14.8.11

Distintos

Aproveito a data de hoje para prestar minha homenagem aos pais, mas não indistintamente a todos. Não. Tiro o chapéu e faço reverência aos pais que fazem jus ao título. Explicando...

Assim como diferencio mães – autênticas mães que cuidam de seus filhos – de meras parideiras, considero pais somente os que cumprem com seu papel perante a família gerada. Quanto aos outros, aqueles que abandonam seus próprios filhos à própria sorte, os denominaria de "réles 'fazedores' de bebê", nada além disso e estes, somente meu desprezo e lástima merecem, pois pouco se diferem de uma ameba, procriando por instinto, sem consciência alguma. Mas deixêmo-los (os pseudopais) de lado e vamos aos merecedores da homenagem...

Os pais, ah! Os Pais.
Pai de verdade é aquele que nos ensina com seu próprio exemplo; com seus atos, atitudes, com sua personalidade irretocável. Digno é, de admiração. Não se impõe por palavras ditas em tom severo ou chineladas –embora muitas vezes possa ter sido necessário e, hoje posso dizer, tenha sido mesmo merecido– mas tão somente por seu caráter, que pode se traduzir em um olhar de repreensão ou no silêncio que consente, embora preocupado e, no fundo, extremamente amoroso.

O pai não é, de forma alguma, alguém a ser esquecido. Quer seja abandonado num asilo, insalubre ou não, ou mesmo após sua morte. O pai é, sempre foi e será, aquele que nos criou, por fora e por dentro também.

E acho que não tenho mais nada a acrescentar, pois a emoção me abate...

Um Feliz Dia dos Verdadeiros Pais !!!

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