27.10.07

Pequenez da visão de mercado de alguns

Como alguns sabem, atualmente estou trabalhando em uma concessionária de carros, como mecânico. Há poucos dias de completar meu primeiro mês lá dentro, já tive duas provas de porque campeãs mundiais em seus ramos de atuação – ou pelo menos de uma delas, a marca que aqui representamos, a Toyota, maior montadora de veículos do Japão e, dizem alguns, a maior vendedora destes em todo o mundo, inclusive nos EUA – não apresentam igual desempenho aqui no Brasil.

Como os problemas são técnicos para os que não lidam com carros e isso pode ser completamente desinteressante, vou tentar abreviar estas partes, ok? Mas antes, um pequeno prefácio: Como uma de minhas funções iniciais lá comecei fazendo revisão de zero quilômetros para entrega. Coisa simples, verificar se o carro não está danificado, se não lhe falta nenhum componente, se não há vazamentos no motor, se seus acessórios essenciais estão instalados e funcionando perfeitamente, essas coisas.

1º CASO: Pois aconteceu de eu encontrar um que estava com uma peça (terminal de bateria) contaminada com zinabre (para que o leigo entenda, imagine algo parecido com ferrugem). Imediatamente parei a inspeção e fui consultar os superiores. E fui orientado a pedir a opinião de um dos colegas de oficina, mais experiente, quanto ao que fazer a respeito. A meu ver, não haveria outra solução senão a substituição da tal peça, mas para minha surpresa e decepção, tive que seguir a recomendação recebida: Apenas limpar o zinabre.

Não obstante eu retrucar que esse tipo de corrosão não era – e não é, nunca é – tão superficial assim e que, por mais limpa que a peça ficasse, restariam sinais visíveis e a durabilidade ficaria comprometida, a resposta permaneceu: "Não troca, só limpa." e com um adendo ao meu segundo argumento "Quando der problema, a gente troca, em garantia".


2º CASO: Reincidente, inclusive; um discreto detalhe no funcionamento do seletor de fluxo de ar (onde você direciona a ventilação interna para o rosto, ou para os pés, etc): Uma das posições não parava onde deveria; algo assim como se fossemos acertar um relógio de ponteiros em meio-dia e ele insistisse em marcar meio-dia e 2 minutos.
Comentando o fato com um dos companheiros de serviço, este respondeu-me, com um certo ar de superioridade, que ele já havia visto vários carros assim e que "aquilo era absolutamente normal, era característico do carro novo de fábrica".

Pois bem, recebi autorização para verificar a causa do problema e encontrei-a; era um componente mal ajustado. Solucionei o defeito "normal de fábrica" e relatei isso na ordem de serviço que acompanha todos os veículos que lá adentram. Posteriormente solicitei que o ocorrido fosse comunicado à fábrica através de um relatório padrão que, inclusive, já existe para essa finalidade.



Em suma, esses dois casos me serviram para me provar que, mesmo apesar de reuniões semanais onde as mais diversas reclamações de clientes nos são expostas e questionadas, prevalece o inabalável "jeitinho brasileiro" de fazer as coisas, o brazilian way of life (ou work, no caso) que inverte o antigo ditado; aqui o melhor é remediar, que prevenir. E a imagem da marca e seus produtos? "Que se danem", alguns devem pensar.

Esquecendo-se de que seus ordenados não são vitalícios, tampouco a credibilidade que uma marca tenha obtido no exterior durante décadas...

26.10.07

Voltando pra casa

CENA REAL:

Caminhando pela calçada, avisto um cachorro, aparentemente de rua (sem coleira) que está em pé, a observar os transeuntes. Ao aproximar-me dele, noto que fui percebido por ele e me afasto, prosseguindo minha caminhada pelo meio-fio. E nada mais além disso acontece.

CENA SEMI-REAL:

Voltando pra casa após um exaustivo e gratificante dia de trabalho, deparo-me à distância com um cão.
Este parece-me algo carente de um mínimo de atenção e olha pra mim, amistosamente. Conforme vou me aproximando dele, o mesmo esboça uma discreta aproximação em minha direção. E instintivamente desvio-me dele, a pensar "Será que vai me morder?". E continuo a caminhar, ileso. Sem ouvir um único latido, sequer.

O PONTO DE VISTA CANINO, completamente hipotético. (ou nem tanto):

Puxa vida, ninguém dá atenção pra mim só porque sou um vira-latas, um cachorro sem dono. Mas... ei, olha só esse sujeito, quem sabe ele tenha um pedaço de bife naquela sacola e me dê um pedaço! Ou pelo menos um cafuné, sei lá. Eu iria gostar. E ele tem cara de bonzinho... vou tentar chegar perto dele...

Ei! Olha pra mim aqui! Vamos ser amigos?
( ... )
Mas que coisa, foi-se embora e no final das contas não me deu nada, nem o bife, nem o cafuné, nem um mísero sorriso de volta! Mas que ser humano mais insensível! E ainda reclamam quando nós latimos pra eles, implorando por alguma consideração. Mas que raça, viu! Depois nós é que somos irracionais, hunf!

22.10.07

Na telona

Só depois de ler reportagem em determinada revista semanal falando sobre o já tão falado "Tropa de elite" é que me animei a ir assisti-lo. E por um pequeno detalhe: Dizia ser um filme no qual bandidos eram de fato bandidos e assim tratados.
Porque eu já estava farto de ver filmes nacionais "glamourizando" a marginalidade. Na opinião de leigo que sou, eram a resposta para anos de repressão sob o comando da ditadura militar. Uma época na qual nem sempre prevalecia a razão. Inocentes foram perseguidos, torturados e mortos nesse tenebroso período? Evidente que sim. E somente por defenderem uma opinião que ia de encontro às dos governantes. Era uma guerra ideológica covarde e insâna, enfim.

Mas parece-me que muitos se agarraram a tal ponto nesse estandarte da democracia e dos direitos humanos que perderam a noção da fronteira entre a defesa de um ideal e a mera má índole humana em ansiar por poder, a qualquer preço. Nesse sombrio cenário surge o filme em questão, para esclarecer o que é bom e o que é ruim.

O traficante tem a "preocupação social" para com a comunidade. E é claro que tem, pois precisa granjear aliados em seu meio e defender seu "comércio". O "mauricinho" com cara de bom moço que veste a camisa branca da paz e desfila nas ruas com ar cândido sabe que sua maconha, a cocaína que consome alimenta o império que espalha a violência e o terror na cidade, mas "crê" que não está fazendo nada demais, pois ele próprio não é um marginal; é apenas um bem sucedido estudante, de familia tradicional e abastada...

E vem "Tropa de elite" para dar o tapa na cara dos hipócritas, dizer a verdade que todos conhecem mas ninguém tem coragem de admitir; que não adianta fazer cara de perplexidade ante crescentes índices de criminalidade enquanto fazem vista grossa para o consumo de entorpecentes. Eu francamente não chegaria a ponto de definir um usuário de drogas como um criminoso, mas daí a achar que ele é um coitadinho, uma vítima do sistema, que nenhuma culpa tem pelo enriquecimento do narcotráfico e seus tentáculos? Ah, faça-me o favor! É conivente, é consciente, é culpado também!

E como não poderia deixar de ser, levantam-se os Direitos Humanos em defesa dos humildes, dos
indefesos. Criticam a tortura praticada pelos integrantes do BOPE em suas incursões. Estranhamente, não defendem o cidadão honesto quando este sobre pressões psicológicas, agressões físicas e até chega ao óbito quando nas mãos dos marginais. Note-se que, ao menos pelo que se pode ver no filme, os policiais só recorrem à tortura – palavra que soa mal, mas não haveria outra para substituí-la – quando têm a certeza de que o torturado possui a informação inquirida. Por outros meios, quando e como o interrogado iria falar, iria delatar seu chefe, seu companheiro, seu vizinho de crime? Nunca!

Direito a permanecer calado, habeas-corpus ou abrandamento de pena, perspicazes e inescrupulosos advogados, morosidade da Justiça, tudo isso faria – e tem feito, em muitos dos casos – tudo acabar na velha conhecida de nós, brasileiros: a impunidade.

Por isso que este filme deu-me considerável... digamos, alívio, um certo bem-estar em ver desabafado o inconformismo com tudo o que há algum tempo vem se construindo neste país; a glorificação do marginal, como um Robin Wood moderno; um preço que temos que pagar pela desigualdade da distribuição de renda e algum suposto descaso do Poder Público para com as classes menos abastadas.

Vimos a justiça sendo feita com atroz violência, enfim.
Afinal, acharia alguém aí que traficantes dialogariam diplomaticamente, abandonando sua maior fonte de renda e de poder? Se alguém acredita nisso, que atire a primeira pedra.

Eu continuo aqui, achando que se é de fato assim que o BOPE trabalha, não poderiam estar fazendo-o de maneira mais apropriada. E, só para concluir, gostei do tom realístico do filme, pois não criou nenhum "Rambo", tampouco esqueceu-se de que a corrupção existe em todos os meios. Inclusive naqueles em que jamais deveria existir.

17.10.07

Grata surpresa

17 de novembro de 2006, neste mesmo blog, eu declarava minha indisfarçável admiração pela voz de uma repórter que diariamente me levava notícias das Minas Gerais para a capital paulista, onde eu me encontrava à ocasião. Uma voz que se destacava ante as demais e que, naquela época, não pude identificar a dona. Havia sido um post sincero e despropositado, sem nenhuma pretensão a qualquer repercussão.

Entretanto, eis que, passado mais de um ano, encontro o comentário de um desconhecido, outro fã da Luciana (a repórter da sucursal mineira da Band News FM), dizendo ter chegado ao meu blog através da busca pelo nome e emissora na qual a jornalista em questão trabalhava – e ainda trabalha. Fiquei feliz em saber do fato e agradeci a visita ocasional, não-intencional até. E achei que não passaria disso.

Mas a história iria além, sim. Este, que agora posso considerar não apenas um desconhecido mas já um amigo deste mundo on-line, o Silvestre, de Curitiba, perseverou no intuito de ir ao encontro da repórter. Ou ao menos, de saber um pouco mais a respeito da mesma. E descobriu-a no Orkut, o site de relacionamentos que todos aqui já devem conhecer.

Ainda assim achei que seria atrevimento demais lá abordá-la, para transmitir-lhe esta minha admiração e quase paixão platônica por sua voz; mantive a discrição. Acreditava piamente que seria completamente ignorado por ela, se tentasse qualquer contato. E não é que, para a minha supresa – e que boa surpresa! – final de semana passado recebo a visita da própria Luciana Vianna aqui neste meu humilde blog?

Muito simpática, agradeceu aos elogios por mim dirigidos à sua pessoa... ou melhor, à sua voz e o fez de maneira ampla, não sucinta e "automática", o que transpareceu-me a pessoa humana, boa que ela é.


Assim sendo, agradeço aqui primeiramente ao amigo Silvestre, pois se não fosse pelo empenho dele em ir atrás de mais e mais – não sendo tão passivo quanto sempre fui, nesses casos – e ainda, contando a ela sobre sua citação neste blog, nada disto teria acontecido.

E, claro, agradeço também à Luciana, que gentilmente deixou-me um comentário bem receptivo e cativante. E aproveito para parabenizá-la por seu profissionalismo, lamentando que aqui em Pernambuco a Band News FM não esteja presente. Ainda! Que em muito breve os donos da Rede Bandeirantes percebam que estão a desprezar um considerável contingente de ouvintes que são ávidos por jornalismo e notícias 24 horas por dia.

Finalizando, deixo aqui uma errata e uma ratificação:
– A despeito do meu post original, o sobrenome da jornalista é Vianna com 2 enes. Faço questão de reconhecer e respeitar esses detalhes e...
– A voz, tão agradável de se ouvir vem, de fato, de uma bela mulher. Não sei se eu teria autorização de chegar a ponto de pôr a público esse detalhe, mas enfim, fazendo jus ao post que deu origem a toda esta pequena história, eu não poderia deixar de esclarecer esse mistério...

: )

12.10.07

Rachmaninov

http://www.goear.com/listen.php?v=a139d0c

...


12 de outubro. Nada a comemorar. Foi-se do meio de nós o grande ator. Dele, restará o mito, não mais o intérprete. Ao contrário de minha fantasia. Esta jaz. Tamanha contradição; num dia chamado 'das crianças', a minha, ou a que por outrem foi assim definida, interior, é velada.
Morreu. Morreram. E que descansem em paz, por seus respectivos méritos... ou não.

A mim, só resta aguardar a terça-feira. Pois colocaram aqui um feriado na segunda, só pra prolongar o velório. No mais, o intérprete aqui gostaria de nem estar existindo. Mundo insosso.

10.10.07

Morar na Grande Recife

Morar na Grande Recife NÃO é:

– Esperar por meia hora (ou até mais) para pegar – isso, com uma boa dose de sorte, pois quase sempre vem tão lotado que é humanamente impossível embarcar – um ônibus que cobra absurdos R$2,45 e nem sequer oferece ar-condicionado. Entretanto...

Morar na Grande Recife É:

– Estar dentro dessa "lata de sardinha" e ouvir a voz do motorista exclamando "Olha só o tamanho do congestionamento!" em plena Estrada da Batalha, ainda há quilômetros da Armindo Moura (acesso para a Ayrton Senna) e logo em seguida alguns passageiros sugerirem um atalho. E pasmem: O motorista ouviu o clamor popular – por 'popular' entenda-se uma meia-dúzia que estava espremida na pré-catraca e subiu um viaduto imprevisto no trajeto. E passou por um caminho que nem mesmo ele próprio conhecia. Guiou-se única e exclusivamente pelas orientações que lhe eram ditadas ao ouvido.

Resumindo, driblamos o congestionamento de maneira um tanto quanto inusitada – pelo menos eu jamais havia presenciado algo do tipo até hoje, à exceção, talvez, de quando o motorista se deparava com ruas repentinamente alagadas e completamente interditadas, o que não lhe deixava com outra alternativa. Mas diante de um congestionamento aparentemente devido apenas ao fluxo excessivo de veículos? Ah não – e consegui descer no meu ponto. Ou melhor, na minha parada.
E finalmente...

– Chegar no meu apartamento e ser recebido ao som de Reginaldo Rossi. E naquele volume nada modesto, típico de todo vizinho pernambucano. O que parece ser uma tradição local, inclusive: Muitas pessoas que conheço daqui têm no mínimo um vizinho desse tipo. E que quase sempre tem péssimo gosto musical e faz questão de demonstrar isso para todo o prédio ou, dependendo da potência do aparato de som, ao quarteirão inteiro.
Mas hoje perdôo o rei do brega. Estou de bom humor.

: )

9.10.07

Guerra dos sexos

Conclusão estranha a que chego depois de certo ocorrido: O homem tem a obrigação de nascer sabendo. Principalmente perante o sexo oposto. Em minúcias: Somos humanos e como tais, erramos. Nisso o velho ditado é irrefutável. Mas a evolução da espécie parece ter gerado um inusitado update: É imprescindível que nós, homens, tenhamos plena consciência de nossos próprios erros e/ou os que assim possam ser considerados pela mulher.

Não temos mais direito ao esclarecimento. Somos condenados sem direito de defesa.
Somos crucificados sem ao menos sabermos o por quê.
Somos culpados pelo desconhecimento da natureza feminina, sumariamente.

E ainda dizem que são os homens que deveriam vir com manual de instruções, bah!
No dia em que inventarem o leitor de pensamentos, comprarei um. Mas nem que seja um Made in China.
E ponto final.

6.10.07

Pernambucanês updated

Certa vez encontrei um dicionário de pernambucanês aqui na internet. Mas acredito que não havia nele algumas palavras que agora coloco aqui, pensando em, quem sabe ,ajudar a algum outro paulistano que aqui venha a aportar.

METRALHA: O que para nós da capital paulista pode ser a conjugação do verbo 'metralhar' na 3ª pessoa do singular ou uma referência a um personagem de Walt Disney, nada mais é que o nosso conhecido entulho; aquelas sobras de construção que – com o perdão da redundância – sempre sobram.

FARDA: Não são apenas os militares pernambucanos que usam fardamento, os civis também, e desde criancinhas. Até eu, quem diria, uso farda atualmente. : p
E fui verificar no dicionário o significado da palavra e me surpreendi: Nada consta que o uso de farda esteja restrito aos soldados. Farda é todo e qualquer tipo de uniforme. Só isso. Quem diria (part II).
Tá, dei o braço a torcer. Mas vá lá em São Paulo, você pernambucano, e peça uma farda de cozinheiro numa loja de roupas. Irão te perguntar: "É pra trabalhar em algum quartel?"

Obs: Eu sempre conheci meu uniforme de trabalho como "jaleco", mas parece que esse substantivo não existe nesta terra. Todos sabem o que é uma farda, mas ninguém sabe de que se trata um jaleco.

GALEGA: Estranhamente, só tenho visto a aplicação nesse formato, o feminino. É como chamam as loiras, por aqui. Eu, deliberadamente, adotei o uso mas só para definir as falsas loiras mais perceptíveis, aquelas que até mesmo um completo leigo em cabelos como eu é capaz de saber que são tingidos. As que me parecem loiras naturais continuo chamando de loiras mesmo.


... ah, quanto ao "galega" só ficou faltando a correlação com o paulistanês, mas... tá valendo! (risos)

3.10.07

Post-resposta

Foram tantas e significativas as demonstrações de carinho e consideração que recebi no post anterior que eu não poderia deixar de responder proporcionalmente. Assim sendo, fica sendo este um post dedicado apenas a isso, a retribuir. E com muito gosto. : )






Fernanda,
Realmente pouco valor a praia estava tendo, ante aquela minha situação. Eu não tinha gosto em dela usufruir; sei lá, sentia algo no meu íntimo que dizia não ser digno gozar de uma praia estando desempregado, com o futuro completamente imprevisível nesta terra. Mas agora não, admiro-a e não me sinto mais como um turista, começo a me sentir como um morador da cidade, alguém que enfim merece ter aquelas ondas a poucas quadras de casa... ah, muito bom.
E de fato tive uma boa dose de ousadia, com uma pitada de loucura... (risos). Muito obrigado pelos parabéns, minha amiga do sul! : )

Ni,
É um drama pelo qual só quem já passou é que sabe como é; e eu mesmo nunca havia passado por isso antes, nunca havia ficado tanto tempo desempregado antes. E digo que isso teve um ponto positivo: Doravante hei de dar o devido valor ao emprego. Muito mais que já dava antes, quando só tinha noção do drama que é; não saber se iria conseguir honrar as contas no final do mês, e do derradeiro mês... ufa, ainda bem que esse "fantasma de arrumar as malas e voltar cabisbaixo pra SP" foi exorcizado! Muito obrigado pelos parabéns, minha amiga "das alturas" (risos)

Mônica,
Deus sempre esteve a me abençoar, eu é que não notava!! E que Ele esteja a Te abençoar também, hoje e sempre, minha saudosa ex-vizinha! : )

Flávia,
Acredito que não poderia haver emprego melhor, minha sorte já começou daí: Numa concessionária que representa a maior montadora de automóveis japonesa e que pertence a um dos maiores e bem sucedidos conglomerados de empresas do ramo, aqui no Norte, Nordeste. E logo no primeiro dia de trabalho, ganhei um treinamento técnico para ar-condicionado, não poderia ser melhor; foi meu primeiro degrau galgado, creio! Muito obrigado pelos parabéns, minha amiga repleta de cores e de indefectíveis minhoquinhas verdes! : D

Pessoinha,
Agora sim, o verão pode vir, que irei saboreá-lo, e em toda sua plenitude! Enfim esta terra perde sua aparência de estância passageira ou frio carrasco de todas as minhas esperanças de formar um casal de fato e vencer na vida, com minhas próprias forças! E Deus sabe mesmo o que faz e o faz com sabedoria; do contrário, como refutar o que escrevi acima para a Ni, que aprendi a dar valor ao emprego? Se eu tivesse me empregado em pouco tempo, sabe lá se teria essa consciência hoje? É bem possível que não. E brindemos, pois, minha alvirrubra amiga e ex-companheira de scrap-chats! ; D

Ana,
Iemanjá já sabe da consideração que tenho por ela e não tenha dúvida que a cada manhã, observando o brilho da alvorada refletindo nas ondas, sinto esse caloroso sorriso vindo da natureza. Em cada brisa, em cada pôr-do-sol, até mesmo em cada chuva, uma benção. E sim, também tenho essa fé de que doravante tudo irá se acertar cada vez mais. Beijos, minha amiga que quando faz o uso da palavra, o faz com intensidade e sensatez, sem meias-palavras. : )

Gi,
E como sei – ou presumo que sei – de sua saudade! Uma saudade quase continental, não é mesmo? E olha que me faltou pouco para levar muito a sério a idéia de ir trabalhar no Japão novamente. Às custas do dinheiro e de um emprego que parecia não surgir nunca.Mas Deus segurou-me no tempo certo, para que aqui ficasse. E por isso também dou graças a Ele, pois desta terra é que gosto. :) E tenho certeza de que Deus há de colocar no seu caminho bons momentos tais quais este que estou vivendo. A propósito, o nascimento do seu primeiro menino não seria um destes? Regozijai, minha amiga fotógrafa da terra dos donuts (dentre outras guloseimas já por vc apresentadas) e do baseball! : )

C,
Em alguma coisa, algum dia, todo aluno acerta! ; D

NS,
Pois fique mesmo, porque desta forma você livrou-se de meus desesperançosos posts, hehe. :)

Visitantes em geral,
Conhecidos ou não, que me deram a honra da visita e da leitura mas não deixaram recado, recebam também o meu muito obrigado, se em silêncio também compartilharam deste meu momento de "ver a luz no fim do túnel"...

Agora é respirar fundo e continuar com a programação normal deste blog, pois como dizem: "The show must go on!"
; )