24.11.05

Multar? Só no Dia de São Nunca

Talvez nem todos os amigos leitores deste espaço se recordem, mas certa vez comentei aqui, superficialmente, sobre uma lei municipal que diz que o "Uso de telefone celular em postos de gasolina é proibido e sujeito a multa ( de R$ 400, 00 para o usuário do aparelho e também para o dono do posto )"; fato que veio ao meu conhecimento depois de reparar numa plaquinha com esses dizeres afixada em uma bomba de gasolina. E na época questionei a quem caberia a aplicação da multa.

Como não havia conseguido localizar a tal lei antes, fiquei a supor que esse detalhe estivesse na íntegra do texto.

Hoje volto ao assunto para "mostrar o pau depois de matar a cobra". Hehe.
Aqui está a Lei Municipal nº 13.440, na íntegra!

No que diz respeito à minha antiga dúvida, o artigo 5º dá a resposta: " A fiscalização do cumprimento das disposições deste decreto caberá às Subprefeituras. ". Fica então subentendido que o responsável pela aplicação das tais multas de 400 reais é o fiscal da subprefeitura - que, para quem é de fora, significa o mesmo que 'administração regional'; uma "sucursal" da prefeitura em cada distrito.
Bem, isso é o que diz a teoria. Agora vamos à prática:
Lá está o sujeito, a conversar descontraidamente em seu celular, enquanto abastece seu veículo. O pode fazer o coitado do frentista? Dizer ao cidadão "Por gentileza, o senhor poderia desligar seu celular? É proibido usar celular aqui no posto de gasolina..." e, de repente, ouvir como resposta um grosseiro "É? E daí? Dane-se! Estou numa conversa muito importante, agora. Termine logo o seu serviço aí que você ganha mais" ?


Alternativas viáveis que imaginei:

1.
Por uma grande sorte do destino, justamente nesse instante está passando por ali um carro com fiscais da prefeitura e um deles penaliza-se com a humilhação a que foi submetido o frentista e resolve agir. Pára seu carro no local imediatamente e dá voz de prisão. Digo, de autuação: "Alto lá! Você está autuado em flagrante por infringir a Lei municipal nº 13.440!!" E saca seu bloquinho do bolso do paletó. Nesse momento, surge o proprietário do estabelecimento, estranhando o movimento incomum. Percebe que é um fiscal aplicando multa por uso de celular e imediatamente parte para a defesa do cliente - e mais ainda, do seu próprio bolso - "Ninguém estava usando celular aqui não, seu fiscal. É que meu funcionário é meio míope e viu o senhor aqui (apontando para o cliente que agora está fazendo a famosa cara de não-sei-de-nada) usando um barbeador e pensou que fosse um celular, não é, não é? (e olha para ambos; o cliente com a satisfeita feição de concordância com a farsa e para o perplexo frentista, que em sua humilde honestidade só consegue balbuciar "Mas... mas... ahn."
Ante a inusitada cena e comprovado (comprovado?!) o equívoco, o fiscal fecha seu bloquinho sem nada anotar, embarca em seu carro e se vai. De longe, ainda é possível ouvir as gargalhadas dos outros fiscais: "Um barbeador! AHahahahahahahaaaa!!"
Se vai também o cliente do posto, tranqüilo e feliz em sua impunidade. Mais um dos discípulos da infâme "lei de Gérson", este cidadão. Suspira aliviado o dono do posto por ter conseguido se livrar da multa de 400 reais e sobe de volta ao seu escritório. Só resta ali o emudecido frentista, tentando engolir a seco sua convicção de que leis são criadas para serem respeitadas. Enxuga o suor sob o boné, olha para o céu. Silenciosamente.
Em prol de um emprego - cujo salário muitas vezes é miserável, não há outra opção - a Razão acaba ficando em segundo plano. E depois disso, o pobre frentista nunca mais "viu" celulares em uso lá dentro...


2.

O frentista presencia a infração, pega sua câmera digital e registra a cena. O flagrante: A bomba de combustível, o veículo parado ao lado e, dentro deste, um sujeito que animadamente tagarela num telefone celular. A foto é enviada para o departamento público responsável.
Lá, após a leitura da placa do automóvel, o proprietário do mesmo é identificado e devidamente notificado. E ele...

- Ei! Mas eu nunca estive nesse posto de gasolina! Ademais, esse cara na foto não sou eu!!

Descobre-se depois que, justamente naquele dia, o dono do carro havia emprestado-o ao cunhado. E este...

- Mas de jeito nenhum! Olha só esse penteado, eu ja-ma-is em toda a minha vida penteei meu cabelo desse jeito!! E como é que posso ser confundido com esse gordo na foto, não vêem como sou? (o sujeito é magérrimo como o Marco Maciel, em contrapartida ao fotografado infrator, que parece ter quase o mesmo peso do Bussunda) ? Vocês devem estar brincando.

A investigação prossegue. Não foi o dono do carro, não foi o cunhado do dono do carro. "Haveria a hipótese desse carro ter sido deixado em... em um lava-rápido, por exemplo?" O interrogado faz um esforço de memória e lembra-se: Acho que nesse dia a minha esposa foi ao mercado com aquele carro..." E ela...

- De quê vocês estão me acusando? Só estou vendo a foto de um gordo dentro de um carro! O que é que tenho a ver com isso?
- E a senhora não reconhece esse carro da foto?
(olhando bem) - Parece o carro do meu irmão... mas não tenho a mínima idéia de quem seja esse cara aí ao volante! É um ladrão de carros?!
- Não, minha senhora, não é um ladrão. Pelo menos até onde sabemos. Mas diga-me, a senhora usou esse carro para fazer compras um dia, certo?
(pensando) - Sim, foi no dia do rodízio do meu carro.
- E nesse dia, saiu sozinha? Ou estava acompanhada?
- Saí com minha filha. Só nós duas.

O "investigador" da subprefeitura cala-se por alguns minutos. Fica pensativo. Até que, num estalo, lança a questão:
- E durante esse dia, vocês duas ficaram juntas o tempo todo?
- Sim. (breve pausa) Não, minto. Enquanto estávamos no shopping, minha filha lembrou-se de que tinha que passar na escola pra pagar alguma coisa e não daria tempo se fosse depois das compras. Deixei que ela pegasse o carro para ir até lá, enquanto fiquei no shopping.

Segue a diligência na direção da garota. E ela...

- Usei esse carro sim. Aliás, essa sucata ambulante do meu tio, que nojo.
- E enquanto você esteve com o carro, não teria deixado-o em algum lugar como um lava-rápido ou coisa parecida?
- Lavar uma velharia daquelas? Nem pensar!
- Talvez tenha emprestado o carro a alguém?
- E quem iria querer, senão a maluca da minha mãe? (pausa) Ah sim, enquanto fiquei na fila do caixa da escola, pedi ao Silas que colocasse um pouco de gasolina naquele troço. O pão-duro do meu tio, sabe como é, né? Deixou o tanque na reserva, só porque ia emprestar o carro... e eu é que não seria louca de ficar na rua, ainda mais com uma carroça daquelas.

Crime solucionado? Triunfante, o 'investigador' mostra para a garota aquela foto tirada no posto de gasolina:
- Este que está dentro do carro é que é o Silas, não é?
( a moça arregala os olhos ) E responde, indignada:
- Pára com isso!! Que brincadeira mais besta é essa? O Silas é o meu namorado; lindo, loiro, alto e, principalmente, esbelto! Nem sei quem é esse gordo na foto!!!

Enfim, Silas desvenda todo o mistério: Assim como a namorada, ele também ficou com vergonha de ser visto pelos amigos dirigindo aquele carro caindo os pedaços e, para não desagradá-la, providenciou uma forma alternativa de atendê-la: Pediu a um de seus colegas (vulgo "João Gordo", o asqueroso) que fizesse esse favor a ele. E foi o que ele fez.

Concluindo a historinha: O infrator da lei havia sido um colega do namorado da sobrinha do dono do veículo. E "João Gordo", especialista em recursos contra multas de trânsito, foi "gente fina" e "livrou a cara" (conforme suas próprias palavras) do Silas: Conseguiu 'provar' que o carro da foto era um clone, e que o sujeito dentro dele não passava de um sósia seu.


E, concluindo o post, sou forçado a reconhecer que essa é apenas mais uma - das tantas outras já existentes - leis que só existem no papel. Porque na prática... Ha ha...

(: T

23.11.05

Um pequeno comercial

Se o Varizol é para varizes e o Simancol para se mancar, para que serviria o PENETROL ?
Hahaah, as mentes mais libidinosas já devem ter descoberto.

Problemas de lubrificação durante o ato? Ardor? Penetrol resolve! Não use mais vaselina, não corra mais riscos de alergia à vaselina ou mesmo de que o fino material do preservativo seja afetado! Penetrol não contém vaselina e também é ecológico, pois não contém CFC. Penetrol é o mais novo avanço no mundo do sexo!! E ainda vem com três opções de sabor: Flocos, napolitano e passas ao rum! À venda nas melhores sex-shops do Brasil.

( risos )

Evidente que isto não passa de uma piada, hehe...
Pra quem não sabe, o Penetrol realmente existe e tem este sugestivo nome muito bem registrado em cartório; só que é muito pouco provável que alguém encontre-o na vitrine de alguma sex-shop (por mais bizarra que esta seja). Trata-se de um – ora vejam só – cupinicida! É apenas um veneno para matar cupins, gente.

(: )

13.11.05

Num "programa de índio"

Pra quem nunca sai de casa – como eu, por exemplo, – certos programas considerados "indígenas" podem nos render surpresas, vez ou outra. Ontem foi o dia de fazer a peregrinação que todo reformador de sua própria casa faz, em lojas de material para construção. Para pesquisar preços, certamente. E neste ponto sinto-me bem servido nesta capital, especialmente em determinado trecho da Marginal do Tietê, servida por 4 grandes lojas desse tipo. E lá fui.

Logo na primeira, enquanto observava distraidamente uma prateleira, ouço alguém dizer:
– Mas é perseguição? Até aqui?!
Me volto pra ver se a frase era comigo, e de fato era; um cliente amigo da minha oficina. Passada a ligeira surpresa, nos cumprimentamos. E pela primeira vez, conheço a esposa dele. Embora este amigo – ao menos aparentemente – não tivesse nenhum vínculo nordestino, sua senhora possuía um indisfarçavel sotaque que não deixava dúvidas quanto a procedência. Depois de uma breve palestra sobre alguns produtos daquela loja onde estávamos, despedimo-nos e cada qual seguiu seu caminho. Terminei de olhar alguns itens, e parti para a loja seguinte.

Nesta outra loja, nem bem dou meus primeiros passos entrada adentro, inicia-se uma música oriental. Mas não exatamente do oriente dos meus ancestrais, mas do... do Oriente Médio, isso! Na seção de tapetes (que fica ali mesmo, logo na entrada do recinto) avistei uma dançarina. Odalisca? A balançar-se ritmicamente, marcando os passos com um... pandeiro (?). Desnecessário dizer que, com a vestimenta típica e muito corpo exposto, a moça logo atraiu a atenção dos olhares masculinos ao redor. Mas eu... contrariando toda a tendência, não olhei as partes mais... ahn, digamos, sensuais. Fui imediatamente atraído pelos cabelos. Ah, os cabelos que eram muito parecidos com os de uma apaixonante mulher que mora lá pelos lados da terra de Alceu valença...
Alguns minutos apreciando a apresentação e lá fui, corredores adentro, procurar o que realmente havia ido lá procurar.
Achei. E achei caro. Parti para a terceira loja. (que bom que todas são praticamente vizinhas)

E na terceira loja, sem incidente algum, foi que encontrei os produtos que buscava. Coincidência ou não, quase sempre acabo fazendo minhas compras nessa terceira das quatro. Conseqüentemente, nunca entrei na quarta. Acho que um dia tentarei ir na última, primeiro. Só pra variar.

Finda a peregrinação, resolvo ir ao mercado comprar uma cervejinha, que ninguém é de ferro. E não é que, quando eu ia subindo pelas escadas-rolantes, um sujeito no sentido contrário da rolagem que eu seguia me cumprimenta, efusivamente?
– PAULO! Há quanto tempooo! Tudo bom?

Pego de surpresa, fico sem saber o que dizer; se digo que infelizmente não sou o Paulo, ou se retribuo gentilmente o cumprimento. Mas como a escada não pára e logo estamos nos distanciando, só tenho tempo de lhe responder:
– Opa, tudo beleza!
E nos despedimos, desajeitadamente.

Fiquei com pena dessa pessoa. Por certo deve ter se decepcionado com seu amigo Paulo. Tantos anos de amizade e agora ele sequer o reconhece. E mais pena ainda tive do Paulo, que provavelmente será considerado um arrogante. Ou, no mínimo, amnésico. E sem ter culpa alguma.

Compro minha cerveja e resolvo passar na lotérica para comprar uma raspadinha de 1 real. Eles não tem. "Me vê aí duas de R$0,50 então, que dá no mesmo". E raspo, na esperança de ganhar um dinheirinho que me permita viajar ao litoral nordestino e encontrar minha amada. Pois sim, ambos estão premiados. Mas com os 50 centavos. Nada ganhei, só deixei de perder. Consolo-me.

E o sábado termina com uma ligação telefônica. Liguei para ela, claro, para aplacar um pouco a saudade e, de quebra, perguntar-lhe se faria a dança do ventre pra mim (relembrando a dançarina da loja). Entretanto, minha esperança é em vão; ela pouco se interessa por isso. E penso no Paulo, novamente. Será que a namorada dele aceitaria proporcionar esse prazer a ele? Ah, bem capaz que não. A sorte dele não é lá muito melhor que a minha, não. Basta ver a má fama que lhe dei, gratuitamente, ontem. Mas...

Enfim, há prazeres tão bons quanto... ou muito mais extasiantes que uma dança das mil-e-uma-noites. Mas isso já é conversa privada, e para dois. Hehe.
: )

10.11.05

Quem diria que o filho do Julio...



Deu no jornal:

O cantor Enrique Iglesias parece não ter o menor problema com sua masculinidade. Namorado da tenista Anna Kounikova, ele anunciou que pretende lançar uma linha própria de camisinhas. Detalhe: tamanho pequeno e extrapequeno. "Nunca acho esses tamanhos para comprar e sei o quanto é constrangedor."
( Fonte: Caderno Variedades do Jornal da Tarde, de São Paulo)

Aí fico a pensar...
será que vale a pena ser um desses rapazes que arrancam suspiros das mocinhas, mas ter o dote pequeno? Ou, mais grave ainda, extrapequeno? (gargalhada)
Eu sei, eu sei; já é discurso feminino de praxe, dizer que o tamanho pouco importa, que o que vale é o dono da 'coisa' saber usá-lo com maestria, que esse negócio de grande ou pequeno é fixação da mente masculina etc e tal, mas...
Só lhes digo uma coisa: Não que quanto maior deva ser melhor, mas que ter um pequeno deve ser ruim, ah! Isso deve! Minha sorte é que sempre encontrei com facilidade preservativos adequados ao meu tamanho. E sem a necessidade de 'fazer a barra' da "vestimenta", heheeh.

E ainda dizem que é o japonês que tem o dito-cujo pequeno!!
(outra deliciosa gargalhada, com gostinho de vingança)

: D

9.11.05

Enciclopédias

Mas que fase nostálgica esta, não? Tento buscar inspirações diferentes para não ficar 'batendo muito na mesma tecla', mas não tem jeito. Portanto, lá vão outras linhas com sabor de século passado.


Minha ausência online justifica-se por uma mudança de residência, seguida de reforma. (Ou de reforma seguida de mudança, o que seria o certo? Acontece que na minha família a carruagem vai à frente dos bois. Ou, nem tanto. Bem, é uma coisa um bocado complicada de se explicar, como podem perceber por este atrapalhado parágrafo) E durante as "escavações", localizei algumas enciclopédias. Vem daí o tema do texto de hoje.

Enciclopédias! Quem tinha a Barsa era rei! A salvação de todos os trabalhos escolares; quase tudo o que era pedido pelos professores ginasiais ali estava, prontinho para ser copiado nos almaços. Embora muitas vezes copiassemos aquelas frases com termos demasiadamente rebuscados - Ah! Os britânicos e seu perfeccionismo! - sem ao menos entendermos os significados, a nota recebida pelo trabalho escolar era poupuda. Geralmente. Mesmo que não tivessemos entendido quase nada do conteúdo enciclopédico copiado, ao menos haviamos nos dado ao trabalho de abrir um livro para, mecanicamente, encontrar um item e reproduzi-lo com nossas próprias mãos. Tal qual o papagaio faz com os sons.
Creio que esse devia ser o nosso mérito; não exatamente a compreensão do assunto, mas a boa vontade - às vezes nem tão boa, mas... - de "pesquisá-lo".

E de volta ao século XXI...
Há muito que não sou mais aquele pequenino jovem que fazia trabalhos escolares debruçado sobre grossos fascículos, a recortar fotocópias e colá-las com a tenaz cola Tenaz; como será o mesmo trabalho, nos dias de hoje?
Se é que a Barsa ainda existe, provavelmente deve ter uma versão online, assim como o Aurélio. Ou, no mínimo, versão em CD, para aquela molecada que não desgruda do computador de jeito nenhum. Presumo que em um ponto, ao menos, os professores devem agradecer à presença desse maquinário e seus periféricos: Não sofrem mais tentando decifrar certos garranchos que, vaaaagamente assemelhavam-se a palavras. (Fontes tipográficas exdrúxulas à parte, claro)

De certa maneira o trabalho escolar de antigamente realmente era um trabalho. Porque o de hoje, hah! Enquanto papeia-se no Messenger e observam-se imagens num fotolog, fica a impressora incumbida do "árduo" trabalho de imprimir o trabalho (que, quase certeza, veio de um Control+C/Control+V), e tudo isso ao som de uma rádio também online. Trabalho para pesquisar na internet? Qual o quê. Qual criança não sabe usar um buscador hoje em dia? Se a do Renato Russo foi a geração Coca-Cola, ouso dizer que esta de agora é a do Google...
E fico com uma dúvida. Se na minha época eu concluía meus trabalhos com a bibliografia, qual será que é sua denominação online? "Sitografia" ?!

Concluindo, afirmo que algo de bom há, nisso tudo. O temível vendedor de enciclopédias é uma raça em extinção. Se você é, ou já foi um, lamento por seu emprego perdido. Mas você há de convir comigo que, há algumas décadas, aquele sujeito carregando a maleta com suas amostras nos apavorava. Melhor dizendo, nos tirava do sério. Com um blablabla infindável, nos cercava por todos os lados. Argumentos, contra-argumentos, vantagens, conteúdo, o brilhante futuro de seus filhos, a nata da cultura mundial à sua disposição para sempre, em sua sala de estar etc, etc e etc... aquela persistência típica dos vendedores, só que beirando a petulância. Resumindo, comprávamos a coleção toda, só para conseguirmos nos desvencilhar do grudento vendedor. E é deste tipo de vendedor sem a menor noção do que é persuadir ou irritar, que não sentirei nenhuma saudade. Af!

: P

6.11.05


Não estou conseguindo recolocar meu avatar aqui. Se coloco a imagem lá no Multiply, o Blogger afirma que só aceita JPEG. ( e o arquivo está em jpg. Ué, não é a mesma coisa?!) ; Se coloco no FlickR, piora. Daí pensei: E se eu colocar a imagem aqui mesmo? Dessa maneira o Blogger conseguirá encontrá-la, não?

E vamos ao teste.