Pois é...
Na sexta-feira passada – dia de grande movimento no Twitter – coloquei uma pergunta no ar, em vista do considerável número de usuários que ostenta uma tarjeta com os dizeres "Fora Sarney" junto à sua própria imagem de exibição:
Qual o substituto ideal para ocupar a presidência do Senado, no lugar do Sarney?
Ninguém respondeu de imediato. Já era de se esperar e não estranhei. Na manhã de sábado, ainda sem nenhuma resposta, repeti a pergunta e pedi que "retuitassem" (ecoassem) a minha pergunta.
E nessa tarde (sábado) tive dificuldades técnicas e fiquei sem acessar a internet até ontem, terça-feira. Algo esperançoso volto a acessar o site de microbblogging para ver as reações e me deparo com...
Nenhuma resposta. Absolutamente.
Ninguém ecoou minha pergunta. Tampouco respondeu.
A que conclusão chego? Que mesmo que, ante uma (im)provável renúncia do Sarney, ninguém está se importando com quem o sucederá. E me pergunto por quê...
Porque seu substituto já é pré-definido pelas regras da casa – quem é, é o suplente? Alguém eleito entre eles? Realmente não sei. Se alguém aí souber... – e não faz diferença alguma a preferência do eleitorado numa hora destas ou...
O silêncio diz que aqui – fora do universo político – todos consideramos os que lá dentro estão "farinha do mesmo saco" e será indiferente quem se sentar naquela principal poltrona do Senado?
Ou ainda, que ninguém está se preocupando com quem pode – ou deve, ou deveria – entrar no lugar do maranhense todo-poderoso, bastando apenas que ele saia de lá?
É, a mim fica a impressão de que esta última hipótese é a mais certa. A do brasileiro que só vive o momento, já se esqueceu do passado e não está nem aí para o futuro. Por mais próximo que este esteja...
2 comentários:
Bom, eu sou uma ameba em relação a política, e creio que a massa brasileira também seja. =/
:/
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