14.12.10

É proibido emitir ruídos ao fazer amor!

Foi a decisão tomada por uma síndica de um condomínio paulistano. É sério, e o link com a reportagem está aí pra ninguém – que não tenha assisido à edição do Bom Dia Brasil de hoje – duvidar ou achar que estou inventando:
http://g1.globo.com/videos/bom-dia-brasil/v/condominio-paulista-e-tolerancia-zero-com-barulhos/1392849/#/Edi%C3%A7%C3%B5es/20101214/page/2

E agora, hein?
A reclamação nem é com os "nheco-nheco" de colchões de mola velhos – cena conhecida dos que tenham visto o filme francês "Delicatessen" e, inclusive, pseudoparodiada num comercial brasileiro... só não me recordo de que produto– mas com os dizeres no afã do prazer.

Ora pois, o clímax é mesmo incontrolável. Quem não é mais virgem sabe do que estou dizendo. Mas daí a proibir nossas reações nessa hora tão... tão sei-lá-o-quê?
O que você acha? Exagero? Ou uma atitude (a proibição) sensata?

Note-se que existe a possibilidade de aplicação de multa pra quem infringir essa regra do condomínio. O que será que pode, e o que não pode?

Fiquei curioso. E temeroso, também. Pois espero que semelhante ação restritiva não ocorra aqui onde moro! (gargalhada)
A bem da verdade, tenho um certo bom senso de moderar nos ruídos aqui emitidos durante o bem-bom. Mas...

Vai saber, né? Vai que me aparece um vizinho pudico –ou invejoso, mal amado– incomodado com a minha... felicidade? :P

2 comentários:

Caminhante disse...

Quem teve vizinha que gritava e deixava a cama batendo na parede por horas a fio, sabe muito bem que isso não é coisa de gente mal amada.

R. disse...

Vixe.
Sem comentários. :P