14.3.10

Meu novo passatempo online

Depois do fracasso da minha participação no Formspring.me – tanto é que me desativei de lá (parece que não tem como se apagar completamente) – e desses irritantes dias em que as pessoas só falam sobre BBB no Twitter, resolvi procurar outras alternativas de passatempo na grande rede e encontrei algo interessante, o Yahoo! Respostas.

Ao menos lá SEMPRE há perguntas e respostas – coisa que a muito custo eu mal conseguia no Formspring e no Twitter, raramente. Apenas duas coisas me incomodam, lá: travadinhas constantes – deve ser devido à velocidade da minha conexão – e uma censura digna de colégio de freiras.

É automático: se você escrever, por exemplo, "merda", seja numa pergunta ou resposta, o site automaticamente posta como "*****". No meu entendimento a merda não é um termo de baixo calão, mas enfim... tem casos piores, que fiquei sabendo: "pinto" também é vetado. Ou seja, você não pode perguntar:
– De que cor eu ***** o meu quarto?
Ridículo, não? Mas fora essas falhas, estou gostando.

Ah, e também porque às vezes nos deparamos com cada asneira! Vejam só esta "pérola" que capturei hoje:



Primeiro que a pergunta é sobre sexo e foi postada na categoria "telefones celulares" (?!) Seria sexo verbal, o interesse da moçoila? Negativo; note-se que ela quer saber como é pela frente, por trás... ah, falando nisso, há como fazer sexo oral por trás? Desconheço. Ou imagino uma contorcionista fazendo. Nada erótico, por sinal.

:P

6.3.10

MP3 Player

Francamente, não sei por que demorei tanto a comprar um. Foi uma das melhores coisas que adquiri recentemente; só me proporciona alegrias e/ou alívios. Para explicar isso vou listar alguns "como era antes":

- O ônibus demora a vir. Minutos que parecem horas...
- Dentro do coletivo, um escarcéu de conversas fúteis. Pra piorar, alguém resolve ouvir suas musiquetas – de possível e provável mau gosto, diga-se, de passagem – num desses celulares que têm altofalante...
- No supermercado, temos a música ambiente que nem sempre é aquela que gostaríamos de estar ouvindo...
- No intervalo do trabalho sempre há aquele tagarela que vem pra cima de você com as babaquices dele e você, considerando sua diplomacia e o fato de que convive com aquela criatura diariamente, dá ouvidos. Mesmo que a contragosto...

Ah, mas agora com o maravilhoso aparelhinho... hah!!

O ônibus continua demorando uma eternidade, mas essa tortura é atenuada com a FM ou minhas músicas favoritas. E lá dentro pode estar infestado de manés querendo aparecer a qualquer custo que nem me dou conta do fato.
Faço minhas compras com alegria, sem pressa, no meu ritmo...
E nem adianta vir falar comigo quando estou com os fones no ouvido porque o volume é alto... É o que certas pessoas estão percebendo. (ainda bem)


Sabe, fui do tempo do walkman, aquele de fita K7 e dou graças à Deus – e à tecnologia* – por ter chegado ao MP3; quem teve um daqueles aparelhos, que hoje seriam considerados enormes e pesados, deve se lembrar do quão pouco duravam as pilhas... e o detalhe inusitado: quando estas iam enfraquecendo, a rotação do motor ia caindo, deformando completamente a música. Era como se ouvissemos a Elis Regina se transformando no Tim Maia...

Também tive um discman que, como pode se deduzir pelo nome, tocava cd's. Não tinha o inconveniente da "metamorfose da voz", mas igualmente consumia pilhas insaciavelmente.

O MP3 player, sem atuadores mecânicos, aliado às pilhas recarregáveis, é uma beleza que nos proporciona horas e mais horas de som sem alteração de qualidade. God bless the MP3 player!



* Falando-se em avanço da tecnologia fica algo estranho no ar, creio; afinal, já faz muito que passamos de mp3 pra mp4, mp5 e por aí vai... mas acontece que pra mim, o que realmente interessa, é o som. Por isso me ative no mp3.

Pochete


A despeito de sua praticidade, a pochete masculina havia sido, há alguns anos, completamente abolida de nossa sociedade, por conta da tal ditadura da moda à época, que impusera a tarja de "cafona", no acessório. Quem se atrevesse a ostentar a sua pelas ruas era visto como se estivesse vestido como o Falcão, aquele. O cúmulo da bizarrice, enfim.

Os anos se passaram.
Ultimamente venho notando que a pochete está sendo usada novamente. Seria mais um desses vai-e-vens (você sabe, in hoje, out amanhã e viceversa)da moda? Ou apenas homens à margem do suposto "bom senso" ao se vestir?

Seja lá por qual razão for, vou logo comprar a minha. Afinal, atualmente não estou dando a mínima pra moda mesmo e...

Caso você esteja querendo criticar, tente ficar à vontade com celular, cigarro, carteira, portamoedas, mp3 player e molho de chaves enfiados em dois bolsos pra ver o que é bom, haha.

3.3.10

É.

Ontem minha colega de blogosfera, twitter e formspring.me, a Caminhante disse, com toda sua peculiar e mui bem-vinda franqueza: "Postar música e nada pra mim é a mesma coisa."

É.
Assim como considero postar versinhos do Mário Quintana igualmente a mesma coisa: nada. Absolutamente nada, completa "encheção de linguiça" ou "postagem-só-pra-bater-o-cartão".

Em vista disso eu gostaria de dizer que são – as músicas que ultimamente tenho postado – reflexos do meu estado de espírito atual. Talvez nem tanto as letras, mas apenas o som. Não se trata de um recurso apelativo para dizer que o blog continua ativo – a propósito, em alguns momentos cheguei a pensar em apagá-lo para sempre – mas tão somente uma expressão... através dos outros.

Ou talvez porque eu não esteja em estado apropriado para escrever no mesmo nível que sempre mantive, até hoje, aqui no pseudoblog2.