A pergunta "Do que mais sente falta em SP?" feita por uma amiga (a qual não sei se posso divulgar) a mim no http://www.formspring.me/ rendeu una resposta de 10 itens. Daí pensei, por que não escrever sobre "As 10 coisas de que eu sentiria falta de Recife"? (caso voltasse definitivamente para São Paulo, evidentemente) Pois bem.
I. A Patroa, pois foi unicamente por ela que eu vim pra cá;
II. Laça Burguer, a lanchonete regional que, na minha opinião, é muito melhor que essas grandes e conhecidas redes de fast food como Mc Donald's, Bob's, Burguer King etc);
Obs: Muito citada por aqui é, também, o Bogaloo, o qual ainda não experimentei mas pretendo fazê-lo.
III. "Guaraná da Amazônia"preparado na hora, na calçada. É guaraná batido no liquidificador, geralmente com outros ingredientes que o potencializam como energético. Encontra-se com facilidade em qualquer esquina movimentada ou próximo à paradas de ônibus;
IV. Coco verde gelado, outro item farto e acessível – tanto em relação a preço quanto a facilidade de encontrá-lo – ainda mais nesta terra onde há tantos coqueiros...
V. Camarão; idem ao anterior;
VI. Praia. Tanto a que fica perto de onde moro atualmente que, apesar de ser imprópria para banho em qualquer temporada do ano (devido à constante presença de tubarões) não deixa de proporcionar a areia, a brisa, o som das ondas quebrando... quanto as que ficam um pouco distantes da região metropolitana, estas sim, apropriadas para aproveitamento pleno;
Comentário: E com a enorme vantagem, em relação a nós, paulistanos, de estar o acesso a estas praias isento de caríssimos pedágios e quilômetros de trânsito parado...
VII. Bolo de rolo: Um doce que, numa comparação grosseira se parece com rocambole, só que em tiras muito finas e que, de tão tradicional e célebre que é foi oficializado como patrimônio imaterial de Pernambuco. Sério!
VIII. Preço do estacionamento, que é muito aquém do absurdo que é cobrado na capital paulista, mas com uma ressalva: os shopping centers praticavam uma tarifa que eu considerava razoável, até há pouco tempo. Só que, gradativamente, vêm aumentando os valores arbitrariamente;
IX. Amigos. Verdade que eu disse que nenhum daqui se equipara aos da minha terra natal, mas eu estaria sendo desonesto comigo mesmo ou, no mínimo, ingrato para com quem me deu e tem me dado apoio desde que aqui cheguei se dissesse que não sentiria falta ou pelo menos carinhosa saudade destes;
X. Aceitabilidade abrangente do cartão de crédito que possuo. Motivo que pode deixar de ser caso – ou quando – o Hipercard vier a se popularizar em SP. Aqui é difícil encontrar um estabelecimento comercial que não o aceite, já em SP é o oposto (ou era, até a minha ida mais recente até lá).
15.12.09
Muito obrigado, Unibanco!
Olha só que surpresa que me aguardava, ao chegar em casa, no final de mais um dia de expediente, invariavelmente exaustivo: uma correspondência do Unibanco, do qual sou correntista. Abro o envelope e me deparo com isto:
Sim, minha conta corrente na agência 0351 tem outra, poupança, vinculada à ela, com número distinto da primeira. Fiquei estarrecido: "Mas... por quê? O que fiz de errado???", pensei.
Imediatamente acessei a página do banco, na internet, para ver se haveria alguma explicação sobre esse comunicado, lá. E não havia. Tudo, absolutamente tudo normal; saldo, nenhum aviso, nada. E notei – sim, eu não sabia de cor o número dessa conta poupança utilizada– que o número da conta que viria a ser encerrada não era o mesmo da que eu possuía (e ainda possuo).
Teria a correspondência sido enviada por engano, pra mim? Mas com todos os dados (nome completo, endereço etc) corretos?! Liguei para o atendimento telefônico do banco. Depois de passar pelo conhecido "calvário" daqueles malditos menus gravados "Para fazer isso, tecle 1; para fazer aquilo, tecle 2" e por aí vai, vocês conhecem) e esperar por torturantes minutos aturando uma musiquinha que parecia não ter fim, finalmente sou atendido.
Deixando a atendente a par do ocorrido comigo, fico sabendo que:
1) Essa conta poupança existe mesmo... e me pertence;
2) O saldo dessa conta é de R$ 0,00
Daí fiz a pergunta mais óbvia:
– Como surgiu essa conta que não abri/criei e muito menos sabia de sua existência?
E a atendente respondeu:
– Quando o senhor faz aplicações online pode, sem perceber, estar criando novas contas poupança vinculadas à conta corrente, paralelas à já existente.
FATO: Sim, o site do banco, em relação ao correntista, cria contaS poupança num clique, sem nenhuma burocracia. Entretanto... e até onde eu sei – ou achava que sabia...
Isso só aconteceria SE eu quisesse. E, por mais que eu goste de beber e, com alguma frequência esteja embriagado, não acredito que eu tenha feito essa idiotice de aplicar ou transferir dinheiro para uma outra conta poupança que não a já pré-existente.
Pois bem, a C/P (conta poupança) 247658-5 que recebeu a extrema unção não tem saldo algum atualmente e por isso em nada me prejudicará deixando de existir. Mas... supondo... SUPONDO que eu estivesse bebadaço ou extremamente distraído e tivesse criado-a, com que valor o fiz?
A prestativa atendente consultou seu sistema e descobriu que, até onde ela conseguia ver (julho deste ano), o saldo tinha sido sempre... ZERO, rosquinha, conjunto-vazio, nada. Perguntei-lhe então:
– E a conta poupança que estou usando – esta que sei que existe, pois fui eu que a criei, – desde quando existe?
Pasmem: Foi criada em agosto deste ano. E por que se pasmar? Porque antes disso nunca, em tempo algum, tive qualquer tipo de investimento com esta conta corrente. Nem aplicação em ações, nem em fundos, nem em nada. Logicamente não teria como constar nenhuma aplicação na conta poupança "compulsória-fantasma" que O BANCO havia gerado pra mim.
Então recebi a informação que "Ao abrir uma conta corrente o banco fornece contas poupança ao correntista ao movimentá-la." Contas que nem sequer o correntista sabe que foram criadas e não possuem saldo algum. "Absurdo!", afirmei à atendente.
Achou pouco? Pois agora sei que, além dessa conta poupança que existia, da qual eu não sabia de sua existência e não me servia pra coisa alguma ainda tenho outras 3! Das quais, também, não tenho nem como ter ciência de seus números mas, de antemão, prevejo que cedo ou tarde receberei comunicados idênticos ao que recebi hoje.
Talvez você, leitor, paciente (por ter aturado até aqui este texto-desabafo) leitor esteja se perguntando o por que de eu ter, no título do texto, agradecido ao Unibanco. Explico: Já tive poupanças em 2 outros bancos, Bradesco e Banco do Brasil. Em ambos raramente, em vista de eu sempre ter sido pouco economizador, fazia depósitos. Certo dia, ao querer colocar algumas economias no Bradesco sou informado que...
Sim, minha conta corrente na agência 0351 tem outra, poupança, vinculada à ela, com número distinto da primeira. Fiquei estarrecido: "Mas... por quê? O que fiz de errado???", pensei.
Imediatamente acessei a página do banco, na internet, para ver se haveria alguma explicação sobre esse comunicado, lá. E não havia. Tudo, absolutamente tudo normal; saldo, nenhum aviso, nada. E notei – sim, eu não sabia de cor o número dessa conta poupança utilizada– que o número da conta que viria a ser encerrada não era o mesmo da que eu possuía (e ainda possuo).
Teria a correspondência sido enviada por engano, pra mim? Mas com todos os dados (nome completo, endereço etc) corretos?! Liguei para o atendimento telefônico do banco. Depois de passar pelo conhecido "calvário" daqueles malditos menus gravados "Para fazer isso, tecle 1; para fazer aquilo, tecle 2" e por aí vai, vocês conhecem) e esperar por torturantes minutos aturando uma musiquinha que parecia não ter fim, finalmente sou atendido.
Deixando a atendente a par do ocorrido comigo, fico sabendo que:
1) Essa conta poupança existe mesmo... e me pertence;
2) O saldo dessa conta é de R$ 0,00
Daí fiz a pergunta mais óbvia:
– Como surgiu essa conta que não abri/criei e muito menos sabia de sua existência?
E a atendente respondeu:
– Quando o senhor faz aplicações online pode, sem perceber, estar criando novas contas poupança vinculadas à conta corrente, paralelas à já existente.
FATO: Sim, o site do banco, em relação ao correntista, cria contaS poupança num clique, sem nenhuma burocracia. Entretanto... e até onde eu sei – ou achava que sabia...
Isso só aconteceria SE eu quisesse. E, por mais que eu goste de beber e, com alguma frequência esteja embriagado, não acredito que eu tenha feito essa idiotice de aplicar ou transferir dinheiro para uma outra conta poupança que não a já pré-existente.
Pois bem, a C/P (conta poupança) 247658-5 que recebeu a extrema unção não tem saldo algum atualmente e por isso em nada me prejudicará deixando de existir. Mas... supondo... SUPONDO que eu estivesse bebadaço ou extremamente distraído e tivesse criado-a, com que valor o fiz?
A prestativa atendente consultou seu sistema e descobriu que, até onde ela conseguia ver (julho deste ano), o saldo tinha sido sempre... ZERO, rosquinha, conjunto-vazio, nada. Perguntei-lhe então:
– E a conta poupança que estou usando – esta que sei que existe, pois fui eu que a criei, – desde quando existe?
Pasmem: Foi criada em agosto deste ano. E por que se pasmar? Porque antes disso nunca, em tempo algum, tive qualquer tipo de investimento com esta conta corrente. Nem aplicação em ações, nem em fundos, nem em nada. Logicamente não teria como constar nenhuma aplicação na conta poupança "compulsória-fantasma" que O BANCO havia gerado pra mim.
Então recebi a informação que "Ao abrir uma conta corrente o banco fornece contas poupança ao correntista ao movimentá-la." Contas que nem sequer o correntista sabe que foram criadas e não possuem saldo algum. "Absurdo!", afirmei à atendente.
Achou pouco? Pois agora sei que, além dessa conta poupança que existia, da qual eu não sabia de sua existência e não me servia pra coisa alguma ainda tenho outras 3! Das quais, também, não tenho nem como ter ciência de seus números mas, de antemão, prevejo que cedo ou tarde receberei comunicados idênticos ao que recebi hoje.
Talvez você, leitor, paciente (por ter aturado até aqui este texto-desabafo) leitor esteja se perguntando o por que de eu ter, no título do texto, agradecido ao Unibanco. Explico: Já tive poupanças em 2 outros bancos, Bradesco e Banco do Brasil. Em ambos raramente, em vista de eu sempre ter sido pouco economizador, fazia depósitos. Certo dia, ao querer colocar algumas economias no Bradesco sou informado que...
A conta poupança não existe mais. Simples assim, havia sido encerrada. Sem me comunicarem, sem nenhum aviso prévio, sumariamente tinha sido extinta. Saldo? Se tinha era pouco e provavelmente o banco havia absorvido-o. Considerei mais o prejuízo moral, que o financeiro. Afinal de contas, para que temos um cadastro (com endereço, telefone et cetera) no banco? Só para receber propagandas mesmo, pelo visto. Para advertir que a conta será encerrrada caso não tenha movimentação a partir de determinada data... hah!!
Pois é, por isso que sou grato ao Unibanco. Afinal, ele ao menos teve a consideração de me avisar que minha conta "compulsória-fantasma-e-que-eu-não-criara-e-tampouco-sabia-que-existia-com-saldo-de-zero-real" seria cancelada. E será. E já vai tarde.
Quanto à minha C/P no Banco do Brasil? Permanece viva, firme e forte, até hoje, não obstante longos períodos (que podem chegar a um ano, coisa inaceitável pelo Bradesco) de inatividade...
13.12.09
Questão de raciocínio lógico
Hoje prestei o concurso do IPHAN e voltei pra casa inconformado com uma questão que, a meu ver, tem 2 respostas certas. Primeiramente fiz e deparei-me com o resultado incerto. Concluí que eu teria me equivocado em algum ponto. Refiz. E deu a mesma coisa de novo: Duas respostas certas! Como??
Pra quem tiver disposição ou interesse em elucidar o dilema, eis a questão da prova:
Os veículos de Alberto, Breno e Cláudio são, não necessariamente nesta ordem, um preto, um cinza e um vermelho. Um dos veículos é uma bicicleta, um outro é uma motocicleta, e o outro é um automóvel. O veículo de Alberto é uma bicicleta; o veículo de Cláudio é vermelho; o veículo de Breno não é uma motocicleta nem é preto. Então, é correto afirmar que:
(A) a bicicleta é cinza.
(B) a motocicleta é vermelha.
(C) o veículo de Alberto é cinza.
(D) o veículo de Breno é um automóvel.
(E) o veículo de Cláudio não é uma motocicleta.
Pra mim, duas são as respostas corretas. E a banca examinadora só aceita uma, né. E aí?
Pra quem tiver disposição ou interesse em elucidar o dilema, eis a questão da prova:
Os veículos de Alberto, Breno e Cláudio são, não necessariamente nesta ordem, um preto, um cinza e um vermelho. Um dos veículos é uma bicicleta, um outro é uma motocicleta, e o outro é um automóvel. O veículo de Alberto é uma bicicleta; o veículo de Cláudio é vermelho; o veículo de Breno não é uma motocicleta nem é preto. Então, é correto afirmar que:
(A) a bicicleta é cinza.
(B) a motocicleta é vermelha.
(C) o veículo de Alberto é cinza.
(D) o veículo de Breno é um automóvel.
(E) o veículo de Cláudio não é uma motocicleta.
Pra mim, duas são as respostas corretas. E a banca examinadora só aceita uma, né. E aí?
9.12.09
Enquete sobre "concurseiros"
Enquete encontrada em um dos vááários sites sobre material de concursos públicos que tenho acessado ultimamente apresentava esses resultados à pergunta: "O que é mais importante ter para ser aprovado em concurso público?"
Achei intrigante ver a inteligência em último lugar. Sempre achei que esta (a inteligência) fosse essencial para ser bem sucedido nos tão concorridos concursos públicos. É, pelo visto a grande maioria considera as provas como simples testes de "decoreba", não?
2.12.09
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