27.7.05

Só estou testando...


... este recurso de adicionar imagens. Orkutmaníacos, favor não clicar no botão acima, pois o mesmo não visualiza coisa alguma.


Hum, ao menos uma vantagem: Clicando ali, nada acontece, nada surge. Nem aquela maldita tela do "Bad, bad server. No donut for you".

PqP! Mas que irritante, aquilo!
): [

26.7.05

Por amor

Um clipezinho já bem rodado na grande rede, mas só vim a conhecê-lo ontem, por meio do link me passado por Diana. E o que escrevi a seguir foi a resposta que lhe dei, para a questão 'Você faria isso por amor?'


Assisti duas vezes seguidas, para assimilar bem a mensagem. Deixarei de lado a análise crítica quanto a viabilidade dos fatos para dar ênfase ao lado emocional.
Ambos se amam, mas por uma fatalidade do destino, ela perde a visão. E ele renuncia a sua própria visão em prol da amada. Note-se que, muito além de seus olhos, ele praticamente renuncia a sua própria vida, visto que sua profissão era fotógrafo.
E eu, o que faria?

Sabendo que o instrumento do meu trabalho havia apagado para sempre os olhos de minha amada, conseguiria permanecer na mesma profissão com o afinco e entusiasmo de sempre? Certamente que não. E a outra certeza é a de que a minha consciência jamais me perdoaria. Por mais desastrada que ela tivesse sido, eu só enxergaria minha - e tão somente minha! - culpa do incidente. Inevitável dor e revolta me abateriam, mas...

Agora digo com toda a sinceridade; eu não teria coragem de fazer o que ele fez. Mais do que uma impetuosa prova de amor, não teria ele cometido a auto-punição? A meu ver, o final foi bem triste, com ela estarrecida ao descobrir o que aconteceu - e com quem aconteceu - e ele caminhando... deixando-a para trás.

Eu procuraria os melhores cirurgiões, os mais especializados hospitais, arrumaria o dinheiro necessário para uma operação - mesmo que à custa de minha bancarrota, de vender tudo que possuo - para que pudesse permiti-la ver novamente.
Creio que desta forma eu viveria mais por ela. E para ela. Batalharia até conseguir. Imagine se entrego minha visão a ela assim, logo de cara; como ela passaria o resto de seus dias? Feliz da vida, sem remorso algum? Duvido muito.

Por outro lado, penso sempre numa outra situação:
Se ela corresse o risco de ser baleada, eu a protegeria?
Sei que é fácil fazer um "heróico discurso teórico", que é pouco provável se prever o que realmente aconteceria num caso destes, mas...
Eu digo que sim; a abraçaria, envolveria, protegeria.


Mesmo que isso custasse minha vida.

25.7.05

A realidade me contradiz...

Novamente sou forçado a engolir minhas próprias palavras. E a seco mesmo.
Há alguns dias, mais precisamente no dia 8 deste mês, eu fazia o seguinte comentário num dos posts do blog da Rê:

" ...
E não teve sorte a Fernanda Karina: Se ao menos ela tivesse um corpo bonito, certamente seria convidada a posar nua na Playboy e faturaria uns trocados. Coitada, ela não tem peito.

Em sentido literal.
: /
"

E não é que hoje me deparo com a seguinte manchete, na capa do JT:

"Quer a Playboy dela?
A secretária Fernanda Karina, que trabalhou para o publicitário Marcos Valério, pensa em virar deputada e diz que estuda proposta para posar nua. "

Ou meu olhar crítico das potencialidades do corpo feminino está caducado, ou a Playboy já está apelando. Espero que a primeira alternativa esteja certa, que senão prevejo um futuro nada brilhante para aquela revista. Imagino a mãe do "cantor" Latino, na capa, com direito a pôster central e tudo.

Cá entre nós: Urgh!

(: P


* Em tempo (e mais do que óbvio):
Eu não compraria a Playboy com a Fernanda Karina. E muito menos votaria nela para deputada. Sequer para vereadora, aliás.

20.7.05

A morte sobre rodas

É com inegável pesar que venho registrar aqui o falecimento de um orkutiano. Embora a pessoa não fosse conhecida minha e aparentemente não havia nenhuma relação entre eu e ele, o fato que me incentiva a escrever estas linhas é o motivo que o levou a perder a vida: Um acidente de trânsito.

Como criador e mantenedor de uma comunidade sobre automóveis, sempre tive esta preocupação com todos os membros que lá estão: A morte nas avenidas e estradas. Lamentavelmente, a cada período de feriado prolongado ou férias, constato que muitas pessoas saem de casa com seus veículos para nunca mais voltarem. É certo que raras são as situações em que morrer admite conformação, mas esta, uma forma tão... tão absurda, não deveria existir jamais. Todo o planejamento de algumas horas, para dias felizes desfrutando do merecido descanso ou da diversão acaba de forma trágica.
Sempre aconselhei – e continuo a aconselhar – a todos que mantenham seus carros com a manutenção em dia. Ainda mais antes de viajar. Mas os acidentes ocorrem. Me parece que muito mais devido a imperícia e falta de cuidado do motorista, do que por componentes do automóvel que podem se quebrar, de súbito.

Carros são bem recuperáveis. E mesmo que não se recuperem, podem ser trocados, comprados. E quanto a uma vida perdida? O dinheiro pode comprar o mais valioso dos carros, mas nunca mais conseguirá trazer de volta quem morreu prensado entre as ferragens de uma colisão. Ou de quem deu seu derradeiro suspiro na mesa de cirurgia de uma UTI.

Posso estar sendo precipitado nesta conclusão, mas penso que é a euforia que mata. Antagonicamente, o momento de curtição, de alegria exacerbada, de festejo, precede a profunda tristeza de um funeral. Estou falando sobre os que pegam o volante sem as devidas condições: Alcoolizados; drogados, de algum jeito. Ou talvez nem isso, apenas entusiasmados com o momento de se aliviarem do stress acumulado, que não percebem que o meio de transporte pode se tornar uma arma letal. Tanto a si mesmo, quanto aos outros. E matam. E são mortos.

Como já havia dito no início desta, o falecido da grande rede era um desconhecido, a mim. Desconheço também os detalhes do trágico acidente e, portanto, quero esclarecer que não existe nenhuma analogia do que eu escrevi aqui, com o que infelizmente veio a acontecer com ele. Tudo que sei é que alguém morreu num acidente de carro. Como foi, onde foi, quem era inocente, quem era culpado, tudo isso pouco me importa. O que realmente me importa é que uma vida humana se foi, e de uma forma que poderia ter sido evitada.

Concluo este triste texto com o alerta: Não se arrisque a inflar as estatísticas de mortos e feridos nas estradas.
Mantenha seu carro sempre em ordem e dirija com responsabilidade.
Não manche com sangue os dias que são feitos somente para sua felicidade!


Que a Luz Divina esteja sempre presente em você,
tanto motorista, quanto pedestre.
Amém.

18.7.05

Agradecimento : )

Gostaria de agradecer publicamente a Gi ( http://perhaps.zip.net/ ) pela solução de um grande dilema que me atormentava, aqui. Após meses de (minhas) tentativas frustradas para conseguir inserir os links dos blogs dos amigos, finalmente o objetivo foi alcançado; A Gi colocou os meus favoritos na página.

Muito tempo passei me sentindo um ingrato. Tanto por ver meu blog sendo linkado em outros lugares sem poder retribuir, quanto por não conseguir homenagear e divulgar os que mais gosto. Mas agora tudo está resolvido. E graças a Gi. A ela meu muito obrigado!
: )

Aproveito também para agradecer a Florzinha, pois foi através do intermédio dela que pude conhecer a Gi que, além de "salvadora da pátria", também é uma excelente pessoa; mais uma ótima amiga que esta grande rede me permitiu conhecer.

"Ambos Lados", a agência.

Estou inconformado. Minha proposta do nome comercial 'Ambos Lados' foi recusada pelo grupo. Mas vou explicar a historieta desde o início, para que possam entender melhor.

Minha vizinha Mônica está fazendo um curso de gestão empresarial e dentro desse curso foi colocado um exercício prático: A criação de uma empresa. Pois bem, como o gênero era de livre escolha, o grupo dela optou por uma agência matrimonial. Conhecendo minha razoável criatividade, Mônica me pediu uma sugestão para o nome da agência e eu, quase que de imediato lhe dei a resposta: Ambos Lados.
A princípio ela nada entendeu. Não que ela seja tão burrinha assim, mas é que a lógica do nome não é tão evidente assim, é... sutil, digamos. Implícita.

Pois bem. E por que "ambos lados", o que isso tem a ver com uma agência de casamentos?

1. Porque é uma agência feita para atender às expectativas de ambos os lados. (Assim como todas as outras agências que já existem; tá, tá) Com tratamento diferenciado entre homens e mulheres, e isso se daria através de questionários específicos, abordando pontos cruciais dentro de um relacionamento a dois. Querem um exemplo? No questionário destinado ao candidato masculino haveria esta questão:
– Você levanta o assento da privada antes de urinar?
Claro que isso não pesa tanto assim na hora de trocar alianças, mas já é um bom indicativo de que a empresa trabalha com dados que vão a fundo no negócio. É uma pergunta feita para que o sujeito arregale os olhos, surpreso. E note que aquela não é só mais uma das inúmeras agências que existem por aí.

2. O diferencial! Romper com a tradição de nomes melosos, românticos, cuticutis.

3. A logomarca da empresa, que seria mais ou menos assim:

AMBOS
LADOS

Com as duas letras 'O' sendo alianças douradas e entrelaçadas.

4. A sonoridade. Isso ajuda a marca a ser gravada no Top of Mind do cliente.


Mas não. Minha sugestão foi vetada pelo grupo. Creio que por unanimidade, hunf.
Qual teria sido a causa? Será que era mesmo uma idéia muito ruim? Ou o arrojo de minha imaginação acabou esbarrando no sentimentalismo feminino? Sim, pois é um grupo formado apenas por mulheres.
( suspiro )
Ah, nem sei. Só sei que não dou mais sugestões para a Mônica.
Não para nomes de agências matrimoniais...

(: /

13.7.05

Vegetais injustiçados

Dia destes estava a me deliciar comendo uma carambola ( Sim, adoro carambolas! ) e lembrei de um assunto que já devia ter sido exposto aqui antes: A covardia com que algumas frutas e verduras acabam se tornando sinônimos de algo ruim.

"Mas que abacaxi !"
"Estou empepinado!"
"Oras bolas, carambolas!"

Quase sempre estou me policiando para não usar termos e expressões que considero negativas. "Judiação", por exemplo; creio que poucas pessoas que dizem "Ah, mas que judiação..." sabem que o termo vem da época da 2ª Guerra Mundial. Do holocausto a que foi submetido o povo judeu. Triste, não? Milhares de pessoas morreram cruelmente.

Por outro lado, o abacaxi não comove ninguém. Nem o pepino. Mas me levanto contra esta que considero uma grave injustiça para com eles! Por certo quem cunhou a expressão "descascar um abacaxi" deve ter se arranhado um bocado com suas folhas serrilhadas e sua dura casca até conseguir despi-lo, mas não imaginou que o nome da inocente fruta acabaria por tornar-se um adjetivo negativo, apesar de suas admiráveis qualidades em benefício à nossa saúde. Isso sem contar com o delicioso sabor.
Também levanto o cartaz de protesto do pepino. Em meu ramo profissional é bem comum afirmarem que um serviço problemático é um "baita pepino". Ora! Por que dizer isso? Se eu detestasse pepinos, aí sim poderia dizer que meu problema é um pepino. Mas acontece que adoro pepinos! Numa salada, por exemplo - Ô coisa boa! - é maravilhoso. E ainda serve para cremes faciais (para quem faz isso; eu não) e consolo erótico (idem ao parêntese anterior), até!

Injustiça, Injustiça! - brado mentalmente, enquanto termino de devorar a pseudogeometria da minha carambola. Entretanto...

Não hei de defender a abobrinha. Desde que me conheço como gente, nunca gostei de seu sabor. Esta infeliz deixarei que continue sendo uma verdadeira abobrinha, em ambos sentidos.

: P

7.7.05

Meio cheio ou meio vazio ?

Vejo que algum publicitário aproveitou uma frase (uma pergunta, pra ser mais exato) que costuma aparecer muito nas enquetes via e-mail: "Seu copo está meio cheio, ou meio vazio?"

Talvez esse questionamento fosse tão antigo quanto as enquetes no tempo em que elas eram um caderno que rodava a sala durante todo o ano letivo. Ainda me lembro disso. Sempre começava com as mesmas perguntas... nome, idade, signo... e algumas perguntas eram tão chatas - ou óbvias - que só o primeiro escrevia a resposta (que poderia ser 'não sei', 'sim' ou 'não' ) e todos os demais se limitavam a escrever "Idem acima". Ou ainda pior, só colocavam isto: " (seriam aspas?)

Mas esse não é o tema sobre o qual pretendo dissertar; é sobre a frase do parágrafo introdutório mesmo.
Nunca entendi o significado dessa pergunta. No meu entendimento, se o conteúdo está no meio, então só pode estar na metade. Se estiver acima disso, estará meio cheio e se estiver abaixo disso, estará meio vazio. Mas... Como definir isso, se não vejo o tal copo ?! : o

Devemos responder ao pé da letra? Observar o copo que se encontra sobre a nossa mesa e responder? Se for assim, da próxima vez que um desses questionários vier parar em minhas mãos, afirmarei convicto: "Aqui não existe copo algum, no momento". (Se de fato eu não estiver bebendo nada naquele instante, claro)
Ou será que...

No copo imaginário de cada um subentende-se a percepção da realidade? Que vereditos estariam incutidos nas respostas? Nosso conceito de fartura e escassez?De otimismo e pessimismo? Ou da sobriedade e embriaguez?
Algum psicólogo (ou outras variantes de psi) poderia me dar uma resposta convincente? Ou essa pergunta surgiu na cabeça de alguém que só pretendia "encher lingüiça" na sua enquete? Não é possível... Deve haver algum fundamento. Caso contrário ninguém se atreveria a aplicar isso em um comercial, ainda mais no de uma empresa de porte, como a Coca-Cola é.

E para concluir isto, eu mesmo vou responder a tal perguntinha.
Seu copo está meio cheio ou meio vazio ?

- Não está 'meio' nada. Está é completamente vazio.

( E o que poderia significar isso, além do fato de que tomei o café há uns 15 minutos... ? )


: /

5.7.05

A vestimenta que não se veste

( Este texto baseia-se num scrap escrito para Sabrina, vulgo Mix. Hehe )


Sempre achei muitas peças apresentadas em desfiles de moda simplesmente absurdas, tamanho a esdruxularia; coisas que só alguém muito corajoso - ou muito ruim da cabeça - usaria orgulhosamente, ostentando a grife. Ou griffe, só para parecer mais chique ainda.

E há alguns dias vi uma reportagem na TV na qual estudantes de moda estavam a comentar isso. Eles concordaram que aquele tipo de roupa... ahn, no mínimo extravagante (pra não dizer outra coisa) de fato não é feita para ser usada, mas sim para ser vista, apenas. Que na verdade elas só compõem um "espetáculo à parte" do desfile.

E pensei nos carros-conceito: Na ânsia de criar produtos futuristas, alguns projetistas acabam criando bólidos em que até o Batman teria vergonha de ser visto ao volante deles, de tão ridículos que são. Em outro ramo, temos a pintura. Nem sei a denominação daquele estilo, mas certamente vocês já devem ter visto: Quadros nos quais a única impressão que temos é a de que o pintor encharcou uma vassoura com tinta, varreu uma barata da tela com ela e depois, só de raiva, jogou impetuosamente o restante da lata de tinta sobre a "obra". E tornam-se pinturas valiosíssimas só para nos humilhar; os pobres mortais que nada entendem de arte.

- Estariam aqueles estudantes tentando amenizar a verdade? (que são vestimentas completamente ridículas mesmo)
- Seria a moda uma forma de expressão de artistas plásticos frustrados?
- Ou aquelas roupas bizarras representariam um nível de lapidação da arte ainda inacessível (e incompreensível) aos não iniciados?

: O

4.7.05

Soneto? Sonetá-lo-ei!

Realmente não fui um aluno muito aplicado. No primário talvez tenha sido, - apesar de minhas constantes birras com a matemática - pois era calado e introspectivo. E não ficava divagando sobre o que haveria de tão bom sob a saia das meninas, também. Mas quando veio a época do 2º colegial...
Uma parte da crosta de timidez cedeu à erosão das más companhias (hehe) e comecei a libertar minha criatividade. O texto abaixo é dessa época. Acreditem se quiserem, mas tive a coragem de apresentar isso aí ao professor de português do 1º colegial.
( E o mais inacreditável ainda: Ele gostou !! ) : O


( Sem título )
Ou havia um título que foi esquecido de ser anotado. O tema da aula era o soneto.


Indagado fui, quanto aos meus conhecimentos sobre “literatura”.
Preocupado fiquei, pois escassas são minhas informações.
Depois de muito pensar,
E a nenhuma conclusão sensata chegar,


Resolvi tentar uma demonstração virtual.
Relembrando tempos antigos de colégio,
Comecei a correr atrás de rimas como: “sensual”,


Que nada tem a ver com minha situação atual;
Me lembro de um adjetivo para este texto: sacrilégio!
E mesmo consciente disso, continuo a brincar. Uau!


E antes que os revoltosos me joguem - e com razão - n’uma viatura,
Quero me desculpar ao professor por tantas “embromações”.
E antes de me cansar,
Desejo finalmente, uma cadeira pegar.


S D D