Parece que perdi os meus computadores e serei indenizado pelo seguro, resta saber o valor que liberarão. Creio que terei notícias neste final de semana. Minha mudança ainda estava sendo periciada até semana passada, em SP.
: /
Desculpem este aparente abandono, mas lhes garanto que não é por falta do que dizer/escrever.
Se Deus quiser, minha internet em casa estará ativa dentro de em breve. (Umas duas semanas, talvez? Bom, pelo menos a Telemar já cumpriu a parte dela e tenho telefone. Ao menos isso...)
28.2.07
15.2.07
Zapeando...
Acabei assistindo a um trecho do capítulo de ontem da novela da Rede Record (que nem sei o nome, por sinal) e achei determinada cena um tanto quanto irreal.
Perseguição de carros é interrompida por congestionamento na entrada do túnel e perseguidores e perseguidos saem de seus carros e passam a correr por entre os veículos parados. Começa a troca de tiros.
Como nunca passei por situação semelhante antes não posso afirmar com exatidão, mas acredito que eu jamais sairia de dentro do carro, em pleno meio do tiroteio, assim como fez um figurante e foi baleado. Eu tentaria deitar-me no assoalho do veículo até que a movimentação cessasse. Somente sairia no caso de abordagem direta, como a que houve logo em seguida com um casal de recém-casados.
E foi justamente nessa hora que vi a cena mais "surreal" do capítulo: Rodeados por pessoas armadas e histéricas, o casal sai do carro, mas ouve-se nitidamente a noiva protestando:
– Cuidado com o vestido!
(pausa para refletir)
Você está preso em um engarrafamento, surge um tiroteiro, pessoas berram incessantemente; em meio a balbúrdia, impossível reconhecer quem é o mocinho (se é que há) e quem é o bandido. Repentinamente apontam uma arma na sua cara e gritam pra você sair.
Se fosse comigo e estivesse vestindo um terno caríssimo que fosse, sairia imediatamente, nem que fosse caindo no chão e me ralando todo. Minha vida em risco e eu lá iria me preocupar com... roupa?! Ah, vá tomar... banho!
Tudo bem que é ficção e coisa e tal, mas aquilo lá ficou parecendo piadinha sem graça no meio de assunto sério...
Perseguição de carros é interrompida por congestionamento na entrada do túnel e perseguidores e perseguidos saem de seus carros e passam a correr por entre os veículos parados. Começa a troca de tiros.
Como nunca passei por situação semelhante antes não posso afirmar com exatidão, mas acredito que eu jamais sairia de dentro do carro, em pleno meio do tiroteio, assim como fez um figurante e foi baleado. Eu tentaria deitar-me no assoalho do veículo até que a movimentação cessasse. Somente sairia no caso de abordagem direta, como a que houve logo em seguida com um casal de recém-casados.
E foi justamente nessa hora que vi a cena mais "surreal" do capítulo: Rodeados por pessoas armadas e histéricas, o casal sai do carro, mas ouve-se nitidamente a noiva protestando:
– Cuidado com o vestido!
(pausa para refletir)
Você está preso em um engarrafamento, surge um tiroteiro, pessoas berram incessantemente; em meio a balbúrdia, impossível reconhecer quem é o mocinho (se é que há) e quem é o bandido. Repentinamente apontam uma arma na sua cara e gritam pra você sair.
Se fosse comigo e estivesse vestindo um terno caríssimo que fosse, sairia imediatamente, nem que fosse caindo no chão e me ralando todo. Minha vida em risco e eu lá iria me preocupar com... roupa?! Ah, vá tomar... banho!
Tudo bem que é ficção e coisa e tal, mas aquilo lá ficou parecendo piadinha sem graça no meio de assunto sério...
14.2.07
Shop in the shopping I
Eu, que outrora era freqüentador assíduo de shoppings, voltei a sê-lo. Evidente que não com aquelas finalidades juvenis que tinham as compras como a última (senão sequer isso), mas para to shop de fato, por força das circunstâncias.
E surpreendi-me com o Shopping Recife. Com suas dimensões? Com suas lojas? Não! Com a enorme quantidade de comissários de bordo que ali estavam. "Devem aproveitar suas horas de folga para virem aqui passear um pouco", pensei.
Tempinho depois é que vim a notar melhor: Não eram comissários de bordo e sim os funcionários do local! Eta uniforme diferente que inventaram para segurança de shopping! (só faltou o broche da IATA pra...)
Já o Shopping Guararapes eu recomendo para os fumantes que estejam pretendendo acabar com o vício. E por que? Explico:
Como é do conhecimento de todos, o fumo foi proibido shopping porta adentro e até aí não vejo problema algum, pois apóio essa ação. A questão é que, em consideração a nós que não conseguimos viver sem as tragadas, foram criadas áreas externas próprias para a fumaceira. E o (oficialmente assim denominado) "Fumódromo" do Guararapes nada mais é que um conjunto de 2 quase-banquetas de madeira e um guarda-sol ostentando a patética plaqueta com o nome anteriormente citado. Importante informar que esse fumódromo fica relativamente afastado da entrada e está instalado em meio a absolutamente nada, senão uma calçada pela qual pedestres – evidentemente não-fumantes – passam e nos olham com reprovação e desprezo.
Nos fuzilam como olhares que dizem "Esses são os reféns do vício, uns perdidos...", "Cambada de fumante FDP" e por aí vai.
Francamente, me sinto a escória da humanidade quando me sento ali para fumar. Como se eu estivesse numa jaula invisível, identificada com dizeres do tipo "Exemplar de ser humano degradado" e as mães cochichassem aos seus filhos, ao passarem por ali:
– Viram, meus filhos? Cigarro é coisa do demônio! Se vocês chegarem perto daquilo, ficarão horrorosos como aqueles sujeitos ali...
E as crianças, com os olhos arregalados de pavor, vão acelerando o passo para sair de perto de nós, os "possuídos".
Óbvio que há o fumante que senta-se ali com o maior orgulho e ainda dá fumacentas gargalhadas esnobes na cara de quem se atrever a lhe fazer uma expressão de desagrado com a fumaça, mas ainda creio que a maioria se constrange.
Arrisco essa opinião por conta das marcas de cigarro que vejo no piso, junto às portas. Fumaria-se ali, por preguiça de dar alguns passos rumo ao local apropriado? Talvez sim. E talvez não, também, e pela humilhação do localzinho.
Não teria sido mais simples, eficaz e menos incômodo – à nós – se fossem colocados cinzeiros à porta, do lado de fora?
... não.
Tá certo o shopping. Fumante tem mais é que ser "encostado na parede" pra tomar vergonha na cara e parar de uma vez com esta droga. Pô...
Pior que é verdade,né...
(: /
E surpreendi-me com o Shopping Recife. Com suas dimensões? Com suas lojas? Não! Com a enorme quantidade de comissários de bordo que ali estavam. "Devem aproveitar suas horas de folga para virem aqui passear um pouco", pensei.
Tempinho depois é que vim a notar melhor: Não eram comissários de bordo e sim os funcionários do local! Eta uniforme diferente que inventaram para segurança de shopping! (só faltou o broche da IATA pra...)
Já o Shopping Guararapes eu recomendo para os fumantes que estejam pretendendo acabar com o vício. E por que? Explico:
Como é do conhecimento de todos, o fumo foi proibido shopping porta adentro e até aí não vejo problema algum, pois apóio essa ação. A questão é que, em consideração a nós que não conseguimos viver sem as tragadas, foram criadas áreas externas próprias para a fumaceira. E o (oficialmente assim denominado) "Fumódromo" do Guararapes nada mais é que um conjunto de 2 quase-banquetas de madeira e um guarda-sol ostentando a patética plaqueta com o nome anteriormente citado. Importante informar que esse fumódromo fica relativamente afastado da entrada e está instalado em meio a absolutamente nada, senão uma calçada pela qual pedestres – evidentemente não-fumantes – passam e nos olham com reprovação e desprezo.
Nos fuzilam como olhares que dizem "Esses são os reféns do vício, uns perdidos...", "Cambada de fumante FDP" e por aí vai.
Francamente, me sinto a escória da humanidade quando me sento ali para fumar. Como se eu estivesse numa jaula invisível, identificada com dizeres do tipo "Exemplar de ser humano degradado" e as mães cochichassem aos seus filhos, ao passarem por ali:
– Viram, meus filhos? Cigarro é coisa do demônio! Se vocês chegarem perto daquilo, ficarão horrorosos como aqueles sujeitos ali...
E as crianças, com os olhos arregalados de pavor, vão acelerando o passo para sair de perto de nós, os "possuídos".
Óbvio que há o fumante que senta-se ali com o maior orgulho e ainda dá fumacentas gargalhadas esnobes na cara de quem se atrever a lhe fazer uma expressão de desagrado com a fumaça, mas ainda creio que a maioria se constrange.
Arrisco essa opinião por conta das marcas de cigarro que vejo no piso, junto às portas. Fumaria-se ali, por preguiça de dar alguns passos rumo ao local apropriado? Talvez sim. E talvez não, também, e pela humilhação do localzinho.
Não teria sido mais simples, eficaz e menos incômodo – à nós – se fossem colocados cinzeiros à porta, do lado de fora?
... não.
Tá certo o shopping. Fumante tem mais é que ser "encostado na parede" pra tomar vergonha na cara e parar de uma vez com esta droga. Pô...
Pior que é verdade,né...
(: /
6.2.07
Sinto falta de bloggar!! (ou é bloguear?)
Ah, tão bom saber que alguém sente falta das coisinhas que aqui escrevo, pois eu também fico – e permaneço – ansioso em vir aqui para escrever e também para ler o que meus vizinhos de blogosfera estão a escrever, claro.
Sem mais delongas, digo-lhes que estou aprendendo uma nova referência temporal. Explica-se: Assim que entrei no apartamento, a luz havia sido cortada devido a falta de pagamento do inquilino anterior e tivemos que regularizar a situação e, feito isso, nos foi informado que dentro do prazo máximo de 24 horas eles iriam mandar um técnico ao local para fazer a religação.
Pois bem, e passaram-se as vinte e qutro horas e nada.
E voltamos a ligar pra lá, e a atentende da Celpe, num discurso certamente decorado, voltou a reiterar que "dentro de 24 horas a energia seria restabelecida".
E por conta dessas "vinte e quatro" horas mais longas que jamais havia visto antes em toda a minha vida, passei meu primeiro final de semana num apartamento à luz de velas, bebendo água morna e contemplando o monolito branco – salvas as devidas proporções, um equivalente ao insólito espacial do filme "2001, uma odisséia no espaço" – imponente (ou nem tanto, é só uma 280 litros) e, isto sim, impotente geladeira.
Na escuridão ao som do fino do brega. Ou do grosso, vá saber.
Pra não dizer que tudo foi péssimo, admito que o banho frio nesta terra ensolarada não foi tão terrível quanto eu supunha. E assimilei o hábito: Hoje, mesmo com a energia elétrica presente, ainda mantenho o chuveiro desligado da tomada. E acho até bom, pois economizo na conta de luz! ; )
E são tantas coisas a se escrever, mas muitas se perdem, sem o registro imediato...
Pior de tudo é que minha mudança de SP ainda não chegou aqui. Fatalidade: O caminhão que transportava as minhas quinquilharias sofreu um acidente no meio do caminho e as mudanças que nesse veículo se encontravam serão resgatadas por outro caminhão, que levará tudo de volta para a capital paulista para averiguação dos estragos, se houveram.
Cá entre nós, a Patroa deve estar torcendo para que minha velha tevezinha de 14 polegadas tenha estourado com o impacto. E meu microssauro, idem.
É que assim, com o dinheiro do seguro poderei, senão comprar integralmente, investir na compra de equipamentos novos. Sem outra alternativa. Aaah~ ela odeia minhas velharias...
(: P
Sem mais delongas, digo-lhes que estou aprendendo uma nova referência temporal. Explica-se: Assim que entrei no apartamento, a luz havia sido cortada devido a falta de pagamento do inquilino anterior e tivemos que regularizar a situação e, feito isso, nos foi informado que dentro do prazo máximo de 24 horas eles iriam mandar um técnico ao local para fazer a religação.
Pois bem, e passaram-se as vinte e qutro horas e nada.
E voltamos a ligar pra lá, e a atentende da Celpe, num discurso certamente decorado, voltou a reiterar que "dentro de 24 horas a energia seria restabelecida".
E por conta dessas "vinte e quatro" horas mais longas que jamais havia visto antes em toda a minha vida, passei meu primeiro final de semana num apartamento à luz de velas, bebendo água morna e contemplando o monolito branco – salvas as devidas proporções, um equivalente ao insólito espacial do filme "2001, uma odisséia no espaço" – imponente (ou nem tanto, é só uma 280 litros) e, isto sim, impotente geladeira.
Na escuridão ao som do fino do brega. Ou do grosso, vá saber.
Pra não dizer que tudo foi péssimo, admito que o banho frio nesta terra ensolarada não foi tão terrível quanto eu supunha. E assimilei o hábito: Hoje, mesmo com a energia elétrica presente, ainda mantenho o chuveiro desligado da tomada. E acho até bom, pois economizo na conta de luz! ; )
E são tantas coisas a se escrever, mas muitas se perdem, sem o registro imediato...
Pior de tudo é que minha mudança de SP ainda não chegou aqui. Fatalidade: O caminhão que transportava as minhas quinquilharias sofreu um acidente no meio do caminho e as mudanças que nesse veículo se encontravam serão resgatadas por outro caminhão, que levará tudo de volta para a capital paulista para averiguação dos estragos, se houveram.
Cá entre nós, a Patroa deve estar torcendo para que minha velha tevezinha de 14 polegadas tenha estourado com o impacto. E meu microssauro, idem.
É que assim, com o dinheiro do seguro poderei, senão comprar integralmente, investir na compra de equipamentos novos. Sem outra alternativa. Aaah~ ela odeia minhas velharias...
(: P
Assinar:
Comentários (Atom)