Às vésperas da Copa do Mundo e festas juninas, lamento o mau exemplo dado por um supermercado, com sua decoração festiva. Aproveitando os dois eventos, ornou seu salão com grandes balões verde-amarelos. Evidente que não são balões reais (feitos de papel), mas de outro material, o que não impede que seja constatada a... apologia à infração, ao crime.
Sim, se é que alguém ainda desconhece – ou já se esqueceu, – soltar balões é crime. Só não me recordo a abrangência desta lei; se municipal, estadual ou federal... (tenho a vaga lembrança de que seja federal).
Os balões estão profundamente enraizados na tradição brasileira. Tal qual o quentão e o bolo de fubá, o balãozinho era peça indispensável nas festas e motivo de euforia para a garotada. No entanto, é preciso derrubar de uma vez por todas a "candura" dos balões. Confiná-los ao passado. Antes que outros incêndios comecem a ocorrer.
Sei que este tema é reincidente aqui, mas em vista do contra-senso do supermercado na escolha de seus elementos decorativos, vi-me forçado a 'tocar na mesma tecla' novamente...
2 comentários:
Hmmm...segundo percebi - e isto agora deve-se a diferenças culturais óbvias - os balões são proibidos no Brasil, aquando de festas? Há semelhanças então como o nosso fogo-de-artifício, cujo lançamento tb é (bem) limitado.
Balões são proibidos em tempo integral, Pseudo; não somente em épocas festivas.
E quem me dera proibissem também os fogos-de-artifício. Embora eu me considere um "estranho no ninho" por não gostar deles, mas...
Bem, me incomodam. Sobretudo o barulho.
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