29.9.05

Terapeuta motivacional

Há quem tente "tapar o sol com a peneira" e se recusar a admitir a depressão. Sim, estes momentos nos quais vamos parar "no fundo do poço". E um poço árido, que nem se presta a saciar nossa sede. Pois bem. É inútil dizer que aquela profunda tristeza é apenas uma miragem psicológica, que não é. Tampouco não há vantagem alguma em abraçar a escuridão astral e nela criar morada. Não, não.

Venho hoje a dirigir a palavra aos casais.
Quantos de vocês já não devem ter enfrentado situação assim; Quando um dos dois cai em depressão ?
Se você é o que está "do lado de fora do poço", o que faz? Dá um abraço no outro e, a afagar os cabelos dele(a), apenas lhe diz: "Não fica assim, não. Vai passar..." e, com um olhar de compaixão, arremata: "Te amo, viu?" e finaliza com um beijinho nele(a), indo logo em seguida para a sala, a fim de assistir à tv? Não pode!
Como se o bordão 'Eu te amo' fosse algum elixir milagroso capaz de curar tudo, desde queda de cabelos à crises de depressão?! Certamente o amor e o carinho são remédios muitas vezes mais eficazes que qualquer antidepressivo, mas a questão é: Nada mais há a ser feito?

Há. E como há!
Ontem, por exemplo - e aqui começa a parte 'Meu querido diário' deste texto - uma mulher que me é muito especial dentre todas que conheço estava completamente deprimida. Prostrada sob o peso de problemas profissionais e a ausência do namorado, mal conseguia balbuciar monossílabas ao telefone, quando liguei para ela. A princípio investi no enaltecimento moral dela. Fracasso absoluto, ali estava o famoso caso do cego que não queria ver. Do outro lado da linha, o tom de voz fúnebre implicitamente me alertava que lá não havia a mínima boa-vontade de cooperar com minhas frases sorridentes e esperançosas. Tentei o desesperado "Mas se você fica triste, eu também fico, pô!" e então me compliquei mais ainda, pois o que se seguiu foi um tenebroso silêncio.

Acredito que uma parte daquela tristeza era causada pelo ciúme. Ela retrucava que eu vivia ajudando as amigas, e que ela também não passaria de mera amiga. Minhas explicações no intuito de fazê-la entender que ela era (e ainda é) muito mais especial que as outras eram sumariamente rechaçadas. E, sinceramente, aquela muralha de frieza estava prestes a minar de vez a minha benevolência da noite.
Disse-lhe: "Você acha que se fosse por uma pessoa qualquer eu estaria aqui me esforçando ao máximo, para no mínimo conseguir arrancar de você um sorriso? Claro que não, né. Por certo diria 'Bom, já que você insiste em ficar desse jeito, peço licença por aqui e vou dormir' ! "
E foi quando tive a grande 'iluminação': O humor!

Dei a volta por cima do meu próprio cansaço e levantei-me da cadeira. Agora era tudo ou nada: Ou eu conseguisse que ela risse, ou ambos terminariam a noite encharcando travesseiros com lágrimas.
Agucei minha ironia. Afirmei que, do jeito que a coisa estava, não seria de se estranhar se no dia seguinte ela marcasse consulta no dentista. Como eu esperava, ela nada entendeu e dei a explicação: "Vai me dizer que você nunca ouviu falar nas mulheres que dizem ir "ao dentista" quando, na verdade, estão é indo num... hã, num outro lugarzinho, sabe?". Ela entendeu. E retrucou: "E você acha que sou tão fácil assim?", ao que lhe respondi: "É claro que não, né. Mas sabe como é, vai que de repente seu dentista é um cara bonitão, boa pinta... e nem estou aí pra ver o que você anda aprontando... Hmm. Acho que vou pedir para Isadora (a filha dela) te vigiar, viu?" E finalmente ela esboçou um riso.
E comecei a interrogá-la sobre a aparência do sujeito - nada em tom seriamente inquiridor, obviamente - e ante a informação dada por ela que o tal dentista até que era bonitinho e ( ai! ) solteiro, comecei a caricaturalmente choramingar minhas dores de futuro corno. E o riso dela foi se reabrindo.

E fui investindo mais: Cartuns do Garfield, frases antológicas do famoso diretor-presidente do Corinthians, Vicente Matheus; ameaças de que rebolaria na frente dela etc, tudo em tom inspiradamente pastelão. No meu ímpeto de fazê-la descontrair-se e rir, até comecei a sentir calor, não obstante a fria noite de aproximadamente 15 graus que se fazia por aqui. Modéstia às favas, dei um verdadeiro show de humor particular. Um show dedicado somente a ela! E logo ela gargalhava deliciosamente, a praguejar contra mim, que havia estragado a fossa dela. ( risos )
Concluímos a noite reforçando ainda mais este sentimento tão bom que existe entre nós, que é o amor.
(: )

Enfim, - e agora saindo da intermissão 'Meu querido diário - digo-lhes que a tristeza é o degrau que nos permite evoluir na vida. Tanto nesta sentimental, quanto nas outras. Não devemos entregar os pontos jamais. A reação positiva aos infortúnios é que nos fortalece, nos enobrece. E, no caso específico das circunstâncias envolvidas neste texto, é não se acomodar nas frases feitas do cotidiano de um casal; Contentar-se com um resignado sorriso forçado e acreditar que 'dali a meia hora' o outro já estará melhor.

Se você ama pra valer,
Você sabe até onde pode - e deve - ir.
Não desista. Dê seu show também.
: ]

22.9.05

22 de Setembro

Oficialmente é chegada a primavera. É, oficialmente também, a estação das flores. ( Extra-oficialmente, a dos apaixonados. Mas essa categoria pretendo deixar de lado, no momento )

Apesar de toda a desregulagem climática provocada em nosso mundo devido a poluição desenfreada, as flores ainda mantém a força desafiadora de dar um revide em meio à nossa cinzenta atmosfera: Desabrocham. E eis que se faz o espetáculo de cores e perfumes.
Gosto de flores, sim. Não creio que a admiração que tenho pelas plantas vá abalar minha masculinidade. Mas... por que estou dizendo isto? Bah! Que bobagem. Continuemos.

Semana passada estive admirando um ipê ( "Pé de ipê"? "Ipezeiro"? ) todo florido. Só que mais do que o vivaz amarelo das flores, atraiu-me a atenção o incansável trabalho das abelhas. Também gosto muito de abelhas. Embora o primeiro contato que tive com elas tenha sido um bocado dolorido – Não lembro bem por qual motivo, mas estava eu, pequeno garotinho, passeando pelo sítio de um tio, no Paraná. Repentinamente veio o enxame e nos envolveu. Abri o maior berreiro e saí em disparada... mas foi em vão; tomei várias ferroadas. E só depois de passado o susto é que vieram me avisar: "Você não deveria ter gritado. Isso irrita ainda mais as abelhas e elas te atacam muito mais..." Ahn... – tudo o que vim a aprender depois na escola foi o suficiente para que eu as reconsiderasse.

Além de produzirem mel, ainda polinizam as flores. Ou seja, a grosso modo são insetos floricultores. Não bastassem essas qualidades, ainda dão a própria vida ao se defenderem. Sim, pois elas morrem depois de perder o ferrão. Tamanha atitude honrada me emociona! Por certo que as abelhas, diferentemente de nós, não mata (ou ataca) à toa. Nem por hobby, nem por propina, nem por infidelidade conjugal, ou discussões na mesa de bar, etc, etc. Somente atacam ao sentirem-se ameaçadas. Nesse caso, partem para o ato extremo. As kamikazes do mundo animal.

Bem, já que baguncei completamente o tema deste texto, vou contar-lhes um breve episódio que certa vez me ocorreu: Eu estava trabalhando normalmente em minha oficina deitado sob um carro, quando de repente comecei a sentir alguma coisa, bem pequena, debatendo-se dentro da minha calça, aproximadamente na altura do joelho. Levantei-me lentamente do chão... e caminhei a 'passos de astronauta' até o banheiro. Lá chegando, arriei as calças e pude ver o que estava ali, atordoado e confuso por não conseguir encontrar a saída de tão estranho "túnel": Uma abelha! Libertada, ela seguiu seu caminho e voou. E, acreditem se quisererm, mas não fui ferroado.

Concluindo, hoje intitulo-me um 'Amigo das abelhas'. E, para não divergir tanto assim do assunto 'primavera', desejo muitos campos floridos a todos!

Inclusive às abelhas.
: )

16.9.05

Fale aqui ou fale lá!

Francamente, fico no mínimo incomodado com certo costume que a... ( Ah sim, ela pediu-me para não ser identificada ) ... que certa amiga minha possui. A meu ver, não é normal. Mas nem me atreverei a dizer que considero isso um defeito, pois em praticamente todas as vezes em que tentei falar mal dela, só eu mesmo é que acabei me dando mal. Tá; que não seja defeito. Será então, por outro lado, uma virtude? Eis a que me refiro:

Esta minha certa amiga costuma atender o telefone e conversar comigo simultaneamente. Independentemente do teor da conversa ser o mesmo ou não. Ainda se fosse uma conversa aproveitando os demoraaaados "musiquinha-propaganda institucional + "Por favor, aguarde. Sua ligação é muito importante pra nós" + "musiquinha-propaganda institucional" que parecem nunca acabar, até seria compreensível, mas não. Três segundos que sejam, que o interlocutor do outro lado do fone leve para, digamos, pegar uma caneta já servem de brecha para ela falar algo comigo. E quando vou respondê-la, ela já está falando com o telefone de novo. Ug.

Pleno aproveitamento do tempo? Tagarelice descontrolada? Ou a moça é multi-plataforma?
Agora só me falta surgirem muitas pessoas dizendo que também fazem isso, e que é o normal.
Aí serei eu, o anormal. Utz.
: (

Não consigo falar ao mesmo tempo com o telefone e com outra pessoa ao lado. Também não consigo apoiar o fone entre a orelha e o ombro, mas isso nem faço questão de aprender. Nas poucas vezes em que tentei fazer isso, ou o fone caiu no chão, ou fiquei com um baita torcicolo.

15.9.05

O hambúrguer na solitária

Não nego que gosto de fast food; de hambúrguer, pra ser mais preciso. E dia destes fui ao Bob's, só para variar um pouco do sabor da casa do palhaço Ronald. O Bob's da av. Paulista, num local relativamente discreto. A princípio estranhei a ausência de mesinhas na área de entrada e fiquei imaginando que o espaço reservado para as refeições estivesse num pavimento superior, ou então nos fundos. Estava certa minha segunda suposição.
E eu gostaria de escrever, nem tanto sobre a comida – já que esta pouco muda, de cadeia para cadeia – mas sim sobre o que vi quando dirigia-me ao salão dos fundos, onde estavam as mesinhas. O corredor de acesso ao local era todo ladeado de... hã, de balcões individuais. Talvez por raramente sair de casa, eu tenha estranhado a estrutura da casa. Mas não escondi minha surpresa com a descoberta. ( Por certo aquilo nada tem de novidade, mas como eu nunca havia visto nada parecido antes... )

E sentei-me ali, para experimentar a sensação.
Acomodado na banqueta, duas sólidas paredes laterais me isolavam por completo dos "companheiros de solitária". À minha frente, a parede de vidro. Lá fora, um singelo jardim, a tentar atenuar um pouco a frieza de nossa selva de pedra, de concreto armado, de vidros espelhados e ar condicionado.
Aprazível? Até que sim, não fosse a estranha impressão de estar confinado numa daquelas cabines onde trabalham os operadores de telemarketing. Por sorte não precisei comer meu lanche ali, pois estava com a boa companhia de uma amiga. Utilizamos uma das mesinhas convencionais.
E digo que foi sorte... por que?
Porque não deve ser nada animador ser forçado a comer naquelas pseudocabines. Claustrofobia à parte, a sensação de confinamento e solidão que senti ali foram consideráveis. Por outro lado...

Seria aquilo a adequação ao individualismo cada vez mais presente nas grandes capitais? Ou então ao tempo disponível sempre tão escasso? Eu poderia (ou deveria) entender como o espaço dos que dizem "Não tenho muito tempo pra comer; muito menos pra ficar conversando"?!
Ou senão é a busca de um tipo de cliente específico, o anti-social?
Ou ainda, nada a ver todas as suposições acima, sendo na verdade apenas o aproveitamento racional do espaço?

Sei lá. Só sei que estranhei. E só procurarei uma daquelas vagas solitárias no dia em que estiver de mal com Deus e o mundo.


Ei. Talvez seja mais uma suposição... ?
: o

6.9.05

De graça? Nem a graça.

Terminado um desgastante expediente, resolvo relaxar um pouco a cabeça visitando uns sites adultos. Não nego que já tenho alguma experiência na navegação por esses sites suspeitos e conheço diversos tipos de "arapucas" online, desde as mais ingênuas que dizem que é tudo grátis mas pedem o número do seu cartão de crédito, jurando por Deus e o mundo que jamais irão debitar absolutamente nada de sua conta bancária, que é só pra fazer a ficha cadastral - Tá bom, tá bom. Eu acredito. E acredito nos coelhinhos da páscoa, também - até as mais sutis, que conseguem nos redirecionar para um 0900 internacional. E lá estava eu a admirar algumas imagens, quando me surgiu em outra janela um site de encontros. Um tal de "Adult Friend Finder". Não era a primeira vez que aquela coisa aparecia na minha tela mas, ao contrário das outras vezes, ao invés de fechar a oferecida janela, resolvi ir lá verificar.

Chegando lá, me deparo com uma lista de mulheres procurando homens, e algumas até morando aqui. Em São Paulo. E isso porque o site é norte-americano, em inglês e tudo. "Ah! Cookies danados! Por isso que esses safados já sabiam de onde sou e o que procuro, né." - pensei. Tá certo.
Olhando ali e acolá, descubro que posso me inscrever lá, gratuitamente. Duvidei muito, mas como estava de saco cheio e disposto a ver algo diferente, aceitei a proposta. E fui preenchendo a ficha... aquela ladainha de sempre, do que gosto ou não gosto, religião, esportes, hobbies, como sou, como deve ser a mulher que busco, etc e etc. Na hora de colocar minha foto lá, hesitei um pouco, mas resolvi colocar uma antiga, na qual apareço bem de longe. Por via das dúvidas. E como "não tocaram no meu bolso" em nenhum momento, concluí a inscrição.

Quase que instantaneamente recebo um e-mail deles. E a senha de acesso já está em minhas mãos. Ok, vamos lá ver como é a coisa. Entrei. E quase nada entendi. É que meu inglês anda péssimo. Preciso mesmo praticá-lo, senão acabarei me esquecendo de tudo. E - não que eu esteja desesperado por uma transa, mas mais por curiosidade mesmo - fui logo pesquisar o banco de dados do site: "Mulheres", "Entre tal faixa etária", "Em tal país", "Em tal cidade" e ENTER.
Eis! Aparece a lista. Hmmm, e não é que tem mulher interessante por aqui? Clico em uma da listagem para ver o perfil completo e eis que surge a temida tela de "Exclusivo para membros pagantes" (ou algo parecido). É, tava demorando...
Desisto da pesquisa e vou ver como é o chat. Tem chat em português? Tem. E para brasileiros. Entro lá. Pra começar, estranho a interface. Me parece rudimentar. É claro que eu não esperava mesmo alguma coisa nos moldes dos chats da UOL ou do Terra, mas aquilo lá... Pô, além de não aceitar acentuação alguma (coisa já previsível num site estrangeiro, mas...), não tem como direcionar o que você escreve!
Ao adentrar a sala de chat, pouco menos de dez pessoas encontravam-se presentes. A maioria homens, que tentavam de alguma forma atrair a atenção das poucas mulheres que ali estavam. Meio perdido no ambiente completamente estranho, fiquei calado, só observando o funcionamento da coisa.

Não que eu queira me gabar, mas como o pessoal ali escrevia mal! Acho que um ou outro conseguia escrever num português claro, bem redigido. Já os demais... erros grosseiros e em caixa alta. Talvez, no afã de aparecer. E apareciam mesmo, tamanho o ridículo de suas frases. A princípio o nível das conversas me pareceu bem civilizado. Até que um sujeito começou a baixá-lo. É compreensível que o teor dos assuntos ali tocados sejam sensuais e/ou eróticos, mas daí a ficar falando obcenidades com quem nem estava dando essa liberdade toda ao sujeito; lastimável.
Logo o desprezado sentiu a reprovação geral da sala e passou aos ataques pessoais. E pude descobrir que pelo menos uma das mais úteis funcionalidades de chat estava disponível naquele também, o 'Ignorar'. Aleluia.

De resto, ficou aquela conversa meio que perdida; como as frases não eram direcionadas, o único jeito era ficar citando o nome do interlocutor a cada pergunta ou resposta dita (escrita). O que mais vi foram tentativas de marcar um encontro mais íntimo num programa de mensagens instantâneas, como o conhecido Messenger, por exemplo. Convenhamos, engrenar numa boa conversa num ambiente daqueles seria muito difícil. A menos que a intenção fosse realizar uma orgia coletiva. Mas não era.
Pessoas entrando, pessoas saindo, outras mulheres entram na sala. E tento clicar em uma delas, para ver se o nick "linkado" me leva ao perfil da pesoa.
( Explicação técnica: O nick de cada um dos dos presentes na sala de chat é um link. Ah, e outro detalhe, que considerei bem útil: Cada nick já está com sua devida... ahn, especificação. Homem, mulher ou casal (male, female e couple, respectivamente, que constam ao lado dos nicks )
Sim, clicando no nome da pessoa, você é redirecionado para a página pessoal da mesma, que - PqP! De novo!! - só é acessível a quem paga pelo serviço. Isso me lembra o site da UOL: No máximo em dois cliques, você consegue se deparar com o aviso de que a matéria que queria ver está em uma área de acesso restrito a assinantes; um saco. Depois dessa, decido encerrar minha excursão inaugural pelo site de encontros adultos.

No dia seguinte, uma surpresa me aguardava: Recebo um e-mail do site, avisando que minha foto havia sido reprovada. Lendo o comunicado, pude saber três dos principais motivos que poderiam ter levado a foto enviada a não ser aceita:

Formato de arquivo inválido ( Impossível, já que era um jpeg, um dos formatos aceitos );
Tamanho de arquivo excedente ( Também impossível, visto que o tamanho do enviado estava aquém do limite máximo );
Imagem com direitos autorais ( Uma foto que eu mesmo bati, e sozinho? Absurdo! ).

Fiquei sem saber o por quê de minha foto ser reprovada. Talvez, porque era discreta demais? Digo isso pelo fato de ter visto (muitas) pessoas exibindo seus órgãos genitais onde, teoricamente, deveria estar exposto um rosto. E se estão lá, é porque são permitidas. Caso contrário, não teriam passado pelo crivo do analisador de imagens que me barrou.
A propósito, nesse site também existem comunidades, tais quais as que existem no Orkut, por exemplo, só que essas me desagradaram por completo devido a um motivo: Presença minoritária de mulheres e os homens – nem todos, mas muitos – fazem questão de figurar por lá com a 'coisa' em riste ( Eca! ). Nada agradável de se ver. Ao menos a mim, heterossexual. E convicto.


Em suma, não mandei outra foto, nem mandarei. Fica sem, mesmo. E isso se eu ficar por lá, também, o que não garanto muito, não. Ainda mais com essa coisa de restrito ali, restrito lá...

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