3.6.09

Analisando a bunda alheia

Como este é – ou pelo menos assim o considero – um blog de família, tipo censura-livre, perguntei no Twitter se eu deveria ou não escrever sobre bunda. E veja só o meu – catastrófico – IBOPE, lá: Por 1 opinião X 0, ganhou a liberdade de expressão... (ha, ha... haa...)

Bunda, ou derrière (como era da preferência do Luís Fernando Veríssimo) ou ainda traseiro (como às vezes me refiro àquela parte da anatomia humana e, neste caso, feminina) é, segundo dizem por aí, a preferência nacional. Atualmente, com ênfase no volume, vide Mulher-Melancia, Mulher-Samabaia e outras Mulheres-Objeto que vêm surgindo por aí.

Pois bem, não é sobre nenhuma delas que quero comentar, mas sim sobre uma que vive no meu ambiente profissional. Também não é sobre a beleza – ou suposta beleza – da pessoa e sua bunda, mas justamente o oposto. É feia. Ou considero feia.

E não consigo encontrar o por quê. A pessoa em si não é magérrima, tampouco gorda; parece-me estar num peso ideal. Altura, idem, mediana. Proporcionalmente é uma mulher absolutamente comum, enfim. Porém, não me conformo com aquilo. Ideal seria se eu pudesse pôr aqui uma foto do detalhe em questão, mas isso seria indiscrição demais, mesmo ocultando seu rosto – o que seria, convenhamos, fácil demais, já que estou falando sobre nádegas, mas... deixa pra lá. Visualizem mentalmente.

Não é achatado, não é pontudo, não é caído e não é nada atraente. Só o quadril que fica muito abaixo de onde acho que realmente deveria estar...

Ei, será que é isso que dá a impressão de ser uma bunda estranha? O quadril?



Utz. Que post inútil. Desculpem-me, leitores. Mas eu precisava "desabafar" esse pensamento*...



*Por "pensamento" entenda-se "babaquice".
:P

4 comentários:

Caminhante disse...

Foto, foto, foto!

Dri disse...

Foto, foto, foto! [2]


Estou curiosa para saber como é essa bunda e se a minha se enquadra nessa categoria.

Anônimo disse...

O Clodovil começou assim, viu?

Anônimo disse...

As bundas não existem para - e por isso não precisam - atender as nossas expectativas. Humpf!