Ao pé da aceroleira – que tem nos dado frutos magníficos neste ano, por sinal,

No vaso do manacá-da-serra –trevos enormes!

Discretamente, no vaso das pimentinhas (que vieram do Paraná),
Envolventes, junto à romã nascendo...

Relativamente discretas em meio às suculentas e cactos,

O que se dizer? O espaço que o trio (Amor-agarradinho, Cosmea e Artemísia) deixou...
TÁ DOMINADO! Tá tudo dominado!! :D
Até no cantinho chamado "Descanso do Buda" eles estão. A disputar o domínio do território com as vincas. As azaléias (donas da casa... digo, do vaso, que se cuidem)

E pra concluir, o Solanum lycopersicum –que a maioria dos humanos conhece como "tomate"– e neste ano está com uma produção admirável. Creio eu que graças ao eficiente trabalho de uma mandaçaia que esteve por aqui e fecundou (polinizou) mais que o tal do catra aquele.
Coincidência ou não, lá estão os trevos.
Enfim, não os arrancarei. São plantas indicadoras e fixadoras de nitrogênio (esta é a informação não-lúdica deste post! :D )



2 comentários:
Que beleza de quintal! Eu ainda estou tentando cultivar minha horta e aprendi algumas dicas preciosas de como aguar as plantinhas e podar. Até o momento, tenho um manjericão resistindo bravamente, uma hortelã bem feliz, um boldo pimpão e uma suculenta meio 'vou-não-vou'.
Érica, por minha experiência notei que o mais fatal a uma suculenta é o nosso amor – leia-se "rega" – em demasia. Precisamos saber que essas plantas têm folhas gordinhas não por mero acaso, mas como forma de manter uma reserva constante de líquidos/nutrientes para o caso de uma seca, haja vista que são plantas originárias de locais de clima árido e, por isso mesmo, preferem lidar mais com a falta, que com a abundância de água.
:)
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