16.9.05

Fale aqui ou fale lá!

Francamente, fico no mínimo incomodado com certo costume que a... ( Ah sim, ela pediu-me para não ser identificada ) ... que certa amiga minha possui. A meu ver, não é normal. Mas nem me atreverei a dizer que considero isso um defeito, pois em praticamente todas as vezes em que tentei falar mal dela, só eu mesmo é que acabei me dando mal. Tá; que não seja defeito. Será então, por outro lado, uma virtude? Eis a que me refiro:

Esta minha certa amiga costuma atender o telefone e conversar comigo simultaneamente. Independentemente do teor da conversa ser o mesmo ou não. Ainda se fosse uma conversa aproveitando os demoraaaados "musiquinha-propaganda institucional + "Por favor, aguarde. Sua ligação é muito importante pra nós" + "musiquinha-propaganda institucional" que parecem nunca acabar, até seria compreensível, mas não. Três segundos que sejam, que o interlocutor do outro lado do fone leve para, digamos, pegar uma caneta já servem de brecha para ela falar algo comigo. E quando vou respondê-la, ela já está falando com o telefone de novo. Ug.

Pleno aproveitamento do tempo? Tagarelice descontrolada? Ou a moça é multi-plataforma?
Agora só me falta surgirem muitas pessoas dizendo que também fazem isso, e que é o normal.
Aí serei eu, o anormal. Utz.
: (

Não consigo falar ao mesmo tempo com o telefone e com outra pessoa ao lado. Também não consigo apoiar o fone entre a orelha e o ombro, mas isso nem faço questão de aprender. Nas poucas vezes em que tentei fazer isso, ou o fone caiu no chão, ou fiquei com um baita torcicolo.

4 comentários:

Anônimo disse...

Vixe!... Eu faço isso direto e as pessoas ao telefone sempre reclamam quando escutam o barulhinho do teclado. Creio que é próprio das mulheres fazer muitas coisas ao mesmo tempo. No meu caso, às vezes simplesmente eu não consigo desgrudar da internet. :S
Bjo.

Adry e Webert disse...

Nessa acusação tb sou culpada...

Sou verdadeiramente garota-bombril! Falo ao telefone, bato-papo, como, ouço música e leio tudo ao mesmo tempo (entre outros).

: D

R. disse...

É, Mônica. O estranho sou eu mesmo.

: [

Anônimo disse...

Eu sou normal! Rss...
Sempre falei que você era o anormal da historia, você não acreditava!