou desde então, desde este meu chilique numa fila? Nada.
As fileiras de caixas continuam sendo mais "decorativas" que funcionais e as pouquíssimas que são ocupadas, os são por funcionários sobrecarregados, desmotivados, que visivelmente não estão nem aí para as carrancas e praguejos dos clientes exaustos de esperar.
E então refleti...
Os comerciais de mercados daqui enfatizam o preço baixo e, no máximo, a qualidade e variedade de seus produtos. Não destacam o atendimento porque isso lhes é indiferente, irrelevante; o consumidor faz qualquer sacrifício para pagar menos, além de que, já está habituado a perder seu tempo em filas... devem pensar.
Assim, à custa da paciência do consumidor, empresários lucram empregando o mínimo possível de funcionários e pouco se importando com o stress a que estes se submetem. Perder a clientela para a concorrência só por causa disso? Pouco provável, pois o concorrente trabalha, igualmente, com a mesma filosofia de contenção de gastos e indiferença perante um ou outro cliente irritado em suas filas...
Num dos parágrafos anteriores eu havia mencionado que "em SP tinha um mercado decente..." e retomo o ponto pra corrigir: tinha e ainda tem, é o Andorinha, localizado na zona norte da capital. Este mercado é um dos poucos que já vi até hoje, que não se atém só na questão do preço, que não faz disso seu único estandarte e justificativa pra tudo. É um estabelecimento que preza também pelo conforto de seus clientes e a motivação de seus funcionários, conforme é possível constatar nestes depoimentos no site da empresa.
Algum cético poderá até descrer de tantos elogios, achando tudo forjado e manipulado, mas se assim fosse, como iria se explicar o constante crescimento dessa loja que, a propósito, conheço há mais de duas décadas e que foi capaz de construir um shopping center anexo ao seu mercado?
Sim, muitos são os shopping centers que nasceram com mercados como loja âncora, mas já viram o inverso? É o Hiper Center Andorinha.
Agora voltemos ao grandalhão Walmart (dono do Bompreço). Vejam a notícia:
" A rede de supermercados Wal-Mart informou nesta terça-feira que registrou um aumento de 3% no lucro do primeiro trimestre, com crescimento dos negócios no exterior e um rigoroso controle de custos."
Bem se vê de que se trata o tal "rigoroso controle de custos", não é mesmo?
E... por que será que lá nos EUA eles não lucram tanto? É algo em que os empresários pernambucanos –ou investidores de outros estados ou mesmo países– poderiam e deveriam pensar.
Peguei alguns produtos no valor correspondente ao do vale e me dirigi à fila do caixa. Como de costume, lá estava aquela grande fila que sempre me desmotivava a fazer compras ali. Contudo, e conforme já dito no início, eu não tinha escolha. Resignado, enfileirei-me e aguardei.
Havia ali, na fila única do chamado "caixa rápido" –ou caixa para poucos volumes, para ser mais condizente com a realidade– vinte pessoas, aproximadamente. Na área dos caixas, de uns dez, apenas dois estavam funcionando. E nada da fila andar...
Repentinamente uma cliente, que estava pouco atrás de mim, começa a reclamar: "Mas isto é um absurdo! É uma falta de respeito! Só dois caixas e toda esta gente aqui esperando! Quem é o responsável por isso aqui?" Guardou seu lugar na fila e foi atrás de alguém que desse um jeito naquela morosidade.
Minutos depois retorna e continua seu discurso, em alto e bom som: "É por isso que essa porcaria não melhora; ninguém fala nada, ninguém faz nada, todo mundo fica aqui quietinho, só esperando..."
Sim, todo mundo. Eu inclusive. E me recordei da primeira vez em que entrei num Bompreço, aqui em solo pernambucano, há mais de 4 anos...
Era uma fila de poucas pessoas. Mas não avançava. Passava 5, 10, 20 minutos... e nada de eu conseguir passar minhas compras. Perdi a paciência e, tal qual aquela senhora de hoje, comecei a resmungar sem pudor algum. Falei, pra quem quisesse ou não ouvir, que "em São Paulo é que tinha um mercado decente, com atendimento eficaz" e tal...
Pois é, há mais de 4 anos.
E o que mudou desde então, desde este meu chilique numa fila? Nada.
As fileiras de caixas continuam sendo mais "decorativas" que funcionais e as pouquíssimas que são ocupadas, os são por funcionários sobrecarregados, desmotivados, que visivelmente não estão nem aí para as carrancas e praguejos dos clientes exaustos de esperar.
E então refleti...
Os comerciais de mercados daqui enfatizam o preço baixo e, no máximo, a qualidade e variedade de seus produtos. Não destacam o atendimento porque isso lhes é indiferente, irrelevante; o consumidor faz qualquer sacrifício para pagar menos, além de que, já está habituado a perder seu tempo em filas... devem pensar.
Assim, à custa da paciência do consumidor, empresários lucram empregando o mínimo possível de funcionários e pouco se importando com o stress a que estes se submetem. Perder a clientela para a concorrência só por causa disso? Pouco provável, pois o concorrente trabalha, igualmente, com a mesma filosofia de contenção de gastos e indiferença perante um ou outro cliente irritado em suas filas...
Num dos parágrafos anteriores eu havia mencionado que "em SP tinha um mercado decente..." e retomo o ponto pra corrigir: tinha e ainda tem, é o Andorinha, localizado na zona norte da capital. Este mercado é um dos poucos que já vi até hoje, que não se atém só na questão do preço, que não faz disso seu único estandarte e justificativa pra tudo. É um estabelecimento que preza também pelo conforto de seus clientes e a motivação de seus funcionários, conforme é possível constatar nestes depoimentos no site da empresa.
Algum cético poderá até descrer de tantos elogios, achando tudo forjado e manipulado, mas se assim fosse, como iria se explicar o constante crescimento dessa loja que, a propósito, conheço há mais de duas décadas e que foi capaz de construir um shopping center anexo ao seu mercado?
Sim, muitos são os shopping centers que nasceram com mercados como loja âncora, mas já viram o inverso? É o Hiper Center Andorinha.
Agora voltemos ao grandalhão Walmart (dono do Bompreço). Vejam a notícia:
" A rede de supermercados Wal-Mart informou nesta terça-feira que registrou um aumento de 3% no lucro do primeiro trimestre, com crescimento dos negócios no exterior e um rigoroso controle de custos."
Bem se vê de que se trata o tal "rigoroso controle de custos", não é mesmo?
E... por que será que lá nos EUA eles não lucram tanto? É algo em que os empresários pernambucanos –ou investidores de outros estados ou mesmo países– poderiam e deveriam pensar.
10.5.11
Porque o Twitter funciona –e sobrevive
Num vistoso site institucional lá está o tradicional 'Fale Conosco'. Você, que tem algo a dizer, perguntar ou reclamar sobre a empresa, vai lá e escreve um caprichado e-mail.
Sites razoavelmente bem construídos dão a resposta automática, com uma gentileza ainda mais automatizada: "Sua mensagem foi recebida. Agradecemos pelo contato" ou coisa semelhante. Você, crente de que alguém certamente lerá seu e-mail e o responderá em breve fica aguardando.
E aguardando... e aguardando...
Vem o infâme Dia de São Nunca –ou acaba sua paciência, o que vier primeiro– e só então você se dá conta de que ninguém leu e nem lerá sua mensagem enviada. Ou se leu, bocejou, coçou o saco e mandou suas palavras direto pra lixeira.
CLARO! Quem, senão somente você –e algum webmaster que não está nem aí pra porra nenhuma, talvez– saberá que aquela mensagem havia sido enviada? É aí que entra o "álibi" do Twitter: a tuitada fica lá pra toda a rede ver...
E, conforme o caso, saber que tal empresa não dá a mínima para seus clientes.
Pessoas jurídicas que só têm olhos "pro próprio umbigo" –ou seja, só tuitam eventos que enaltecem a si mesmas, aparentemente vivendo num universo egocêntrico e alheio a toda e qualquer crítica ou opinião, à parte, as que interagem com seus seguidores (e/ou clientes também) respondem imediatamente, cientes do dano de imagem a que se sujeitariam se deixassem alguém "falando pras paredes".
É o fato. É porque o Twitter se mantém. Não a única razão, tampouco a principal, mas certamente uma delas.
Sendo justo: este post não se aplica aos sites que têm consideração pelo contato on-line, que não se acomodam no fato de não haver provas para algum descaso. SIM, existem sites onde o 'Fale Conosco' funciona.
Sites razoavelmente bem construídos dão a resposta automática, com uma gentileza ainda mais automatizada: "Sua mensagem foi recebida. Agradecemos pelo contato" ou coisa semelhante. Você, crente de que alguém certamente lerá seu e-mail e o responderá em breve fica aguardando.
E aguardando... e aguardando...
Vem o infâme Dia de São Nunca –ou acaba sua paciência, o que vier primeiro– e só então você se dá conta de que ninguém leu e nem lerá sua mensagem enviada. Ou se leu, bocejou, coçou o saco e mandou suas palavras direto pra lixeira.
CLARO! Quem, senão somente você –e algum webmaster que não está nem aí pra porra nenhuma, talvez– saberá que aquela mensagem havia sido enviada? É aí que entra o "álibi" do Twitter: a tuitada fica lá pra toda a rede ver...
E, conforme o caso, saber que tal empresa não dá a mínima para seus clientes.
Pessoas jurídicas que só têm olhos "pro próprio umbigo" –ou seja, só tuitam eventos que enaltecem a si mesmas, aparentemente vivendo num universo egocêntrico e alheio a toda e qualquer crítica ou opinião, à parte, as que interagem com seus seguidores (e/ou clientes também) respondem imediatamente, cientes do dano de imagem a que se sujeitariam se deixassem alguém "falando pras paredes".
É o fato. É porque o Twitter se mantém. Não a única razão, tampouco a principal, mas certamente uma delas.
Sendo justo: este post não se aplica aos sites que têm consideração pelo contato on-line, que não se acomodam no fato de não haver provas para algum descaso. SIM, existem sites onde o 'Fale Conosco' funciona.
4.5.11
Desinformação ou Ignorância?
Depois de algum tempo sem escrever aqui, retomo a atividade para expor minha indignação ante uma comunidade com a qual me deparei no orkut. A quem interessar, o link para a mesma está no título deste post, pois não pretendo fazer divulgação gratuita de uma coisa tão revoltante...
Direto ao ponto: pessoas que generalizam, que pouco –ou praticamente nada– sabem sobre algo e passam a depreciá-la. É o que ocorre com os membros dessa comunidade.
É incontestável o fato de a gastronomia japonesa ser mundialmente reconhecida pela utilização de peixes e outros frutos do mar em seus pratos, característica a que este povo foi forçado a adotar por motivos geográficos. Evidente.
Contudo, acreditar que japoneses se alimentem única e exclusivamente de peixe cru, como aparentam algumas pessoas, é o que me leva a escrever este desabafo.
Em parte até os entendo, pois a moda de comer sushi fez com que surgissem supostos restaurantes japoneses sem critério nenhum, uns criando a bel prazer variações do prato que deixariam qualquer nipônico autêntico de estômago embrulhado, inclusive.
Se não deturparam, resumiram a culinária numa "meia-dúzia" de itens que a mídia enalteceu como salutares. E é isso que muitas pessoas reconheceram como 'A' comida japonesa, o que é de se lamentar, pois a culinária do país do sol nascente vai muito além de bolinhos de arroz com uma fatia de peixe cru por cima.
Existem assados, fritos, cozidos, ensopados... e não apenas de peixe!
Eu pretendia listar aqui uns exemplos, mas a preguiça foi maior, agora. Talvez o faça futuramente.

Finalizando, fica um conselho: Se não gostou de um prato –o que é natural, um direito seu– deixe claro que o que não te agrada é somente o tal prato e não toda a cultura que a envolve, ok? Do contrário é tão estúpido quanto não gostar de buchada de bode e sair dizendo por aí que odeia a culinária nordestina.
Direto ao ponto: pessoas que generalizam, que pouco –ou praticamente nada– sabem sobre algo e passam a depreciá-la. É o que ocorre com os membros dessa comunidade.
É incontestável o fato de a gastronomia japonesa ser mundialmente reconhecida pela utilização de peixes e outros frutos do mar em seus pratos, característica a que este povo foi forçado a adotar por motivos geográficos. Evidente.
Contudo, acreditar que japoneses se alimentem única e exclusivamente de peixe cru, como aparentam algumas pessoas, é o que me leva a escrever este desabafo.
Em parte até os entendo, pois a moda de comer sushi fez com que surgissem supostos restaurantes japoneses sem critério nenhum, uns criando a bel prazer variações do prato que deixariam qualquer nipônico autêntico de estômago embrulhado, inclusive.
Se não deturparam, resumiram a culinária numa "meia-dúzia" de itens que a mídia enalteceu como salutares. E é isso que muitas pessoas reconheceram como 'A' comida japonesa, o que é de se lamentar, pois a culinária do país do sol nascente vai muito além de bolinhos de arroz com uma fatia de peixe cru por cima.
Existem assados, fritos, cozidos, ensopados... e não apenas de peixe!
Eu pretendia listar aqui uns exemplos, mas a preguiça foi maior, agora. Talvez o faça futuramente.

Finalizando, fica um conselho: Se não gostou de um prato –o que é natural, um direito seu– deixe claro que o que não te agrada é somente o tal prato e não toda a cultura que a envolve, ok? Do contrário é tão estúpido quanto não gostar de buchada de bode e sair dizendo por aí que odeia a culinária nordestina.
12.4.11
A nota que virou post

Eu estava escrevendo uma nota –para postar no Facebook– sobre guarda-chuva, quando tive dúvida a respeito da nomenclatura de determinada parte desse objeto. Googleei e encontrei, porém em inglês: crook handle.
Então passei ao tradutor do Google e a versão portuguesa dessa denominação foi... " LIDAR COM BANDIDO" (WTF?!)
Imediatamente veio à mente a imagem de uma idosa, daquelas caricaturais, defendendo-se de alguém dando-lhe guarda-chuvadas na cabeça. Uma imagem quase romântica, inocente, típica do cotidiano de um desenho animado infantil, muito diferente da cruel realidade da vida real, muito real (sim, é propositadamente redundante, a fim de enfatizar) dos dias atuais...
Certo, certo.
Devaneio à parte, a nota que eu pretendia postar no FB era a seguinte:
"Um dos objetos mais esquecíveis criados pelo homem:"
O guarda-chuva. Principalmente o que tem o... o... o "croop handle" curvo, porque seu dono tende a pendurá-lo em qualquer lugar quando não está fazendo uso dele. Um exemplo? A bordo de um ônibus.
Na manhã de hoje mesmo, e num mesmo ônibus, evitei que dois donos de guarda-chuva os perdessem; reparei no objeto pendurado e previ o que iria acontecer... ao se levantarem para desembarcar, iam deixando o guarda-chuva pendurado pra trás.
Alertei-os a tempo e evitei dois guarda-chuvas órfãos.
Vê? Não renderia um post decente no blog, apenas uma simplória nota no FB.
E, pra finalizar, fica a outra dúvida: "guarda-chuva" ainda se escreve separado por hífen – depois do (des)acordo ortográfico? Capaz que sim. Mas... como estou numa fase saudosista, insisti no formato antigo mesmo...
:)
5.4.11
Meu querido diário...
Está certo que já passava e muito, da hora de eu cortar o cabelo; estava uma decadência e desalinho que gel nenhum dava mais jeito. Hoje, enfim, cortei-o.
Estranhamente, uma desconhecida ao cruzar comigo na rua me lança um olhar no mínimo simpático –coisa rara ultimamente.
A bordo do coletivo de todo santo dia útil, uma mulher se oferece para segurar minha bolsa. Educadamente agradeço porém recuso, justificando que o peso é desprezível.
Uns minutos depois, uma moça sentada no assento do lado oposto me cutuca nas costas, oferecendo a mesma gentileza, à qual novamente declino, explicando que é coisinha leve e tal...
Fiquei a pensar...
Preciso deixar de ser tão pão-duro –porque sou do tipo que só se convence a cortar o cabelo quando este fica insuportavelmente incômodo e ridiculamente volumoso que meus colegas de trabalho começam a comparar meu cabelo com o do Bozo (é, aquele palhaço que aparecia no SBT...) – e ser mais assíduo no salão.
Porque só me traz benefícios. Tanto na autoestima quanto em outras coisas... ACHO.
Estranhamente, uma desconhecida ao cruzar comigo na rua me lança um olhar no mínimo simpático –coisa rara ultimamente.
A bordo do coletivo de todo santo dia útil, uma mulher se oferece para segurar minha bolsa. Educadamente agradeço porém recuso, justificando que o peso é desprezível.
Uns minutos depois, uma moça sentada no assento do lado oposto me cutuca nas costas, oferecendo a mesma gentileza, à qual novamente declino, explicando que é coisinha leve e tal...
Fiquei a pensar...
Preciso deixar de ser tão pão-duro –porque sou do tipo que só se convence a cortar o cabelo quando este fica insuportavelmente incômodo e ridiculamente volumoso que meus colegas de trabalho começam a comparar meu cabelo com o do Bozo (é, aquele palhaço que aparecia no SBT...) – e ser mais assíduo no salão.
Porque só me traz benefícios. Tanto na autoestima quanto em outras coisas... ACHO.
8.3.11
28.2.11
O adesivo
Em meio a tantos adesivos imbecis que são colados nos carros, hoje me deparei com um que jamais havia visto, antes. Na traseira de uma Toyota Hilux, lá estava...
O Salmo 91 ! (há quem diga "Salmos 91")
Imediatamente parei diante do adesivo e li-o, por completo. Pra quem não o conhece, ei-lo, na íntegra, tal qual estava no adesivo que vi...
O que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente
diz ao SENHOR: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em quem confio.
Pois ele te livrará do laço do passarinheiro e da peste perniciosa.
Cobrir-te-á com as suas penas, e, sob suas asas, estarás seguro; a sua verdade é pavês e escudo.
Não te assustarás do terror noturno, nem da seta que voa de dia,
nem da peste que se propaga nas trevas, nem da mortandade que assola ao meio-dia.
Caiam mil ao teu lado, e dez mil, à tua direita; tu não serás atingido.
Somente com os teus olhos contemplarás e verás o castigo dos ímpios.
Pois disseste: O SENHOR é o meu refúgio. Fizeste do Altíssimo a tua morada.
Nenhum mal te sucederá, praga nenhuma chegará à tua tenda.
Porque aos seus anjos dará ordens a teu respeito, para que te guardem em todos os teus caminhos.
Eles te sustentarão nas suas mãos, para não tropeçares nalguma pedra.
Pisarás o leão e a áspide, calcarás aos pés o leãozinho e a serpente.
Porque a mim se apegou com amor, eu o livrarei; pô-lo-ei a salvo, porque conhece o meu nome.
Ele me invocará, e eu lhe responderei; na sua angústia eu estarei com ele, livrá-lo-ei e o glorificarei.
Saciá-lo-ei com longevidade e lhe mostrarei a minha salvação.
Amém.
O Salmo 91 ! (há quem diga "Salmos 91")
Imediatamente parei diante do adesivo e li-o, por completo. Pra quem não o conhece, ei-lo, na íntegra, tal qual estava no adesivo que vi...
O que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente
diz ao SENHOR: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em quem confio.
Pois ele te livrará do laço do passarinheiro e da peste perniciosa.
Cobrir-te-á com as suas penas, e, sob suas asas, estarás seguro; a sua verdade é pavês e escudo.
Não te assustarás do terror noturno, nem da seta que voa de dia,
nem da peste que se propaga nas trevas, nem da mortandade que assola ao meio-dia.
Caiam mil ao teu lado, e dez mil, à tua direita; tu não serás atingido.
Somente com os teus olhos contemplarás e verás o castigo dos ímpios.
Pois disseste: O SENHOR é o meu refúgio. Fizeste do Altíssimo a tua morada.
Nenhum mal te sucederá, praga nenhuma chegará à tua tenda.
Porque aos seus anjos dará ordens a teu respeito, para que te guardem em todos os teus caminhos.
Eles te sustentarão nas suas mãos, para não tropeçares nalguma pedra.
Pisarás o leão e a áspide, calcarás aos pés o leãozinho e a serpente.
Porque a mim se apegou com amor, eu o livrarei; pô-lo-ei a salvo, porque conhece o meu nome.
Ele me invocará, e eu lhe responderei; na sua angústia eu estarei com ele, livrá-lo-ei e o glorificarei.
Saciá-lo-ei com longevidade e lhe mostrarei a minha salvação.
Amém.
15.2.11
Susto
Depois de mais um cansativo dia de trabalho com o "bônus" de uma maçante reunião pós-expediente, pego o velho ônibus de volta pra casa.
Chegando perto de onde moro, vários carros dos bombeiros nos ultrapassam, com suas desesperadas sirenes. Vai se formando o congestionamento.
E o trânsito para. A poucos metros do meu apartamento. Aí então noto: as luzes piscantes dos carros dos bombeiros estão parados ali... EM FRENTE ONDE MORO!!!
Começo a ficar preocupado...
Tamanha é a morosidade do trânsito, que o motorista resolve me liberar a poucos passos da parada –e também de onde estou morando, que fica quase em frente à parada.
Vou caminhando e olhando...
E descubro, para meu alívio, que o incêndio ocorrera... num dos apartamentos...
...do edifício vizinho ao meu!
Ufa.
:p
Chegando perto de onde moro, vários carros dos bombeiros nos ultrapassam, com suas desesperadas sirenes. Vai se formando o congestionamento.
E o trânsito para. A poucos metros do meu apartamento. Aí então noto: as luzes piscantes dos carros dos bombeiros estão parados ali... EM FRENTE ONDE MORO!!!
Começo a ficar preocupado...
Tamanha é a morosidade do trânsito, que o motorista resolve me liberar a poucos passos da parada –e também de onde estou morando, que fica quase em frente à parada.
Vou caminhando e olhando...
E descubro, para meu alívio, que o incêndio ocorrera... num dos apartamentos...
...do edifício vizinho ao meu!
Ufa.
:p
8.2.11
Desconto?!

Os chamados sites de compra coletiva estão em voga, atualmente. É PeixeUrbano, é Groupon, É Regateio e mais um punhado de outros...
Evidente que a estratégia é dar a maior ênfase possível à porcentagem de desconto, encantando o provável consumidor e não me impressiono mais com isso. Por outro lado, o que realmente me espanta é a, a meu ver, supervalorização do produto.
Analiso o anúncio que ilustra este post: "4 temakis de até R$59,95..."
Ou seja, um –e tão somente UM– temaki pode vir a custar, normalmente, R$15 ???
Nunca comi um temaki na vida, pra dizer a verdade. Mas custo a crer que um punhadinho de arroz enrolado em nori (alga marinha) com cobertura de sashimi (peixe cru) possa custar tanto.
No bairro onde trabalho, com esse valor é possível almoçar decentemente e com suco incluso...
Desse jeito fica fácil conceder os 75% de desconto, né.
7.2.11
13.1.11
Rio de Janeiro
Não sinto pesar algum quando favelados morrem soterrados. Afinal, moravam em condições irregulares e sujeitos a imprevistos.
Mas quando isso acontece com cidadãos adimplentes com seus deveres, que residiam legalmente... lamento sim, e muito.
É muito triste saber que até mesmo bombeiros, em pleno trabalho de resgate, perderam suas vidas nesta tragédia que envolveu os fluminenses.
Breves, porém sinceras, palavras para exprimir minha tristeza e compaixão para com os familiares das vítimas fatais. Estou de luto.
Mas quando isso acontece com cidadãos adimplentes com seus deveres, que residiam legalmente... lamento sim, e muito.
É muito triste saber que até mesmo bombeiros, em pleno trabalho de resgate, perderam suas vidas nesta tragédia que envolveu os fluminenses.
Breves, porém sinceras, palavras para exprimir minha tristeza e compaixão para com os familiares das vítimas fatais. Estou de luto.
4.1.11
Miniconto
Uma colega de trabalho que havia ingressado na empresa há poucos meses estava, nos últimos dias, a me elogiar com eloquência, exaltando as minhas qualidades como profissional e também como cidadão comum na sociedade.
No entanto, como ela era casada –e ainda é– eu não dava muita importância a seus dizeres e agradecia a tudo, considerando como uma exagerada gentileza entre companheiros de trabalho.
Ontem, flagrei-a afirmando:
– Eu queria ser dançarina de grupo de forró! Certamente estaria ganhando muito mais e me estressando muito menos!
No que comentei, de imediato:
– Aí acho que eu aturaria forró e iria te ver, no palco.
Segundos depois, arrematei:
– Ah não, agora me lembrei: você é casada.
E ela retrucou, de imediato:
– Eu me descasaria na hora!!
Os colegas que presenciaram esse breve diálogo riram, e me fitaram com indisfarçável malícia. Fiquei completamente sem graça e saí da sala. No restante do dia nem toquei mais no assunto.
E hoje de manhã ela não veio trabalhar.
Fico sabendo que ela foi demitida.
FIM. (mesmo. Garçom, traz mais uma?)
No entanto, como ela era casada –e ainda é– eu não dava muita importância a seus dizeres e agradecia a tudo, considerando como uma exagerada gentileza entre companheiros de trabalho.
Ontem, flagrei-a afirmando:
– Eu queria ser dançarina de grupo de forró! Certamente estaria ganhando muito mais e me estressando muito menos!
No que comentei, de imediato:
– Aí acho que eu aturaria forró e iria te ver, no palco.
Segundos depois, arrematei:
– Ah não, agora me lembrei: você é casada.
E ela retrucou, de imediato:
– Eu me descasaria na hora!!
Os colegas que presenciaram esse breve diálogo riram, e me fitaram com indisfarçável malícia. Fiquei completamente sem graça e saí da sala. No restante do dia nem toquei mais no assunto.
E hoje de manhã ela não veio trabalhar.
Fico sabendo que ela foi demitida.
FIM. (mesmo. Garçom, traz mais uma?)
3.1.11
Nostalgia e... um certo consolo
Dia destes, tentando me lembrar de músicas que um dia já curti, para baixar da internet e ouvir no meu idolatrado MP3 player, veio à tona a recordação de um hit muito dançante, com uma morena que eu achava – aliás, ainda acho, até hoje – atraente, a Crystal Waters. Isso, nos idos do começo da década de 90; o áuge da house music.
Quem tem no mínimo três décadas de existência já deve tê-la ouvido – e, na melhor das hipóteses, sacudido muito o esqueleto sob sua batida:
E baixei a canção.
Depois fiquei curioso em saber como estaria a situação da cantora, hoje. Googleei e descobri que atualmente ela está com 46 anos de idade e.... grata surpresa, ainda em plena atividade!
Ela tem seu próprio site: http://crystalwaters.clubheadsradio.com/ e, em 2009, criou sua própria rádio online, em parceria com diversos outros artistas de semelhante quilate dançante, a
Clique e ouça! :D
Beleza, beleza. Mas onde está o tal "consolo"?
No fato que, ao acessar umas fotos da inauguração da referida rádio, deparei-me com um rosto conhecido, o do Freedom Williams, mais conhecido como aquele cara da dupla C&C Music Factory. Você conhece, vai... vê o clipe aí e me diz se já não escutou esse som na trilha sonora de algum filme ou mesmo no toque de celular de alguém conhecido:
Everybody dance now (compartilhamento não autorizado, por isso só tem o link para o video)
(É esse cara que canta, usando óculos de Ugly Betty e fazendo as coreografias, mostrando a barriga 'tanquinho' ao mesmo tempo)
Pois é, agora vê como o cara está hoje:

Crédito da imagem: Taylor Hooper
Maior cara de "tio sukita", diz aí! :D
Quem tem no mínimo três décadas de existência já deve tê-la ouvido – e, na melhor das hipóteses, sacudido muito o esqueleto sob sua batida:
E baixei a canção.
Depois fiquei curioso em saber como estaria a situação da cantora, hoje. Googleei e descobri que atualmente ela está com 46 anos de idade e.... grata surpresa, ainda em plena atividade!
Ela tem seu próprio site: http://crystalwaters.clubheadsradio.com/ e, em 2009, criou sua própria rádio online, em parceria com diversos outros artistas de semelhante quilate dançante, a
Clique e ouça! :DBeleza, beleza. Mas onde está o tal "consolo"?
No fato que, ao acessar umas fotos da inauguração da referida rádio, deparei-me com um rosto conhecido, o do Freedom Williams, mais conhecido como aquele cara da dupla C&C Music Factory. Você conhece, vai... vê o clipe aí e me diz se já não escutou esse som na trilha sonora de algum filme ou mesmo no toque de celular de alguém conhecido:
Everybody dance now (compartilhamento não autorizado, por isso só tem o link para o video)
(É esse cara que canta, usando óculos de Ugly Betty e fazendo as coreografias, mostrando a barriga 'tanquinho' ao mesmo tempo)
Pois é, agora vê como o cara está hoje:

Crédito da imagem: Taylor Hooper
Maior cara de "tio sukita", diz aí! :D
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