E eis mais um post ao melhor estilo "meu querido diário". Mas desta vez eu não poderia deixar de contar a vocês, meus amigos leitores: Finalmente consegui um emprego!
Falando assim até parece simplório, coisa que mereceria apenas um "Ah é? Que bom, meus parabéns" e ponto final mas não, o calvário foi maior do que possa parecer. Sei que não se trata de nada interessante e por isso mesmo peço desculpas antecipadamente pelo texto longo e enfadonho, mas vou contar..
Quando planejei mudar-me pra cá, no começo deste ano, providenciei uma reserva financeira vendendo um carro que me pertencia. Não era tanto dinheiro assim, o obtido, mas me daria uma confortável margem de folga até conseguir me empregar, coisa que previ obter num período máximo de três meses.
E vim pra Pernambuco, despachando lá da capital paulista todos os meus pertences através de transportadora. Como alguns de vocês ficaram sabendo, minha mudança praticamente perdeu-se no meio do percurso – devido a um, pelo que consta, acidente de trânsito sofrido pelo caminhão que trazia as caixas – e o que recebi aqui foram "migalhas" da remessa, quase nada. Então perdi 5 meses em infrutíferas negociações com a transportadora até que minha paciência se esgotasse e eu entregasse o caso para um escritório de advocacia. O resultado disso? Ante o insucesso da intermediação amistosa feita através da advogada contratada, só me restou aguardar a data da audiência, prevista para o ano que vem.
E nisso, o tempo ia se passando e nada de surgir um emprego. Ofertas em jornal? Havia! Entregas de currículo em empresas? O fiz, tanto on-line quanto em mãos! Telefonei para muitos, fui a outras tantas entrevistas, me apresentei a alguns indicados e... nada. O que mais escutei foi "Olha, seu currículo realmente é muito bom, mas no momento..." Sempre tinha um "mas" para fechar a porta na minha cara. Ou, o que considerei ainda pior; gente que me estufava de esperanças, dizendo que eu já estava praticamente contratado e que iria me ligar na semana seguinte para confirmar e...
E vinha a semana seguinte. Eu nem saía do apartamento para não perder a ligação. Enclausurei-me ao lado do telefone, esperando pela chamada. E quando finalmente vinha, era engano. E eu ligava para o suposto contratante, para saber da situação. Em vão, pois só recebia respostas indefinidas "Ainda estamos analisando os currículos" etc. Os dias se passando, e só frustrações.
Para agravar ainda mais minha situação, o que era previsto ter se resolvido em três meses foi se prolongando. 4, 5, 6, 7 meses... e o dinheiro só indo embora. E decidi que iria embora se não surgisse nada concreto até outubro. No meio deste mês já havia até ido ao balcão de anúncios de um jornal local para saber dos preços; já estava planejando vender alguns bens adquiridos aqui, no intuito de aliviar a carga da mudança – vai que me acontece outra desgraça de novo? – e angariar alguma verba para pagar a mesma e meu vôo de volta para São Paulo. Derrotado, falido, triste.
No entanto, semana retrasada recebi uma ligação. De um grande grupo do nordeste, a Schwambach (a qual eu desconhecia até então), perguntando se eu estaria interessado em uma vaga de eletricista. Prontamente respondi que sim e fui orientado a fazer um teste de tendências comportamentais on-line. Como eu não tinha mesmo mais nada a perder, aceitei e fiz. Francamente, sem muitas esperanças.
No dia seguinte a mesma pessoa volta a me ligar, dizendo que era para eu comparecer a determinada empresa, para entrevista. Meus olhos brilharam. E compareci. Lá estavam 6 pessoas, as quais foram submetidas a redação de um texto pormenorizando os motivos pelos quais cada um se consideraria o ideal a ser escolhido. Em seguida, uma apresentação pessoal, oral. E só. Permaneceu o suspense: Eles iriam entrar em contato com os que tivessem sido aprovados naquela fase, para prosseguirem com a seguinte. Mas isso, só no dia seguinte.
E na manhã seguinte recebo o esperado telefonema falando que eu deveria comparecer no mesmo local de início, para outra entrevista. E desta vez, quem lá estava era o gerente de uma concessionária Toyota na cidade, além de mais dois colegas da primeira entrevista. Analisou alguns pontos para ele preocupantes de meu currículo, como por exemplo o motivo que havia me levado a voltar do Japão pra cá "Saudade", respondi, ao que ele questionou:
– Mas se quando você estava no Japão voltou porque sentiu saudades de sua família, não é presumível que fará o mesmo agora, pois mesmo estando no Brasil, você está longe de seus pais, de sua família da mesma maneira?
Então expliquei-lhe o noivado, a venda do carro, a mudança e seu infeliz fim. Aparentemente pareceu-me dar-se por convencido de minha convicção em fincar os pés nesta terra e passou a me detalhar a política da empresa: Salários, graduações, cursos, cotações a que todos os funcionários são submetidos e, finalmente, terminou convocando-me para estar na concessionária na semana seguinte, (Hoje, segunda-feira) para um exame de conhecimentos técnicos.
"Será a etapa final?", pensei. E me mantive nesse pensamento e expectativa durante toda esta manhã. O teste consistia em 12 questões, sendo 11 de mecânica! No local, apenas eu e mais outro colega sobrevivente do "funil" seletivo. Este, por sinal, mecânico de fato. Em conversas enquanto aguardávamos a prova, contou-me ele que o gerente havia lhe dito que o objetivo era contratar dois funcionários. Em tese, seríamos nós dois, mas mesmo assim eu não aliviava a apreensão.
Estranhamente, meu rendimento foi melhor que o do mecânico. Posteriormente ele iria comentar comigo que havia errado por equívoco de interpretação do enunciado das questões e tal. Exames à mão, disse-nos o gerente:
– Isto é só para saber em que nível iremos inserí-los nos cursos vindouros. Podem se dirigir ao
departamento de RH para pegar a lista de documentos necessários para a admissão...
Só então abri largo sorriso. Era a frase que eu havia esperado por longos 8, quase 9 meses para ouvir. E vindo de uma empresa de renome, uau! Era a benção divina pela qual eu tanto implorava!Enfim, Deus é Pai, Deus é grande!
E termino este relato agradecendo a todos os amigos e amigas que por todo este tempo vieram
compadecendo deste meu sofrimento e que torceram, oraram por mim, pelo meu sucesso.
Muito Obrigado a todos. E que Deus os abençõe hoje e sempre, com igual ou ainda maior grandeza, amém!
: )
24.9.07
20.9.07
Testimonial, O
Bateu uma saudade da época em que eu, orkutiano inveterado, fazia depoimentos – naquele tempo, testimonials. Tinha um costume de fazer isso que beirava à compulsão. É claro que não o fazia sem fundamento e tampouco sem um mínimo de conhecimento prévio do dedicado. Se recebesse a encomenda por parte de um completo desconhecido, creio que faria algo parecido com o que fez Gregório de Matos, o "Boca do Inferno", em um soneto que não consegui resgatar, infelizmente. Depoimento carece de afinidade, apreço e, claro, a já citada mínima convivência, mesmo que virtual.
E pensei: Por que não escrever um para minha amada, aqui mesmo neste espaço?
"Mas nem é dia dos namorados nem data especial nenhuma", respondi a mim mesmo e havia abandonado a idéia por alguns segundos, tempo o suficiente para me dar por conta que não somos obrigados a nos atermos e – principalmente – a nos restringirmos a datas que são mais comerciais que outra coisa. Então coloquei o Louis Armstrong pra tocar e parti para a inspiração.
Mulheres, existem muitas. Das mais impecáveis às que poderiam ser chamadas de "O primeiro rascunho vago que Deus fez de uma companhia para o Adão". Virtudes em umas, defeitos em outras, quem é são o suficiente para afirmar sem titubear o que é a perfeição em uma mulher? O corpo? O caráter? Sua cultura? Sua sensualidade? Sua fé?
Pois afirmo que é a alquimia disso tudo e algo mais, alguma coisa que não está na pele, nem no pensamento. É possível que esteja na alma, a tão buscada perfeição.
E a alma, enfim, derruba por terra toda a estereotipia do ideal amoroso imposto pela sanidade, pela sociedade que insiste em ditar regras a algo tão abstrato que é o amor. E nos tornamos loucos, ensandecidos da loucura mais sadia que se poderia criar neste mundo.
Alguém mais precipitado poderia concluir erroneamente que, com estas palavras eu estaria dizendo, em entrelinhas, que "Só um maluco para amar esta mulher!", mas a situação é exatamente a inversa; ama-se pelo que ela é, só para depois então adentrar no mundo mágico que é o da combinação perfeita, dos sonhos que se vivenciam acordados, do compartilhamento harmonioso das incompatibilidades, dos olhares que tagarelam em silêncio, dos toques que vão além da pele...
Amar alguém é estar no paraíso sem tirar os pés da terra e por isso me sinto tão leve quando penso em minh'amada Patrícia...
Soundtrack: "What a wonderful world", do inesquecível Louis Armstrong.
E pensei: Por que não escrever um para minha amada, aqui mesmo neste espaço?
"Mas nem é dia dos namorados nem data especial nenhuma", respondi a mim mesmo e havia abandonado a idéia por alguns segundos, tempo o suficiente para me dar por conta que não somos obrigados a nos atermos e – principalmente – a nos restringirmos a datas que são mais comerciais que outra coisa. Então coloquei o Louis Armstrong pra tocar e parti para a inspiração.
Mulheres, existem muitas. Das mais impecáveis às que poderiam ser chamadas de "O primeiro rascunho vago que Deus fez de uma companhia para o Adão". Virtudes em umas, defeitos em outras, quem é são o suficiente para afirmar sem titubear o que é a perfeição em uma mulher? O corpo? O caráter? Sua cultura? Sua sensualidade? Sua fé?
Pois afirmo que é a alquimia disso tudo e algo mais, alguma coisa que não está na pele, nem no pensamento. É possível que esteja na alma, a tão buscada perfeição.
E a alma, enfim, derruba por terra toda a estereotipia do ideal amoroso imposto pela sanidade, pela sociedade que insiste em ditar regras a algo tão abstrato que é o amor. E nos tornamos loucos, ensandecidos da loucura mais sadia que se poderia criar neste mundo.
Alguém mais precipitado poderia concluir erroneamente que, com estas palavras eu estaria dizendo, em entrelinhas, que "Só um maluco para amar esta mulher!", mas a situação é exatamente a inversa; ama-se pelo que ela é, só para depois então adentrar no mundo mágico que é o da combinação perfeita, dos sonhos que se vivenciam acordados, do compartilhamento harmonioso das incompatibilidades, dos olhares que tagarelam em silêncio, dos toques que vão além da pele...
Amar alguém é estar no paraíso sem tirar os pés da terra e por isso me sinto tão leve quando penso em minh'amada Patrícia...
Soundtrack: "What a wonderful world", do inesquecível Louis Armstrong.
18.9.07
Sexta-feira 14
Foi na sexta-feira passada, na esvaziada sessão plenária do Senado. Wellington Salgado, ferrenho defensor do "imexível" presidente da Casa e (re)conhecido como o mocréio da CPI que investigava o Mônicagate (nosso Watergate) discursava para o colega Heráclito Fortes e demais cadeiras desocupadas.
A criticar a perseguição da imprensa ao esclarecimento da conturbada votação que acabou confirmando a já previsível – e indigesta, para nós do eleitorado – pizza de marmelada, mostrou-se inconformado com a reação da oposição – sendo específico, do DEM – por expôr à dúvida a legitimidade de uma votação "democrática e pública que todo o Brasil viu", conforme suas próprias palavras. Foi então que eu me revoltei.
"Pública"?! E que o Brasil viu?
O que o Brasil viu foi o deputado Raul Jungmann atracando-se com um segurança do senado, impropérios dominando a porta fechada do plenário e, horas depois, o mesmo Renan Calheiros de sempre, com o contumaz sorriso da imputabilidade estampado no rosto.
E fiquei curioso em saber quem seria este senhor Wellington Salgado, que só surgiu sob os holofotes após a passagem do então senador Hélio Costa, do qual era suplente, para o Ministério das Comunicações. Eis a ficha:
" É graduado em Pedagogia pela Universidade Federal Fluminense (UFF), tendo se especializado em Administração de Sistemas Educacionais e doutorando em Educação a Distância pela Universidade Nacional de Educação a Distância - UNED, Madri/Espanha."
Fonte: Site do próprio
Ou seja, teoricamente não deveria dizer coisas tão estapafúrdias como a que proferiu aos microfones do plenário. A menos que ele viva num universo paralelo tal qual o intocável alagoano, que até agora nega a veracidade – e até mesmo a existência, em alguns casos – das provas de sua falta de decoro parlamentar, não obstante já terem sido confirmadas até mesmo pela Polícia Federal.
Finalmente, e para meu desgosto ser completo, descubro que o excelentíssimo peemedebista cabeludo é cidadão honorário recifense. Alguém, pernambucano ou não, pode me dizer por qual mérito? Ou então, "gentilezas políticas" à parte, me dizer qualquer coisa boa sobre este cidadão, sobre suas realizações? Porque, do contrário, hei de continuar achando que, além de feio, ele é um péssimo senador-estepe...
A criticar a perseguição da imprensa ao esclarecimento da conturbada votação que acabou confirmando a já previsível – e indigesta, para nós do eleitorado – pizza de marmelada, mostrou-se inconformado com a reação da oposição – sendo específico, do DEM – por expôr à dúvida a legitimidade de uma votação "democrática e pública que todo o Brasil viu", conforme suas próprias palavras. Foi então que eu me revoltei.
"Pública"?! E que o Brasil viu?
O que o Brasil viu foi o deputado Raul Jungmann atracando-se com um segurança do senado, impropérios dominando a porta fechada do plenário e, horas depois, o mesmo Renan Calheiros de sempre, com o contumaz sorriso da imputabilidade estampado no rosto.
E fiquei curioso em saber quem seria este senhor Wellington Salgado, que só surgiu sob os holofotes após a passagem do então senador Hélio Costa, do qual era suplente, para o Ministério das Comunicações. Eis a ficha:
" É graduado em Pedagogia pela Universidade Federal Fluminense (UFF), tendo se especializado em Administração de Sistemas Educacionais e doutorando em Educação a Distância pela Universidade Nacional de Educação a Distância - UNED, Madri/Espanha."
Fonte: Site do próprio
Ou seja, teoricamente não deveria dizer coisas tão estapafúrdias como a que proferiu aos microfones do plenário. A menos que ele viva num universo paralelo tal qual o intocável alagoano, que até agora nega a veracidade – e até mesmo a existência, em alguns casos – das provas de sua falta de decoro parlamentar, não obstante já terem sido confirmadas até mesmo pela Polícia Federal.
Finalmente, e para meu desgosto ser completo, descubro que o excelentíssimo peemedebista cabeludo é cidadão honorário recifense. Alguém, pernambucano ou não, pode me dizer por qual mérito? Ou então, "gentilezas políticas" à parte, me dizer qualquer coisa boa sobre este cidadão, sobre suas realizações? Porque, do contrário, hei de continuar achando que, além de feio, ele é um péssimo senador-estepe...
13.9.07
A etiqueta não está na etiqueta
Levei o maior sermão da Patroa por ter me vestido com uma camiseta da seleção brasileira para ir a uma festa de aniversário infantil. "Camiseta de time não se usa pra eventos sociais", disse-me, ríspida.
É claro que no convite de uma festa desse tipo nem poderia constar "Traje de gala ou esporte fino" e por isso mesmo achei que poderia ir vestido daquele jeito: Tênis, calça jeans e uma bonita camisa da seleção*, oficialíssima, da Nike. Em parte havia imaginado que a imponência da marca livraria qualquer ônus da banalidade mas...
Em vão. Fui forçado a trocar de camiseta às pressas, e à minha revelia. "Ainda se fosse uma dessas 'Nikes Made in Aquela-terra-que-falsifica-tudo' eu até entenderia", pensava consigo, enquanto vestia a outra roupa. E fiquei a matutar o porque de não poder comparecer a uma festinha infantil, que aconteceria no game center de um shopping center – nada mais casual, não? – homenageando o time de futebol nacional.
Talvez por ser inevitável a analogia que se faz do referido esporte com o desleixo; com a plebe rude cheirando a desodorante vencido, histericamente esbravejando impropérios com indisfarçável mau hálito de cerveja e/ou cachaça? Talvez.
Mas nunca estive em um estádio de futebol. E muito menos com aquela camiseta. Era – e ainda é – uma peça do vestuário que afinava muito mais com shoppings que com arquibancadas fervilhantes. Entretanto, como sei que quase sempre me dou mal quando vou de encontro à opinião dela aqui, já sei qual deve ser a resposta certa: Não importa se é aniversário de adulto ou de criança, se é em um shopping center ou em um refinado salão de festas, evite ir com camiseta de futebol. Nem sendo da seleção brasileira. Nem mesmo sendo da Nike, da Puma, da Adidas ou seja lá de que marca for, e por mais renomada que seja.
Só quem não sabia dessa regra de etiqueta era eu.
: /
*Só pra ajudar na visualização: Não é daquelas amarelo-canário, com o nº10 e o nome "Ronaldo" nas costas, mas sim uma azul-marinho, com um discreto bordado da CBF e nenhum número...
É claro que no convite de uma festa desse tipo nem poderia constar "Traje de gala ou esporte fino" e por isso mesmo achei que poderia ir vestido daquele jeito: Tênis, calça jeans e uma bonita camisa da seleção*, oficialíssima, da Nike. Em parte havia imaginado que a imponência da marca livraria qualquer ônus da banalidade mas...
Em vão. Fui forçado a trocar de camiseta às pressas, e à minha revelia. "Ainda se fosse uma dessas 'Nikes Made in Aquela-terra-que-falsifica-tudo' eu até entenderia", pensava consigo, enquanto vestia a outra roupa. E fiquei a matutar o porque de não poder comparecer a uma festinha infantil, que aconteceria no game center de um shopping center – nada mais casual, não? – homenageando o time de futebol nacional.
Talvez por ser inevitável a analogia que se faz do referido esporte com o desleixo; com a plebe rude cheirando a desodorante vencido, histericamente esbravejando impropérios com indisfarçável mau hálito de cerveja e/ou cachaça? Talvez.
Mas nunca estive em um estádio de futebol. E muito menos com aquela camiseta. Era – e ainda é – uma peça do vestuário que afinava muito mais com shoppings que com arquibancadas fervilhantes. Entretanto, como sei que quase sempre me dou mal quando vou de encontro à opinião dela aqui, já sei qual deve ser a resposta certa: Não importa se é aniversário de adulto ou de criança, se é em um shopping center ou em um refinado salão de festas, evite ir com camiseta de futebol. Nem sendo da seleção brasileira. Nem mesmo sendo da Nike, da Puma, da Adidas ou seja lá de que marca for, e por mais renomada que seja.
Só quem não sabia dessa regra de etiqueta era eu.
: /
*Só pra ajudar na visualização: Não é daquelas amarelo-canário, com o nº10 e o nome "Ronaldo" nas costas, mas sim uma azul-marinho, com um discreto bordado da CBF e nenhum número...
6.9.07
O outro preço da divulgação
Pra quem está começando a carreira artística (especificamente falando, como músico), todo espaço na mídia é batalhado e valioso, por mais que breve que este seja. Aparecer na televisão pode ser o trampolim para ser reconhecido por mais pessoas além das que são vizinhas à garagem-estúdio da banda.
Eis que nesta tarde, assistindo a um programa de auditório num canal regional, vejo um desses espaços abertos aos novos talentos. Num minúsculo cenário praticamente isento de decoração – pra não dizer tosco – 5 rapazes se apresentavam. Mas era mais que perceptível a dublagem da música previamente gravada; a guitarra e baixo elétrico eram "wireless", e a bateria era composta de um chimbau e uma caixa.
Pra quem não sabe, uma bateria, por mais básica que seja, deve ter no mínimo 7 peças. Daí pode se ter uma noção de quão patética era a cena do baterista tentando fingir que tocava as 7 peças em 2, somente. Quanto aos instrumentos de corda, não duvido nada que realmente possa existir um modelo wireless (sem fio), ainda mais com a tecnologia em constante avanço, mas tenho a certeza de que aqueles ali... ah, aqueles ali precisariam dos fios, sim. E ligados a um amplificador, outro objeto que o contra-regra nem fez questão de incluir na encenação.
Pra quem entende algo de instrumentos musicais – os próprios músicos, no caso – aquilo deve ter sido um tanto quanto constrangedor, beirando ao ridículo. No entanto, considerando-se o público alvo – menininhas que compram um cd só porque o cantor é um "gateeenho" e o ritmo é "dançável" – a empreitada deve ter sido bem sucedida.
"Tocaram" bem. Das que vi até hoje, esta não foi a pior.
Se a promoção surtirá efeito, só Deus e a audiência sabem. Se é que havia alguma audiência naquele horário e canal, além de um desocupado como eu...
Eis que nesta tarde, assistindo a um programa de auditório num canal regional, vejo um desses espaços abertos aos novos talentos. Num minúsculo cenário praticamente isento de decoração – pra não dizer tosco – 5 rapazes se apresentavam. Mas era mais que perceptível a dublagem da música previamente gravada; a guitarra e baixo elétrico eram "wireless", e a bateria era composta de um chimbau e uma caixa.
Pra quem não sabe, uma bateria, por mais básica que seja, deve ter no mínimo 7 peças. Daí pode se ter uma noção de quão patética era a cena do baterista tentando fingir que tocava as 7 peças em 2, somente. Quanto aos instrumentos de corda, não duvido nada que realmente possa existir um modelo wireless (sem fio), ainda mais com a tecnologia em constante avanço, mas tenho a certeza de que aqueles ali... ah, aqueles ali precisariam dos fios, sim. E ligados a um amplificador, outro objeto que o contra-regra nem fez questão de incluir na encenação.
Pra quem entende algo de instrumentos musicais – os próprios músicos, no caso – aquilo deve ter sido um tanto quanto constrangedor, beirando ao ridículo. No entanto, considerando-se o público alvo – menininhas que compram um cd só porque o cantor é um "gateeenho" e o ritmo é "dançável" – a empreitada deve ter sido bem sucedida.
"Tocaram" bem. Das que vi até hoje, esta não foi a pior.
Se a promoção surtirá efeito, só Deus e a audiência sabem. Se é que havia alguma audiência naquele horário e canal, além de um desocupado como eu...
1.9.07
Super-trunfar por um XBox360
Atrasado mas ainda em tempo, respondo ao meme passado pelo colega de blogosfera Issamu: "A idéia é indicar 5 amigos blogueiros para se cadastrar no site do concurso Fructis Anticaspa e criar um cartão no estilo Super Trunfo de um jogador com suas habilidades para, além de disputar o campeonato, concorrer a 3 Xbox 360."
E também indicar um gol que considero inesquecível.
Quebrei a cabeça, aqui. Primeiro porque nunca fui um entusiasta de futebol – só torço pelo Brasil durante a Copa do Mundo por absoluta falta de opção, porque nesse período o país literalmente pára e só pensa nisso – e segundo porque... não tenho certeza, mas acredito que meus contatos blogueiros não devam se interessar por futebol – à exceção de uma amiga fanática pelo alvirrubro pernambucano – e tampouco pelo prêmio, que é um aparelho de videogame.
Por via das dúvidas, deixo o convite em aberto, para que todos os interessados (conhecidos meus ou não) acessem: http://www.fructisanticaspa.com.br/v1/
O evento vai de 21 de agosto de 2007 a 30 de novembro de 2007. Quem sabe o filho da amiga acima citada se interesse? ; )
E juro que tentei, Issamu, vasculhar minha memória até as últimas gavetas para tentar resgatar algum gol que tivesse me empolgado, me surpreendido mas... infelizmente não consegui. No entanto, para não ficar parecendo descaso com sua consideração – que me foi muito grata, por indicar uma forma de tentar recuperar um pouco do prejuízo que tive perdendo meus videogames durante uma mudança – respondo a essa parte de meme não com um gol específico, mas com um tipo de: O de bicicleta.
No meu (desprezível) entendimento, esse deve ser o gol mais trabalhoso (envolvendo técnica, esforço físico e, por que não dizer, uma dose de sorte?) e, portanto, mais bonito.
: )
E também indicar um gol que considero inesquecível.
Quebrei a cabeça, aqui. Primeiro porque nunca fui um entusiasta de futebol – só torço pelo Brasil durante a Copa do Mundo por absoluta falta de opção, porque nesse período o país literalmente pára e só pensa nisso – e segundo porque... não tenho certeza, mas acredito que meus contatos blogueiros não devam se interessar por futebol – à exceção de uma amiga fanática pelo alvirrubro pernambucano – e tampouco pelo prêmio, que é um aparelho de videogame.
Por via das dúvidas, deixo o convite em aberto, para que todos os interessados (conhecidos meus ou não) acessem: http://www.fructisanticaspa.com.br/v1/
O evento vai de 21 de agosto de 2007 a 30 de novembro de 2007. Quem sabe o filho da amiga acima citada se interesse? ; )
E juro que tentei, Issamu, vasculhar minha memória até as últimas gavetas para tentar resgatar algum gol que tivesse me empolgado, me surpreendido mas... infelizmente não consegui. No entanto, para não ficar parecendo descaso com sua consideração – que me foi muito grata, por indicar uma forma de tentar recuperar um pouco do prejuízo que tive perdendo meus videogames durante uma mudança – respondo a essa parte de meme não com um gol específico, mas com um tipo de: O de bicicleta.
No meu (desprezível) entendimento, esse deve ser o gol mais trabalhoso (envolvendo técnica, esforço físico e, por que não dizer, uma dose de sorte?) e, portanto, mais bonito.
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