Será que finalmente o Ronaldo provou que... vale o quanto pesa?
(Hehehe)
22.6.06
21.6.06
Moicano teimoso, sou.
Ultimamente ando aborrecendo-me para acessar meus e-mails. Propagandas sempre existiram e quanto a isso sempre fui conformado - Afinal, quem sobrevive sem verba neste mundo? - mas estas que "se esfregam na minha cara" agora são demais. Bloqueio de pop-ups? Sim, ajuda bastante mas... e quando o panfleto vem embutido na própria página do servidor de e-mails? E para travar-me ainda mais, são banners cheios de animações, luzes e, possivelmente, som. (digo 'possivelmente' porque meu microssauro está mudo, acho que com a placa de som danificada)
Quem tem ADSL e um micro de última geração (ou que seja mais moderno que o meu, pelo menos - coisa facílima de ser, ante um Lentium 166) nem percebe os motivos pelos quais estou aqui reclamando. A propaganda-filminho surge em sua telinha e dá seu "show", sem maiores problemas. Culpa minha por insistir em viver estagnado no tempo? Sim, não nego, só que... não me animo a trocar de equipamento, vendo tantos computadores moderninhos pifando o tempo todo. Parece que passam mais tempo na assistência técnica do que nas mãos de seus usuários. Já meu microssauro...
Ah! O microssauro. Este dificilmente pifa! Parece ser regido por aquele antigo ditado: "Devagar e sempre"...
Tenho esperança de que um dia os "marqueteiros" online percebam que o público já está farto de propagandas maciças (e massacrantes) e mais ainda de apresentações que só nos fazem perder tempo (meu caso). Que um dia estes criadores de aporrinhações tomem a mesma consciência que, tardou mas veio, ao mundo dos blogs: O que realmente importa é o conteúdo e, em segundo plano, sua forma de apresentação.
Algumas pessoas devem se lembrar...
Quando surgiu o boom dos blogs, o chique era ter um repleto de acessórios, por mais inúteis que esses fossem: Cursores deixando rastro de purpurina, reflexo da água se movendo ao fundo, midis tocando – mesmo que a seu contragosto; avatares saltitantes, piscantes, metamórficos, telas trepidantes e coisas ainda sem fundamento lógico e/ou bom gosto...
Há tempos que não avisto mais blogs assim. Creio que, se ainda existem, devem ter se restringido ao universo púbere... ou pré-isso.
Pra minha (nossa?) sorte.
Quem tem ADSL e um micro de última geração (ou que seja mais moderno que o meu, pelo menos - coisa facílima de ser, ante um Lentium 166) nem percebe os motivos pelos quais estou aqui reclamando. A propaganda-filminho surge em sua telinha e dá seu "show", sem maiores problemas. Culpa minha por insistir em viver estagnado no tempo? Sim, não nego, só que... não me animo a trocar de equipamento, vendo tantos computadores moderninhos pifando o tempo todo. Parece que passam mais tempo na assistência técnica do que nas mãos de seus usuários. Já meu microssauro...
Ah! O microssauro. Este dificilmente pifa! Parece ser regido por aquele antigo ditado: "Devagar e sempre"...
Tenho esperança de que um dia os "marqueteiros" online percebam que o público já está farto de propagandas maciças (e massacrantes) e mais ainda de apresentações que só nos fazem perder tempo (meu caso). Que um dia estes criadores de aporrinhações tomem a mesma consciência que, tardou mas veio, ao mundo dos blogs: O que realmente importa é o conteúdo e, em segundo plano, sua forma de apresentação.
Algumas pessoas devem se lembrar...
Quando surgiu o boom dos blogs, o chique era ter um repleto de acessórios, por mais inúteis que esses fossem: Cursores deixando rastro de purpurina, reflexo da água se movendo ao fundo, midis tocando – mesmo que a seu contragosto; avatares saltitantes, piscantes, metamórficos, telas trepidantes e coisas ainda sem fundamento lógico e/ou bom gosto...
Há tempos que não avisto mais blogs assim. Creio que, se ainda existem, devem ter se restringido ao universo púbere... ou pré-isso.
Pra minha (nossa?) sorte.
13.6.06
Here comes the sun
Em detalhes tão pequenos percebo a minha mudança quanto a visão que eu antes possuía, da paternidade. Ontem, ao receber de uma amiga a notícia de que ela vai se tornar tia abri um franco sorriso; fiquei inesperadamente feliz.
Seria sim uma reação absolutamente comum e esperada, não tivesse partido de mim, uma pessoa que por muito tempo considerou o nascimento de uma criança como um peso, um estorvo na vida de um casal. Eu só conseguia 'enxergar' fraldas sujas, choros ensurdecedores e despesas a mais no carrinho do supermercado. Era a visão mais anti-bebê que se poderia ter.
E ontem, no entanto, em vez de minha costumeira interjeição em tom zombeteiro – "uÔôo, coitado!", marca registrada da personagem humorística Filó – eu disse "Puxa, que legal!". De tão espontânea que foi a minha reação surpreendi-me e resolvi escrever estas linhas.
Talvez sejam os anos...
Talvez seja a certeza de ter encontrado a mulher que sempre busquei...
Sim, hoje eu quero ser pai.
É inexplicável e também não é, tamanha mudança.
Bem, nem tudo mudou; até hoje ainda tenho pavor de fraldas sujas e saio correndo sempre que surge a iminência de presenciar a temida cena. Muitas, mas muitas pessoas já me garantiram que a fralda suja do próprio filho é diferente, que a sensação que você tem não é a mesma de ver a de outra criança qualquer, que quando é de nosso filho, o nojo misteriosamente – ou seria miraculosamente? – desaparece...
Bem, um dia saberei.
Se Deus quiser.
; )
Seria sim uma reação absolutamente comum e esperada, não tivesse partido de mim, uma pessoa que por muito tempo considerou o nascimento de uma criança como um peso, um estorvo na vida de um casal. Eu só conseguia 'enxergar' fraldas sujas, choros ensurdecedores e despesas a mais no carrinho do supermercado. Era a visão mais anti-bebê que se poderia ter.
E ontem, no entanto, em vez de minha costumeira interjeição em tom zombeteiro – "uÔôo, coitado!", marca registrada da personagem humorística Filó – eu disse "Puxa, que legal!". De tão espontânea que foi a minha reação surpreendi-me e resolvi escrever estas linhas.
Talvez sejam os anos...
Talvez seja a certeza de ter encontrado a mulher que sempre busquei...
Sim, hoje eu quero ser pai.
É inexplicável e também não é, tamanha mudança.
Bem, nem tudo mudou; até hoje ainda tenho pavor de fraldas sujas e saio correndo sempre que surge a iminência de presenciar a temida cena. Muitas, mas muitas pessoas já me garantiram que a fralda suja do próprio filho é diferente, que a sensação que você tem não é a mesma de ver a de outra criança qualquer, que quando é de nosso filho, o nojo misteriosamente – ou seria miraculosamente? – desaparece...
Bem, um dia saberei.
Se Deus quiser.
; )
9.6.06
"Obrigação" comercial (?)
Tema inevitável, pessoal; por mais que se desgoste de futebol, é quase impossível não falar a respeito, durante estes dias. Portanto, aqui está, novamente: Copa do Mundo. (Só que, de um ponto de vista nada futebolístico, como irão perceber logo)
Será exclusividade brasileira, característica do fanatismo por esse esporte? Quem é daqui, sabe; além das residências, as lojas também se cobrem de verde e amarelo. Bandeiras, estandartes, adereços relativos à Copa e à nossa seleção canarinho. Claro, claro, não desaprovo a beleza da alegria e o entusiasmo em torcer pelo Brasil, lá. Mas... (teorias a respeito de nosso patriotismo convenientemente futebolístico à parte, ) isso estaria de fato ligado à comoção popular em ver o país sair vitorioso deste célebre campeonato mundial ou...
Seria apenas uma 'tradição' que aqui implantou-se, com o passar dos anos?
Bem, para quem ainda não entendeu o significado destes questionamentos, vou tentar colocar os fatos de outra maneira.Como muitos já devem saber, tenho um comércio. Uma porta aberta ao público durante o horário comercial. E quanto a este:
Coloquei alguma bandeira gigantesca do Brasil, na fachada?
– Não.
Coloquei bandeirolas, pelo menos?
– Não.
Pintei a entrada da loja de verde e amarelo?
– Não.
Ornei o salão com alguma coisa nas cores do Brasil?
– Não.
Instalei televisão aqui?
– Tampouco.
Sou apático à febre do hexa? Vou torcer para o Japão? É claro que não! Vou torcer sim, pelo Brasil. Pretendo ficar rouco comemorando muitos gols brasileiros, estarei com os olhos grudados na tv na hora dos jogos, entretanto...
Qual a relação entre isso e decorar a minha loja com motivos verde-amarelos? O consumidor sentirá-se bem, num ambiente "pró-Copa"? Ou, por outro lado, considerará antipática uma loja sem ao menos uma bandeirinha? Pensarão que torcerão pelo Japão (no meu caso) ou para a Argentina?
Me questiono sobre isso, porque vejo muitos comerciantes a decorar suas lojas, nem tanto por fanatismo pelo futebol, mas como se isso fosse alguma obrigação social subentendida, durante esta época. Algo como se a ética nos ditasse que "Todo lojista deve abarrotar sua loja com a temática verde-amarela durante os dias da Copa do Mundo, mesmo que não veja a menor necessidade e/ou lógica em se fazer isso".
Afinal, qual o sentido disto tudo? O patriotismo quadrienal do "Eu... sou brasileirooo... com muito orgulhooo..."
ou meras "convenções" comerciais?
: T
Será exclusividade brasileira, característica do fanatismo por esse esporte? Quem é daqui, sabe; além das residências, as lojas também se cobrem de verde e amarelo. Bandeiras, estandartes, adereços relativos à Copa e à nossa seleção canarinho. Claro, claro, não desaprovo a beleza da alegria e o entusiasmo em torcer pelo Brasil, lá. Mas... (teorias a respeito de nosso patriotismo convenientemente futebolístico à parte, ) isso estaria de fato ligado à comoção popular em ver o país sair vitorioso deste célebre campeonato mundial ou...
Seria apenas uma 'tradição' que aqui implantou-se, com o passar dos anos?
Bem, para quem ainda não entendeu o significado destes questionamentos, vou tentar colocar os fatos de outra maneira.Como muitos já devem saber, tenho um comércio. Uma porta aberta ao público durante o horário comercial. E quanto a este:
Coloquei alguma bandeira gigantesca do Brasil, na fachada?
– Não.
Coloquei bandeirolas, pelo menos?
– Não.
Pintei a entrada da loja de verde e amarelo?
– Não.
Ornei o salão com alguma coisa nas cores do Brasil?
– Não.
Instalei televisão aqui?
– Tampouco.
Sou apático à febre do hexa? Vou torcer para o Japão? É claro que não! Vou torcer sim, pelo Brasil. Pretendo ficar rouco comemorando muitos gols brasileiros, estarei com os olhos grudados na tv na hora dos jogos, entretanto...
Qual a relação entre isso e decorar a minha loja com motivos verde-amarelos? O consumidor sentirá-se bem, num ambiente "pró-Copa"? Ou, por outro lado, considerará antipática uma loja sem ao menos uma bandeirinha? Pensarão que torcerão pelo Japão (no meu caso) ou para a Argentina?
Me questiono sobre isso, porque vejo muitos comerciantes a decorar suas lojas, nem tanto por fanatismo pelo futebol, mas como se isso fosse alguma obrigação social subentendida, durante esta época. Algo como se a ética nos ditasse que "Todo lojista deve abarrotar sua loja com a temática verde-amarela durante os dias da Copa do Mundo, mesmo que não veja a menor necessidade e/ou lógica em se fazer isso".
Afinal, qual o sentido disto tudo? O patriotismo quadrienal do "Eu... sou brasileirooo... com muito orgulhooo..."
ou meras "convenções" comerciais?
: T
6.6.06
Uma curtinha, pra variar : )

Amigo meu estava afoito em adquirir um Fiat Brava e, por conta disso, ligava para todas as lojas de carros usados que conhecia ou que lhe indicavam, a procura do tal carro. E numa dessas ligações...
– Loja Tal, bom dia.
– Bom dia. Eu gostaria de saber se vocês têm Brava, aí...
E a resposta foi um tanto sincera:
– Meu amigo, de brava aqui só tem a minha esposa, viu.
( Hoho hooo)
O "drama" do míope
Acho que só entende esta situação o míope igual, ou ainda pior que eu: A que acontece no barbeiro.
Antes que imaginem que um míope sofra discriminações subentendidas ao ir cortar seu cabelo, esclareço-lhes que não se trata de nada disso. Nem sequer passa perto disso. O que ocorre é o seguinte: Sento-me na cadeira do barbeiro e a primeira coisa a fazer é retirar meus óculos. Pronto, aí começa o drama; há um amplo espelho à minha frente e este reflete as pessoas que estão sentadas atrás de mim, nos bancos de espera. Também reflete outras pessoas que ali estão, a fazer o mesmo que eu. A questão é quando há mulheres no salão.
Sem óculos não enxergo um palmo à frente. Ou melhor, enxergo, só que apenas vultos; algo assim como se eu estivesse tentando enxergar alguma coisa sob a água, e sem óculos de mergulho, evidentemente. E que mal há nisso, pensaria alguém, suponho.
O mal é que...
Vai que...
De repente, assim...
Alguma mulher olha com algum interesse, pra mim? Nem perceberei !! : O
Não que eu queira aproveitar-me de olhares furtivos para "pular a cerca" – Pois sou comprometido sim, e convicto disso – mas é que, se porventura isso (os olhares) me acontece, que impressão terão de mim? Metido? Arrogante? Boiola? Pô! Não tenho culpa se sou mais míope que uma toupeira...
Em tempo: Antes que me recomendem o uso de lentes de contato em minha próxima ida ao barbeiro; Já tentei usar lentes, durante uma época, mas não me adaptei a elas. Era um verdadeiro transtorno colocar e tirar. Possivelmente porque meus olhos... bem, quem conhece minha descendência deve entender...
: /
Antes que imaginem que um míope sofra discriminações subentendidas ao ir cortar seu cabelo, esclareço-lhes que não se trata de nada disso. Nem sequer passa perto disso. O que ocorre é o seguinte: Sento-me na cadeira do barbeiro e a primeira coisa a fazer é retirar meus óculos. Pronto, aí começa o drama; há um amplo espelho à minha frente e este reflete as pessoas que estão sentadas atrás de mim, nos bancos de espera. Também reflete outras pessoas que ali estão, a fazer o mesmo que eu. A questão é quando há mulheres no salão.
Sem óculos não enxergo um palmo à frente. Ou melhor, enxergo, só que apenas vultos; algo assim como se eu estivesse tentando enxergar alguma coisa sob a água, e sem óculos de mergulho, evidentemente. E que mal há nisso, pensaria alguém, suponho.
O mal é que...
Vai que...
De repente, assim...
Alguma mulher olha com algum interesse, pra mim? Nem perceberei !! : O
Não que eu queira aproveitar-me de olhares furtivos para "pular a cerca" – Pois sou comprometido sim, e convicto disso – mas é que, se porventura isso (os olhares) me acontece, que impressão terão de mim? Metido? Arrogante? Boiola? Pô! Não tenho culpa se sou mais míope que uma toupeira...
Em tempo: Antes que me recomendem o uso de lentes de contato em minha próxima ida ao barbeiro; Já tentei usar lentes, durante uma época, mas não me adaptei a elas. Era um verdadeiro transtorno colocar e tirar. Possivelmente porque meus olhos... bem, quem conhece minha descendência deve entender...
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5.6.06
"Sorria, vc NÃO está sendo filmado"
E não consigo chegar a nenhuma conclusão final quanto ao contador de visitas deste blog.
Devo ou não devo instalar um, eis a questão.
A meu ver, o contador é uma faca de dois gumes: Se registra visitas constantes e crescentes, meu ego recebe um belo cafuné. Por outro lado, se dia após dia só vem a confirmar um estado de abandono e o ostracismo online, minha auto-estima – que originalmente já não é lá grande coisa... – certamente irá definhar até restarem apenas cinzas... (uia, que poético, isto)
Ok, ok. Por mim, eu não colocaria contador nenhum mesmo. Mas pensei nos leitores e nos visitantes.
Influencia-lhes em algo, o fato de um blog ter ou não um contador de visitas? Caso esse medidor seja mesmo um item essencial, vai aqui outra pergunta:
Causa-lhes alguma impressão relevante, notar a quantidade de visitas? Por exemplo, ao ver um blog com centenas, milhares de visitas pensar "Puxa, essa pessoa é popular! Ou deve ter uma cabeça admirável!" assim como, no outro lado da moeda, ao ver escassas visitas imaginar "Ah, este não deve escrever nada que valha a pena ser lido, não..."
Faz diferença? Ou não faz?
Que alguém me responda.
(... que se ninguém responder, já terei a certeza de que em nada me adiantará ter um contador de visitas estagnado no zero... )
(: p
Devo ou não devo instalar um, eis a questão.
A meu ver, o contador é uma faca de dois gumes: Se registra visitas constantes e crescentes, meu ego recebe um belo cafuné. Por outro lado, se dia após dia só vem a confirmar um estado de abandono e o ostracismo online, minha auto-estima – que originalmente já não é lá grande coisa... – certamente irá definhar até restarem apenas cinzas... (uia, que poético, isto)
Ok, ok. Por mim, eu não colocaria contador nenhum mesmo. Mas pensei nos leitores e nos visitantes.
Influencia-lhes em algo, o fato de um blog ter ou não um contador de visitas? Caso esse medidor seja mesmo um item essencial, vai aqui outra pergunta:
Causa-lhes alguma impressão relevante, notar a quantidade de visitas? Por exemplo, ao ver um blog com centenas, milhares de visitas pensar "Puxa, essa pessoa é popular! Ou deve ter uma cabeça admirável!" assim como, no outro lado da moeda, ao ver escassas visitas imaginar "Ah, este não deve escrever nada que valha a pena ser lido, não..."
Faz diferença? Ou não faz?
Que alguém me responda.
(... que se ninguém responder, já terei a certeza de que em nada me adiantará ter um contador de visitas estagnado no zero... )
(: p
2.6.06
Em algum lugar deste mundo online...
Anônimo: PRECISO MUITO DA AJUDA DE VCS... 01/06/2006 22:07
Fico mto trsite,pois nem aqui pelo orkut,consigo fazer amigos,ja criei tópios que nunca responderam,achava que essa comunidade era para um ajudar o outro...mais posso ter mi enganado...
Eu sou uma jovem de 18 anos depressiva,não estudo,nem trabalho,alias,qual é a minha vida??
Não tenho vida...Não saio de casa para nada,nõ tenho amigos,a minha rotina ´ficar presa aqui,entro n internet,ou faço um pouco de exercicios físicos,ou leio algum livro...
Só isso...
Queria mi matar....Mais nao faço isso pela minha familia...
Minha unica amiga é a solidão...
Sabe,eu vou começara trabalhar com a minha mae em agosto...
Queria tanto ter amigos para conversar,para sair,queria ter um namorado,mais acho q nao sou capaz de arrumar...
Vcs não sabem como eu mi sinto!!
Não sabem!!
Choro todos os dias,pelo que estou passando...
Mi acho mto feia...
Rezo para q Deus mi e forças, para que eu consiga superar tudo isso...
Sera que consigo??
18 anos... tão jovem ainda, minha amiga. Quem te escreve estas linhas tem justamente o dobro de sua idade vividos e creio eu que, alguma bagagem de vida devo ter, para te transmitir. E é o que vou tentar fazer, aqui.
Ah, os 18 anos...
É o período em que a imagem perante os outros vale tudo. Roupas, cortes de cabelo, gostos musicais, jeito de caminhar, namorados, etc et cetera, tudo depende da aprovação de algum grupo social. E ai de vc se atrever-se a ser diferente! Acaba sendo discriminada. Adjetivos maldosos não faltariam para designá-la: Esquisita, chata, retrógrada, feia... e justamente por conta desta cobrança de reciprocidade em atitudes é que acabamos nos deprimindo. Ou, por outro lado nós mesmos nos cobramos, em comparação a outras pessoas: "Puxa, minha amigas são mais novas que eu e já beijaram, ficaram, têm namorado e eu, nada..."
A partir dessas cobranças e 'grilos' na cabeça caímos em depressão. A auto-estima despenca a níveis abissais e, na busca por respostas que justifiquem o por quê de vc ser diferente das outras é que começam a surgir falsos conceitos sobre si mesma: "Devo ser feia, devo ser anti-social, ninguém gosta de mim mesmo, prefiro morrer..."
Este é o ponto perigoso! Deixar levar-se por pensamentos dominados pelo pessimismo!
E como desviar-se deste caminho sombrio da vida? A resposta é tão óbvia que chega a soar absurda: Vivendo!!
A vida, minha amiga, é para ser vivida, intensamente e com alegria! O detalhe mais importante é que, como somos seres racionais e sociáveis, necessitamos viver em sociedade. (Claro que podem surgir ali e acolá "eremitas" que declarem preferir viver na eterna solidão; mas estes são a exceção da regra; são incomuns e, até certo ponto, anormais.)
"Viver em sociedade"... o que seria isso?
Compartilhar opiniões, sentimentos; ajudar e ser ajudado...
Ou seja, vc já deu o pontapé inicial para a sua grande volta por cima! Tópicos sem resposta? E quem nunca teve ao menos um, desprezado aqui? Isso não pode – e nem deve – ser tomado como referencial de aceitação ou rejeição.
Enfim, creio que a auxiliará muito o inicio de trabalho com sua mãe. O comércio também nos proporciona valiosas lições de vida. Entretanto, comece com o pé direito, de cabeça erguida, ciente de que é capaz de vencer, tanto no âmbito profissional, quanto no sentimental. Pessoas negativas, pessimistas, não atraem amigos; pelo contrário, as afasta. Tenha em mente isso.
Deus a abençoará nessa caminhada, estou convicto disso.
R.
Fico mto trsite,pois nem aqui pelo orkut,consigo fazer amigos,ja criei tópios que nunca responderam,achava que essa comunidade era para um ajudar o outro...mais posso ter mi enganado...
Eu sou uma jovem de 18 anos depressiva,não estudo,nem trabalho,alias,qual é a minha vida??
Não tenho vida...Não saio de casa para nada,nõ tenho amigos,a minha rotina ´ficar presa aqui,entro n internet,ou faço um pouco de exercicios físicos,ou leio algum livro...
Só isso...
Queria mi matar....Mais nao faço isso pela minha familia...
Minha unica amiga é a solidão...
Sabe,eu vou começara trabalhar com a minha mae em agosto...
Queria tanto ter amigos para conversar,para sair,queria ter um namorado,mais acho q nao sou capaz de arrumar...
Vcs não sabem como eu mi sinto!!
Não sabem!!
Choro todos os dias,pelo que estou passando...
Mi acho mto feia...
Rezo para q Deus mi e forças, para que eu consiga superar tudo isso...
Sera que consigo??
18 anos... tão jovem ainda, minha amiga. Quem te escreve estas linhas tem justamente o dobro de sua idade vividos e creio eu que, alguma bagagem de vida devo ter, para te transmitir. E é o que vou tentar fazer, aqui.
Ah, os 18 anos...
É o período em que a imagem perante os outros vale tudo. Roupas, cortes de cabelo, gostos musicais, jeito de caminhar, namorados, etc et cetera, tudo depende da aprovação de algum grupo social. E ai de vc se atrever-se a ser diferente! Acaba sendo discriminada. Adjetivos maldosos não faltariam para designá-la: Esquisita, chata, retrógrada, feia... e justamente por conta desta cobrança de reciprocidade em atitudes é que acabamos nos deprimindo. Ou, por outro lado nós mesmos nos cobramos, em comparação a outras pessoas: "Puxa, minha amigas são mais novas que eu e já beijaram, ficaram, têm namorado e eu, nada..."
A partir dessas cobranças e 'grilos' na cabeça caímos em depressão. A auto-estima despenca a níveis abissais e, na busca por respostas que justifiquem o por quê de vc ser diferente das outras é que começam a surgir falsos conceitos sobre si mesma: "Devo ser feia, devo ser anti-social, ninguém gosta de mim mesmo, prefiro morrer..."
Este é o ponto perigoso! Deixar levar-se por pensamentos dominados pelo pessimismo!
E como desviar-se deste caminho sombrio da vida? A resposta é tão óbvia que chega a soar absurda: Vivendo!!
A vida, minha amiga, é para ser vivida, intensamente e com alegria! O detalhe mais importante é que, como somos seres racionais e sociáveis, necessitamos viver em sociedade. (Claro que podem surgir ali e acolá "eremitas" que declarem preferir viver na eterna solidão; mas estes são a exceção da regra; são incomuns e, até certo ponto, anormais.)
"Viver em sociedade"... o que seria isso?
Compartilhar opiniões, sentimentos; ajudar e ser ajudado...
Ou seja, vc já deu o pontapé inicial para a sua grande volta por cima! Tópicos sem resposta? E quem nunca teve ao menos um, desprezado aqui? Isso não pode – e nem deve – ser tomado como referencial de aceitação ou rejeição.
Enfim, creio que a auxiliará muito o inicio de trabalho com sua mãe. O comércio também nos proporciona valiosas lições de vida. Entretanto, comece com o pé direito, de cabeça erguida, ciente de que é capaz de vencer, tanto no âmbito profissional, quanto no sentimental. Pessoas negativas, pessimistas, não atraem amigos; pelo contrário, as afasta. Tenha em mente isso.
Deus a abençoará nessa caminhada, estou convicto disso.
R.
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